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Educação Física Professor Rodolfo






O Jump Fit, aula feita sobre um minitrampolim, chegou a alguns anos e conquistou as academias.

Além de ser uma aula divertida, ela enrijece as pernas e bumbum, combate o estresse, queima muitas calorias (cerca de 500 calorias em 1 hora de atividade) e melhora o condicionamento cardio respiratório.


O Jump Fit pode ser realizado por pessoas de vários níveis de condicionamento (de iniciantes a avançados), basta mudar a intensidade dos exercícios. Você pode levá-lo na sua viagem, no clube, no parque etc...Pois ele não é grande, tem 1 m de diâmetro e 18 cm de altura.

Os alunos permanecem em cima do trampolim por 45 minutos, onde executam uma coreografia com muitos saltos diferentes, movimentos de corrida e outros, numa seqüência muito dinâmica. A aula é segura e o impacto nas articulações e coluna é mínimo (este equipamento amortece cerca de 87% do impacto), o que dificilmente causa lesões.

O sucesso desta aula foi tamanho que, a partir dela, foram criadas novas aulas como o Jump Fit Circuit, onde são incluídos exercícios localizados, alternados aos exercícios de resistência cardio vascular, criando novos estímulos e resultados. São acoplados elásticos aos trampolins, permitindo o trabalho de membros superiores e tronco.

Cuidados a serem tomados:



  • O equipamento deve ser usado por uma pessoa por vez.




  • Use tênis ou sapatilhas.




  • Não pise nas bordas.




  • Coloque o aparelho a 2m de distância de objetos e paredes.




  • Verifique se os pés estão firmes e bem rosqueados.




  • Controle a freqüência cardíaca, que deve estar entre 60% e 80% da F.C. máxima (220 - a sua idade).




  • Faça alongamentos antes e depois dos exercícios.


  • O Jump Fit é contra indicado a mulheres grávidas, instabilidade articular e labirintite não medicada.
    Por:

    http://www.ciaathletica.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/02/AVALIACAO-FISICA-532x355.jpg

    Muita gente que se matricula numa academia de ginastica desistem nos primeiros 45 dias. A estimativa é da Associação Brasileira de Academias (Acad) e os motivos que levam a essa decisão são os mais variados.

    Há vários motivos para essa desmotivação.

    A falta de atenção dos professores no espaço em que estão matriculados é uma delas. Como a pessoa não tem o hábito de praticar atividades físicas e quase sempre estão com vergonha do corpo, os profissionais não podem apenas montar o programa e abandonar o aluno na sala. Uma das funções dos professores identificar os mais tímidos e fazer um bom trabalho para que eles se relacionem melhor com as pessoas e com os aparelhos em que farão as atividades.

    Por isso, é  importante assim que o aluno entra na academia montar a rotina de atividades e levar em consideração as restrições físicas, como desconforto em alguma prática, tempo que está distante de atividades físicas e período que pode ficar na academia. . O fator bem estar também precisa ser levado em conta para avaliar alguns conceitos como autoestima, disciplina, flexibilidade e força, para depois gerar um gráfico comparativo para mostrar a evolução obtida a cada três meses.

    No início das atividades, entretanto, é preciso também ser claro e transparente com o aluno sobre os exercícios. É essencial orientar o aluno das mudanças que acontecem no organismo e de possíveis dores que ele pode sentir pelo esforço físico. O ideal é sentir apenas que praticou atividades físicas, especialmente os sedentários, e não uma dor insuportável por uma semana. Sem dúvida, quando o aluno já sabe dos efeitos dos exercícios, se sente mais seguro e as chances de ficar uma semana sem voltar às aulas pelo trauma das dores iniciais diminui.

    Para estimular os alunos a frequentar o espaço é importante criar compromissos. Uma boa forma de lidar com pessoas que costumam faltar é agendar algumas atividades. Marcar datas para mudanças na série de exercícios, convidar para outras aulas que a academia oferece, isso tudo contribui para o aluno continuar frequentando.

    É fundamental acompanhar a frequência dos alunos, pois isto também é responsabilidade do professor. Quando os alunos faltam, mandamos e-mail, SMS com mensagens de incentivo para voltar ao espaço. Esse tratamento pode fazer a diferença, pois mostra que o professor está preocupado com o aluno. Outra maneira de incentivo é mostrar os resultados práticos que foram obtidos.
    Depois de três meses avalia-se os parâmetros físicos, medidas de circunferência, peso, se ganhou massa magra e outros aspectos que os estimulam a dar continuidade à academia

    http://dicasdemusculacao.org/wp-content/uploads/personal-trainers-musculacao.jpg

    Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas de conseguir resolver esses problemas.

    Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos clientes.

    Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma geral:

    1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios

    Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade ''abdominal Estrelinha (exemplo)''. Mas em certo dia este aluno teve de ir treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver o aluno realizando determinado exercício questiona: ''Mas quem te passou isso? Está errado! Não é assim''. Péssimo! Este erro soa como completa desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, cordialidade e respeito.

    2 – Uso de celular em sala de aula

    É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em regimento interno da academia.

    3 – Tendência de atendimento

    Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ''bonitinhos (as)''. Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de resolver tais problemas.

    4 – Reclamar da academia

    Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!

    5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes para os alunos

    Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!

    6 – Não escutar DE VERDADE o cliente

    Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma genuína em prol da manutenção em atividade física.

    7 – Não ensinar seus alunos

    O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-vindas: cliente informado é cliente satisfeito!

    8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal

    Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da academia ou em descrição de cargo e processos internos.

    9 – Atrasos

    Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de antecedência ao trabalho.

    10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento

    Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça desse cliente já vem: ''Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!''. Nós, profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.

    Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente como um aluno aderido a atividade física.

    Chega do mesmo. Chega de se preocupar apenas com qual exercício é melhor ou mais importante. Qual trabalha melhor tal feixe de fibra muscular. Se o cliente não gosta, não se motiva, não adianta insistir! Devemos nos preocupar em COMO manter esse aluno em movimento, para sempre. E isso apenas acontece se a atividade for prazerosa e divertida para o cliente.


    Retirado daqui


    http://www.fitwellnh.com.br/web-files/uploads/site/postagens/2/galeria/f-0033.jpg


    A ginástica é um importante e relevante veículo para o alcance da saúde, em toda a sua plenitude,pois a mesma oferece benefícios físicos, sociais e psicológicos. Destacaria a ginástica localizada e suas variações como step/local,  jump/local, como a mais importante representante entre as outras modalidades de ginástica, a representante que melhor desenvolve as principais qualidades físicas relacionadas a saúde.

    Para ser saudável é fundamental que o indivíduo tenha uma boa aptidão física, onde esta seria a capacidade de realizar esforços físicos sem fadiga excessiva, garantindo a sobrevivência de pessoas em boas condições orgânicas no meio ambiente em que vivem. Os componentes da aptidão física englobam diferentes dimensões, dimensões voltadas  para a saúde e abrangendo um maior número de pessoas, valorizando as variáveis fisiológicas (qualidades físicas) como potência aeróbica máxima, força, flexibilidade e componentes da composição corporal, podendo voltar-se também  para as habilidades desportivas em que as variáveis, tais como agilidade, equilíbrio, coordenação motora, potência e velocidade, são mais valorizadas, objetivando o desempenho desportivo.

    Dentre as qualidades físicas  acima citadas venho destacar a inegável relevância da força na vida das pessoas. Inúmeras situações do nosso cotidiano utilizam a força em menor ou maior intensidade. Ao levantar-se da cama, sentar-se em uma cadeira ou a simples ação de carregar sacolas evocam a força muscular para a realização das mesmas.

    A ginástica localizada oferece um gasto calórico alto. Normalmente essas aulas em circuito têm várias repetições com intervalos curtos. As cargas aumentam a potência, resistência, velocidade e a força, oferecendo after burn (o estímulo de intensidade variada acelera o metabolismo, oferecendo 12 horas ou mais de gasto calórico em descanso). Esse é um dos lucros dessa atividade física.

    A resistência mais comum são os pesos, mas também é possível utilizar resistência hidráulica, eletromagnética, molas, elásticos e outros. Na ginástica localizada utiliza-se o peso do próprio corpo e /ou equipamentos, a ação da gravidade, com auxílio da música para o desenvolvimento e/ou manutenção da força e resistência muscular localizada. A ginástica localizada é o treinamento de força realizado de forma coletiva, onde muitas vezes utiliza-se movimentos integrados sem descartar os isolados (localizados) e devido a sua ampla exploração de recursos (halteres, caneleiras, barras, colchonetes, etc) e possibilidades de movimentos (amplitudes parciais, completas) acaba ganhando características comuns ao treino funcional sem perder a eficiência comprovada dos exercícios resistidos.

    Esse tipo de ginastica é realizado com alguns movimentos repetitivos e focados diretamente em determinados grupos musculares, lembrando que cada seção deve ser separada com um pausa, para dar descanso aos músculos. Todo o trabalho é para dar definição em graus intensos aos músculos.

    Use e abuse dessa modalidade, sempre tomando cuidado com as lesões. Até a próxima!

    http://www.vidaacademia.com.br/bauru/wp-content/uploads/2015/05/powerjump294.jpg

    O jump é uma aula de alto gasto calórico e trabalho cardiovascular realizada em mini-trampolins.  Tal atividade pode ser feita durante 55 minutos, melhorando o condicionamento físico, a retorno venoso e a diminuição de celulites.
    A única contraindicação desta aula é para grávidas e portadores de labirintite não medicada.
    Principais benefícios do Jump:
    • Melhora do tônus e da força da musculatura dos membros inferiores
    • Alto gasto calórico, média de 700 kcal por aula
    • Melhora do equilíbrio corporal, por ser uma modalidade também com objetivo proprioceptivo
    • Melhora da condição física, por conta do trabalho cardiovascular
    • Excelente opção para quem não pode realizar atividades físicas com impacto, pois o mini-trampolim atenua os impactos.
    O Jump é excelente aliado para aqueles que desejam manter o sistema cardiovascular saudável, pois ele pode favorecer ao aumento da taxa de pulso durante os saltos. Isso faz com que o oxigênio seja bombeado de forma mais eficiente por todo o corpo, o que faz você se sentir mais saudável. Dessa forma, podemos concluir que um dos principais benefícios do Jump é contribuir para que seu sistema circulatório se mantenha sempre mais eficiente.

    Antes de iniciar os movimentos sobre a cama elástica, deve-se realizar um bom aquecimento geral e específico às articulações envolvidas; Iniciar com saltos simples, com os pés paralelos, bem no centro da cama elástica; Os movimentos dos membros superiores devem ser controlados para prevenir desequilíbrio ou lesões.

    http://3i133rqau023qjc1k3txdvr1.wpengine.netdna-cdn.com/wp-content/uploads/2014/10/Alternating-Step-Up-with-a-Knee-Lift_Exercise.jpg

    O step tradicional você já conhece, mas e o step up? Um pouco mais alto que a versão tradicional (50 cm em vez de 20 cm), o acessório intensifica qualquer exercício e traz resultados ainda melhores para quadris, pernas e abdome em apenas quatro semanas. Basta usá-lo regularmente.

    E que tal já iniciar com o exercício? Com o core e o abdome contraídos, segure os halteres paralelos ao corpo, flexione um dos joelhos e apoie o pé na plataforma, dando impulso para subir com as duas pernas. Em seguida, volte para o chão, sem encostar o pé no solo, e repita o movimento.

    "Caso a praticante tenha algum problema muscular ou de articulação, deve visitar um especialista antes de iniciar o treinamento", alerta Allan Menache, preparador físico da academia Pretorian (SP).

    Para fugir da monotonia, varie o ritmo, a posição em relação ao step (de frente oude lado) e até os tipos de esforço envolvendo os pesinhos, como flexões e extensões de cotovelos.

    http://www.amaralnatacao.com.br/wp-content/uploads/Deepwater.jpg

    O "deep running", nada mais é do que a corrida na água. É uma atividade física que permite que os praticantes corram dentro d'água com o auxílio de um colete flutuador, sem contato com o fundo da piscina; nesta modalidade não há necessidade do praticante saber nadar. Além da corrida propriamente dita aos alunos realizam exercícios localizados para fortalecimento muscular.
    Objetivos
    • Melhorar a aptidão cardiorrespiratória
    • Fortalecer a musculatura dos membros inferiores e superiores
    • Auxiliar na prevenção e tratamento de lesões, sejam articulares ou musculares
    • Complementar a reabilitação física
    Resultados obtidos com a prática do Deep Water Running
    • Melhora da aptidão física
    • Aumento da resistência muscular
    • Fortalecimento da musculatura de membros inferiores, superiores e abdômen
    • Auxilia na alteração de peso corporal
    • Correção postural
    • Reabilitação de lesões
    • Massagem hidrostática
    • Melhora da pressão arterial
    • Redução do impacto sobre as articulações
    • Relaxamento muscular após o exercício
    • Proporciona a melhora do sono
    • A corrida em piscina funda permite reabilitar atletas e não atletas, independentemente da idade, através da associação da corrida sem impacto e exercícios localizados.
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