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Educação Física Professor Rodolfo



O joelho é a maior e uma das mais importantes articulações do corpo. Nela convergem ossos, cartilagens, meniscos, ligamentos, músculos, tendões e cápsulas articulares. A integração desses vários elementos faz desta articulação uma estrutura muito complexa e de grande mobilidade. Por tudo isso, além de suportar o peso quase total do corpo e estar exposta a todo tipo de traumatismos, acidentes e doenças, o joelho sofre lesões com muita frequência. É muito difícil encontrar-se alguém de idade avançada que em algum momento da vida não tenha tido problemas com os joelhos.
Devido ao uso frequente, desgaste e risco de quedas ou acidentes associados com as atividades esportivas, os atletas são muitas vezes suscetíveis a lesões ortopédicas (como fraturas, lesões musculares, tendinosas e ligamentares) e precisam se recuperar logo para retornar à sua prática.

Atividades distintas colocam áreas diferentes do corpo em maior risco de danos ou lesões, por isso é importante tomar as precauções necessárias para se proteger durante a prática de esportes. O tratamento para estas condições pode envolver cirurgia, imobilizações, fisioterapia e repouso. Dentre as cirurgias, a artroscopia pode entrar como método de diagnóstico ou de tratamento.
A artroscopia do joelho possibilita um diagnóstico mais preciso do que está ocorrendo no interior da articulação e permite certas intervenções terapêuticas.
Porém, antes de sugerir uma artroscopia o médico terá feito uma história clínica e exame físico detido e pedido radiografias ou ressonância magnética para avaliar os ossos e demais estruturas do joelho. Com a artroscopia ele pode realizar alguns procedimentos terapêuticos como remoção, reconstrução ou reparo de meniscos ou ligamentos, remoção de fragmentos ósseos ou de cartilagem soltos no interior de uma articulação ou de tecido sinovial inflamado, etc.
A artroscopia do joelho é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo, utilizado para diagnosticar e/ou tratar doenças dessa articulação. Ela permite ao médico ver o interior da articulação e os seus vários elementos.

Para evitar que lesões esportivas ocorram, é importante que os atletas cuidem de si mesmos antes, durante e depois da atividade física. Isso ajuda a garantir a saúde atlética a longo prazo.

É importante ter cuidado na prevenção de lesões nos joelhos e cuidados adequados ao primeiro sinal de uma lesão esportiva, porque o uso continuado e atividade pode levar a ainda mais danos. Mesmo que o aluno queira retornar à atividade física o mais rápido possível e se tenha uma ampla gama de opções de tratamento para curar a lesão e protegê-lo de futuras, é preciso prestar atenção na prevenção e no cuidado imediato.


O Bandagem Elástica Funcional é uma técnica específica de aplicação sobre e nas adjacências dos músculos para prover suporte articular, normalizar contrações musculares e auxiliar a circulação. Ao ser colada na pele, por meio do estímulo e da pressão sobre o músculo, a fita seria capaz de ativar ou relaxar a região, dependendo da forma como é colocada. Embora bastante utilizada, não existem grandes estudos que comprovem a eficácia desse tipo de técnica.

Existem três tipos de bandagens:

1. Esportiva (Athletic Taping) - indicada para lesões agudas e prevenção de lesões, sem benefícios de reabilitação.

2. Biomecânica (McConnell Taping) - usada para promover alinhamento biomecânico de tecidos e articulações para reeducação neuromuscular durante o tratamento fisioterapêutico ou nas atividades do dia a dia.

3. Neuromuscular (Kinesio Taping) - técnica específica de aplicação sobre e nas adjacências dos músculos para prover suporte articular, normalizar contrações musculares e auxiliar na circulação. As bandagens podem atuar no alinhamento articular e muscular, na facilitação sensorial ou até mesmo como placebo. Tudo ainda é pouco claro e muito debatido. Mas o que se observa é uma melhora clínica da função e da dor. É importante lembrar que a técnica não substitui os tratamentos musculoesqueléticos tradicionais.

Quando usada no sentido da origem do músculo para a parte final, a bandagem pode tonificar o músculo, diminuindo a sensação de fraqueza e aumentando a potência da estrutura. No sentido contrário, pode ajudar no relaxamento muscular e no alívio de dores.

As bandagens podem servir ainda para estabilizar e proteger uma articulação já sensível por uma lesão prévia. Funciona como uma imobilização da área comprometida e, ao comprimir, ainda pode ajudar a nutrir e fortalecer o local.

A Bandagem Elástica Funcional não tem exclusividade de classe, podendo ser usada por qualquer profissional que saiba aplicá-la. Ela pode ser uma ótima oportunidade de melhorar o seu conhecimento profissional.  Por isso, clique na imagem abaixo se você quiser saber como ampliar os seus conhecimentos na área.



As bandagens são excelentes auxiliares das técnicas de reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares e posturais, dentre outras.

Podem ser utilizadas tanto na prevenção quanto no tratamento de lesões desportivas.
Não deixe de saber mais!


http://msalx.revistaescola.abril.com.br/2014/08/13/1044/LfC4j/ge-31-gestao-escolar-inclusao-educacao-fisica-1.jpeg

Há preocupação atual com a participação de crianças em modalidades esportivas, então, se faz necessário orientar os pais com relação a esse assunto. Pois bem, se você tem filhos com idade de até 12 anos, e, ele já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor ter cuidado. De acordo com pesquisadores no que se refere à aprendizagem motora, a modalidade esportiva, por competição ou na fase do treinamento, não combina com crianças na faixa etária de até 12 anos, pois, o risco de lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas crianças estar em desenvolvimento.

Nahas 2001, salienta que na Educação Física tem-se observado que o maior problema é estabelecer prioridades educacionais para cada faixa etária ou série, de acordo com as características e necessidades de cada nível escolar.

Sabe-se que algumas especialidades médicas, especificamente os ortopedistas, salientam que até os cinco anos a criança não tem controle neuropsicomotor para a prática esportiva.

Diversos autores, entre eles Gallahue (2005) relatam que a idéia nesse período (até os 12 anos) é estimular os movimentos de forma recreativa. Diante da afirmativa do citado autor, compreende-se que os pais, e, principalmente os professores de Educação Física devem proporcionar às crianças o maior número de movimentos possíveis, aumentando, assim, o repertório motor e contribuindo para que no futuro a criança possa praticar adequadamente qualquer modalidade esportiva. Pactua-se que a criança que pratica esporte desenvolve a sociabilização, relacionando-se adequadamente em grupo.

Especialistas da medicina esportiva relatam que lesões que anteriormente atingiam somente adolescentes e adultos, atualmente já são cada vez mais freqüentes em crianças menores de 12 anos, especificamente dos nove aos onze anos, e, isso ocorre porque há excesso nas práticas, bem como, sobrecarga nos exercícios.

Como professor de Educação Física compreendo que a natação é uma das modalidades esportivas mais indicadas para que a criança inicie suas atividades, pois não há impacto, e, desse modo, não irá provocar lesões. Por exemplo: bebês de aproximadamente seis meses podem ser iniciados, é claro que eles não irão nadar, mas serão estimulados a executar diversos movimentos. Orienta-se que a duração de uma aula para bebês deve ser em média de 30 minutos

Não é somente a natação, há varias modalidades esportivas que podem ser praticadas na infância, mas não devem ser competitivas e sim com a realização de festivais, incentivando a participação e não a competição, com pais a beira da quadra ou do campo gritando para seu filho e querendo vencer a qualquer custo. Neste caso a competição pode desestimular a criança para o esporte, ainda, nota-se que os festivais evitam o esforço exagerado diminuindo o risco de lesões.

Para cada modalidade esportiva, existe a idade correta, sendo importante na hora da escolha, diferenciar atividade de exercício físico. A atividade pode-se compreender como qualquer movimento que leve ao gasto de energia, sendo: executar movimentos e estimular os músculos das mãos, dos braços, das pernas, realizando principalmente movimentos naturais, como andar e correr, e, que tenha acima de tudo aval dos especialistas da Educação Física; já os exercícios físicos, são sequências de movimentos com o objetivo de alcançar melhor performance, seja em modalidades individuais ou coletivas.

Quem praticar adequadamente qualquer tipo de esporte ou atividade física desde cedo, certamente estará trilhando bom caminho para uma vida adulta saudável, sem precisar iniciar obrigatoriamente, isto é, quando procurar um médico.

Referências


GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento motor – bebês, crianças, adolescentes e adultos. 3 ed. São Paulo. Phorte Editora. 2005.

NAHAS, M. Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londrina: Midiograf, 2001.


Retirei daqui
 http://www.ratser.com/upload/8/9a/89a3344872337181.jpg
Treinadores, além de se preocuparem com o que vão ensinar, devem também se preocupar com o que os atletas irão aprender. Mais que a elaboração de treinos mirabolantes baseados em exercícios educativos modernos, devemos nos esmerar para fornecer aos aprendizes atividades que facilitem a aprendizagem. A justificativa para a redação deste texto é que a área da Aprendizagem Motora (AM) existe há mais de um século e, portanto, nada mais recomendável que se faça uma apropriação desse conhecimento secular, aplicando-o ao Basquetebol (B). Os conhecimentos acerca dos mecanismos de execução do movimento e sobre o processo pelo qual esse movimento é aperfeiçoado, resultando na aquisição de Habilidade Motora (HM), são informações específicas importantes para quem é responsável pelo processo de ensino-aprendizagem (treinador), bem como para quem é o foco desse processo (atleta).
HM pode ter dois significados, gesto técnico e grau de proficiência. Nos últimos campeonatos internacionais – Mundial de Basquetebol Masculino da Turquia (2010) e Jogos Olímpicos de Londres (2012) – vários jogadores excepcionais destacaram-se, mas certamente um dos que causa maior é o argentino Luis Scola (jogador da NBA), por seus arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos e marcação eficiente. De fato, ele desempenhou os fundamentos do Basquetebol (HM com significado de gesto técnico) com ações complexas e intencionais que envolveram mecanismos sensoriais, decisórios e efetores que, mediante o processo de aprendizagem, tornaram-se organizadas e coordenadas de tal forma a alcançar objetivos motores predeterminados com máxima certeza e mínimo gasto de energia (HM com significado de grau de proficiência). Quando nos referimos ao gesto técnico executado, estamos usando a expressão HM com sentido de padrão de movimento utilizado, ou seja, estamos nomeando os fundamentos; no nosso exemplo, arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos, marcação eficiente. Entretanto, quando nos referimos ao nível de execução, estamos usando a expressão HM com sentido de o quão bem a meta é alcançada; no nosso exemplo, arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos, marcação eficiente.
Tomando a expressão HM como gesto técnico, um critério de classificação merece ser destacado: a instabilidade do ambiente. No jogo de Basquetebol, as ações do jogo são executadas em um ambiente instável, dinâmico, que muda constantemente. Por isso, é preciso que jogadores de Basquetebol tenham boa capacidade de adaptação nas HMs específicas para ter sucesso. Por exemplo, é difícil prever o momento e o local de um arremesso ou quando e onde a bola irá depois de bater no aro. Além disso, há variação do número de marcadores de acordo com a situação do jogo, assim como existe a pressão de tempo para efetuar a última ação de ataque. Todavia, a única exceção a essa instabilidade ambiental no jogo é o arremesso de lance livre, em que o ambiente pode ser considerado estável, pois não há marcação e o local de execução do arremesso é sempre o mesmo. Esse princípio de instabilidade ambiental pode servir de base para a organização da prática dos fundamentos do Basquetebol.
Há uma vasta quantidade de pesquisas que estabelecem diretrizes para facilitar a aprendizagem de HMs. Com fundamentação nessas pesquisas, a seguir são apresentadas 18 diretrizes que podem ser aplicadas às sessões de treino/aula de Basquetebol.
O primeiro grupo de fatores que será abordado é a informação que o aprendiz recebe durante o processo, podendo ser prescritiva (antes ou durante a execução) e/ou descritiva (durante ou após a execução). O segundo grupo é relativo à organização da prática.
Em relação à informação prescritiva, as pesquisas em AM sugerem:
1) Estabelecer metas de desempenho ao longo do processo. Exemplo: definir o número de arremessos convertidos em uma série de execuções é uma estratégia motivadora de ensino-aprendizagem.
2) Trabalhar com metas atingíveis, realistas, desafiadoras e específicas. Exemplo: considerando a fase de AM do aprendiz, definir com dificuldade progressiva o número de arremessos que devem ser convertidos em uma série, de modo a motivá-lo para uma prática cada vez mais eficaz.
3) Propor metas específicas de curto prazo associadas a metas de longo prazo. Exemplo: definir o número de arremessos a serem convertidos na série de execuções atual e nas séries subseqüentes (semana e mês seguinte).
4) Espaçar as instruções verbais durante as primeiras tentativas de prática. Exemplo: nos primeiros treinos, ora fornecer, ora não fornecer instrução verbal sobre como um lance livre deve ser executado.
5) Respeitar a fase de AM do aprendiz para decidir sobre qual ponto da HM será fornecida a instrução verbal. Exemplo: em virtude da capacidade limitada de processamento de informação do ser humano, é preferível fornecer informação elementar sobre apenas um aspecto da HM para iniciantes no B. Exemplo: no drible, enfatizar o fato de se driblar sem olhar para a bola.
6) Fornecer instrução verbal em forma de dicas com linguagem objetiva, simples, clara e direta. Exemplo: no drible, fornecer dicas do tipo "não olhar a bola", "proteger a bola com a perna oposta à mão do drible" são mais fáceis de captar porque a instrução é limitada a um ou dois pontos importantes da HM.
7) Utilizar demonstração preferencialmente nas tentativas iniciais. Exemplo: para obtenção de uma imagem mental do fundamento, nos primeiros treinos, pessoalmente o professor ou técnico deve executar com freqüência os fundamentos mais complexos do B (jump ou bandeja). A demonstração não deve ser feita por um dos aprendizes para não expô-lo a possíveis erros perante o grupo. O uso de modelos reais, através de vídeos também pode ser uma estratégia interessante.
8) Demonstrar fazendo o aprendiz prestar atenção no ponto crucial da execução. Exemplo: assim como na instrução verbal, enfatizar ao aprendiz para que preste atenção em um ponto específico da demonstração (a posição dos pés em uma parada brusca que antecede um arremesso).
9) Conjugar simultaneamente demonstração à instrução verbal para aprendizes em fases intermediárias e avançadas de desenvolvimento e AM. Exemplo: demonstrar a bandeja fornecendo instrução verbal simultânea para adolescentes e adultos e para aprendizes que não estejam em fases iniciais de aprendizagem. Crianças e iniciantes podem ser sobrecarregadas com informação simultânea.
10) Manter o foco de atenção do aprendiz para fontes externas ao corpo. Quando o foco de atenção é dirigido para o corpo do aprendiz, há interferência prejudicial nos processos de controle motor. Exemplo: na execução da bandeja, pedir para o aprendiz prestar a atenção na cesta ou na bola, e não no próprio punho ou dedos.
No que tange à informação descritiva, as pesquisas em AM sugerem:
11) Fornecer feedback externo várias vezes, mas sem massacrar o aprendiz com informação a todo momento. Isso evitará que o aprendiz fique dependente do feedback do treinador. Exemplo: numa série de passes diversificados, depois de alguns passes mal executados fique calado para que o aprendiz tenha chance de desenvolver autonomia.
12) Estimular o aprendiz a detectar o erro por si próprio e a corrigir-se a si próprio. Exemplo: Depois de um passe executado sem sucesso, perguntar ao aprendiz o que ele fez de errado e qual seria a melhor forma de corrigir o erro; isso favorecerá o uso efetivo do feedback interno.
13) Oferecer feedback externo após as boas tentativas. Exemplo: depois de bandejas bem sucedidos, reforçar positivamente o que ocorreu, contribuindo para a motivação do aprendiz.
Quanto à organização da prática, as pesquisas em AM sugerem:
14) Preferir mais treinos curtos a menos treinos longos. A consolidação na memória das informações motoras adquiridas é favorecida com o espaçamento das sessões de prática. Exemplo: os treinos de B devem ser distribuídos em várias sessões semanais; concentrar um número reduzido de treinos longos em poucos dias prejudica a AM dos fundamentos.
15) Evitar a prática de um fundamento novo em estado de fadiga extrema. Exemplo: ao final de um treino técnico-tático exaustivo ou depois de uma série desgastante de repetições, os sistemas nervoso central e muscular estão estafados (o que dificulta a conexão entre eles), aumentando significativamente a chance de lesões com prática adicional. Uma exceção pode ser o treino de lances-livres, pois em situação de jogo, esse tipo de arremesso acontece muitas vezes nessas situações de grande stress físico e mental. Além disso, por suas características técnicas, o arremesso utilizado no lance-livre oferece pouca situação de risco aos praticantes.
16) Associar prática mental à prática física. Exemplo: a prática mental (ensaios mentais sem contração muscular observada) tem se mostrado uma aliada importante da prática física na AM, sendo recomendada no B por ocasião de uma lesão, à espera de uma execução em uma fila ou em um período de pausa de um exercício educativo.
17) Estruturar a prática com variações apenas em fases intermediárias e avançadas de AM. Os aprendizes necessitam formar estruturas sólidas de movimento, primeiro, para depois começar a variar a prática. Exemplo: manipular aspectos do ambiente (marcação individual, quadra coberta e descoberta, pouca e muita iluminação, barulho presente e ausente), do padrão de movimento (bandeja, com uma das mãos) ou de parâmetros do movimento (diferentes distâncias, direções e forças aplicadas nos arremessos e passes).
18) Fracionar a habilidade apenas quando a integração entre as partes não é forte. Exemplo: evitar a prática fracionada (em partes) da bandeja, pois há uma forte relação de dependência entre o drible, as passadas, o salto e o arremesso. O mesmo ocorre com os outros fundamentos do B. Prefira então a prática do todo.
Fonte
http://www.uw-rugby.org/wp/wp-content/uploads/2012/05/DSC_3028.jpg

O nome do Rugby Subaquático já dá uma ideia de como o esporte funciona. É jogado numa piscina de 3,5 a 5 metros de profundidade, sendo que a sua largura e comprimento são semelhantes às piscinas utilizadas no polo aquático.

O jogo tem a duração de 30 minutos, divididos em dois tempos, de 15 minutos cada. No interior da piscina encontram-se 6 jogadores de cada lado, com mais 6 jogadores substitutos. É praticado por equipes mistas (homens e mulheres). Para diferenciar as equipes são utilizadas tocas de cores diferentes por cada uma delas – azuis e brancas. O objetivo deste jogo é colocar a bola no cesto da equipe adversária.
O rugby subaquático é jogado totalmente debaixo de água e a bola não pode atingir a superfície. Ela é preenchida com água salgada para que sua densidade seja maior que a da água da piscina e os atletas não podem subir com ela à superfície quando vão tomar ar.
Uma vez que a bola percorre cerca de 2 a 3 metros antes de ser parada pela resistência oferecida pela água, este desporto exige uma enorme tática e um excelente posicionamento dos jogadores. O jogador pode, também, usar diferentes habilidades e estratégias como a força, velocidade, mobilidade ou o baixo consumo de oxigênio.
E por que o nome rugby? Porque o contato físico é intenso, e a lógica de chegar com a bola ao outro lado da piscina é semelhante.
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A pesquisa que existe para que haja uma melhora técnica no nado de crawl não é recente. Há anos estuda-se uma forma de diminuir a resistência   e aumentar a velocidade do homem dentro d´água.

Ao longo desse tempo, o nado foi evoluindo. No início a respiração do nado crawl era frontal, sendo de extrema dificuldade na sua execução, na tentativa de evitar o rolamento de tronco. O primeiro nadador a demonstrar a eficácia da respiração lateral foi o Johnny Weismüller, sendo a expiração na água inicialmente feita pelo nariz, depois pela boca e pelo nariz e finalmente pela boca, apenas deixando que o ar escape pelo nariz, sem a preocupação de expeli-lo.

Para melhorar a performance alguns fatores são levados em consideração. Esses fatores são: posição do corpo, a ação dos braços, ação das pernas, a respiração e a coordenação geral.

Posição do corpo
A posição do corpo na água deve ser a mais paralela possível da linha da superfície, não esquecendo que a ação das pernas é realizada abaixo desse mesmo nível.

Um corpo bem posicionado pode reduzir consideravelmente a resistência frontal.

Ação dos braços

O trabalho dos braços no nado crawl pode ser dividido em 2 partes: a fase aérea e a fase aquática.

Fase aérea
É o momento de recuperação do nado, onde há o mínimo de gasto energético, com o cotovelo para cima, os dedos das mãos deslizam na água posicionando o braço na direção da entrada. A entrada da mão na água é realizada com a mesma estendida no prolongamento do braço, onde o polegar e o indicador cortam a água.

Fase aquática

Ocorre todo o trabalho de propulsão efetiva na água, com um maior dispêndio de energia. Depois da entrada na água, a mão desloca-se para baixo em um trajeto curvilíneo, mantendo o cotovelo alto. A puxada na água ocorre com uma alavanca potente, onde à medida que o braço caminha com a mão em direção ao eixo do corpo e para trás, o cotovelo procura manter-se alto, como um ponto fixo, indo este movimento até o máximo da flexão do cotovelo.

A partir daí, começa a empurrada que é a parte final da fase aquática, que ocorre com uma completa extensão do braço, com a palma da mão para cima.

Ação das pernas
O batimento de pernas origina-se no quadril, com movimentos alternados, onde há a flexão da perna na batida para baixo e extensão da outra perna na batida para cima. Fazendo uma comparação bem global, o batimento de pernas do crawl na posição horizontal assemelha-se com o andar de um adulto na posição vertical.

O batimento de pernas no crawl é responsável em até 20% pela propulsão do seu praticante, porém é ele que dá a estabilidade ao nado, em uma margem de 80 a 85%.
As pernas não devem sair da água, a flexão dos joelhos não deve ser exagerada e a força deve sempre ocorrer durante a extensão dos mesmos.

Respiração e a coordenação geral

A inspiração e a expiração devem ser relaxadas, girando a cabeça para o lado, como se o queixo encostasse no ombro.

Deve-se inspirar tão logo o braço começa a fase de recuperação, ou seja, a fase aérea e termina com a expiração durante a fase aquática.
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O atletismo é composto por atividades que permeiam as atividades diárias do indivíduo. Correr, saltar e lançar são práticas que estão inseridas dentro de nossos hábitos. No entanto, estas ações quando realizadas no atletismo apresentam-se de maneira especializada, cabendo a nós professores oferecer recursos para o aprendiz poder trilhar este caminho de aperfeiçoamento (Gallahue e Ozmun, 2000).

O atletismo para as pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão) segue a mesma lógica do esporte convencional. No entanto suas regras são alteradas somente para possibilitar a participação das pessoas que não recebem ou recebem de maneira muito limitada as informações visuais.

O atletismo para deficientes visuais tem as seguintes provas: corridas de velocidade (100, 200 e 400 metros), corridas de meio fundo (800 e 1500 metros), corridas de fundo (5000 e 10000 metros), corridas de revezamento (4x100 e 4x400 metros), corridas de pedestrianismo (provas de rua e maratona), saltos (triplo, distância e altura), arremessos e lançamentos (peso, dardo, disco e martelo) e provas combinadas (pentatlon - disco, peso, 100, 1500 e distância).

As regras para as classes B1 e B2 são adaptadas pela Federação Internacional de Desportos para Cegos - IBSA e na classe B3 usa-se as mesmas regras da Federação Internacional das Associações de Atletismo - IAAF.

Devemos desenvolver uma proposta pedagógica para as pessoas com deficiências visuais onde a sustentação inclua a troca de significados. Capacidade deve substituir as palavras que normalmente agregamos ao termo deficiência, já que ao falarmos de deficiência, o que vem logo em nossa mente é impossibilidade, incapacidade e inadequação.

Devemos pensar que a pessoa tem, por exemplo, o olho como um problema estrutural ou fisiológico, o que o deixa incapacitado de enxergar com nitidez, mas por causa do problema no olho ele não é necessariamente deficiente em suas ações diárias, apenas o seu órgão visual é deficiente e trazendo sim uma incapacidade funcional na percepção visual e uma limitação nas ações diárias (OMS, 2001).

É preciso pensar o Homem como um ser que sofre influências diversas e complexas do meio (Gallahue e Ozmun, 2000). Esta lógica ajuda na construção de uma intervenção pedagógica baseada na diversidade. As respostas ocorrem de modo a sempre adequar o sujeito da melhor maneira na busca de sua autonomia seja ela biológica, psicológica, física ou social.


Pronto...

A X Conferência Internacional de Classificação de Deficiências em 1993 apresenta duas classes dentro da deficiência visual: a cegueira e a baixa visão. Para definir as classes segue-se o seguinte critério: a cegueira é definida como acuidade visual inferior a 3/60 metros ou campo visual baixo no melhor olho de correção; a baixa visão corresponde a acuidade visual entre 3/18 e 6/60 no melhor olho e com a melhor correção (OMS, 2001).

Para a prática esportiva utiliza-se uma classificação separando as pessoas com cegueira e baixa visão (a classificação esportiva chama este último de deficientes visuais), em classes distintas. Esta classificação, respeita uma avaliação oftalmológica, realizada para que os atletas compitam dentro de classes, desenvolvendo, assim, o desporto de maneira mais igualitária conforme o grau de deficiência. A classificação esportiva é dividida em três grupos funcionais: B-1 é aquele considerado cego, podendo perceber ou não luminosidade, mas não conseguindo distinguir o formato de uma mão colocada a sua frente; B-2 aquele que possui resíduo visual, tendo um campo visual de até 5 graus e/ou acuidade visual de até 2/60 metros ou 20/400 pés; já o B-3 é aquele que tem campo visual variando de 5 à 20 graus e/ou acuidade visual entre 2/60 metros ou 20/400 pés à 6/60 metros ou 20/200 pés. Sendo que esta capacidade visual é aquela obtida no olho de melhor correção, após cirurgia e com o uso corretivo de lentes (IBSA, 1998).

Na formulação das idéias deste texto utilizaremos o termo cegueira para a pessoa que não tem recepção luminosa ou não consiga utilizar este recurso de maneira positiva no seu aprendizado; baixa visão será utilizada para aquela pessoa que recepciona informações visuais e mesmo com severas restrições, utiliza-a para o seu aprendizado. Adotamos, assim um conceito funcional da visão dentro do processo de aprendizado. Quando citarmos o termo deficiência visual este será usado englobando estas duas populações.

A pessoa com deficiência visual apresenta: locomoção insegura, com pouco controle e consciência corporal, problemas posturais e insegurança (Seaman & De Pauw, 1982) o que pode gerar comprometimento no equilíbrio (estático), coordenação, agilidade, controle corporal e postura (Adams et al., 1985). As estruturas prejudicadas pela deficiência visual, segundo Cobo, Rodrigues e Bueno (2003) são a recepção e interpretação de informações, aprendizagem de esquemas motores e por imitação, na auto-avaliação e controle das ações. O esporte pode ser uma ferramenta para minimizar estes problemas, esta prática oportuniza a experiência motora diferenciada, o que pode diminuir as defasagens apresentadas como perfil desta população. Sendo assim, vale reforçar que nosso estudo sobre esporte caminha junto com o desenvolvimento global das pessoas, o que justifica nossa intenção de utilizarmos certas terminologias além de uma proposta específica.



Vai...

A aprendizagem da pessoa com deficiência visual no atletismo deve respeitar a individualidade do aprendiz, partindo do conhecimento (Gallahe e Ozmun, 2000) e das incapacidades sensoriais do aluno (Cobo, Rodrigues e Bueno, 2003, Oliveira Filho e Almeida 2004).

A corrida - a pessoa vidente corre durante toda a infância e juventude, enquanto a pessoa cega normalmente apresenta um nível menor de estímulos nestas fases e por medo do desconhecido e, consequentemente, se machucar, ela não se arrisca sem ter o auxílio de um guia ou conhecer muito bem o meio que irá percorrer, o que reflete em menores oportunidades de ações e acarretará em um nível acentuado de sedentarismo (Jankowski & Evans 1981, Kobberling, Jankowski, Leger, 1991). Desta feita quanto menor for a visão, a capacidade aeróbica do sujeito consequentemente será menor (Makris, 1994).

O primeiro passo para uma aula de corrida é o reconhecimento do espaço, tanto para o aluno cego quanto para o de baixa visão. É fundamental conhecer as dimensões (largura e comprimento) do local, percebendo os obstáculos, se houverem, e reconhecendo referências que possam auxiliar na orientação espacial (sons, cheiros ou luz em determinados pontos). Assim é possível criar, o mapa mental do ambiente, diminuindo o medo do imprevisto. Toda vez que tiver alguma alteração do meio é muito importante que aluno saiba desta mudança.

Para correr, o aluno poderá estar acompanhado de um guia, que irá orientar o corredor em seu deslocamento. O guia poderá correr ao lado do aluno e ligado a este por uma corda entre as mãos, ou mão e braço ou ainda segurando na camisa do corredor cego. Nunca poderá puxar, empurrar ou lançar o atleta à frente, estas ações prejudicam o desenvolvimento motor do iniciante, exceto quando, durante o início da aprendizagem, tais ações são caracterizadas por um comando que traga proteção aos alunos. Com o aluno de baixa visão o guia pode correr, também, ao lado dando informações verbais, além da tátil.

Na construção do método pedagógico podemos usar informações táteis diretas e indiretas ou informações sonoras verbais ou sinaléticas (Almeida & Oliveira Filho, 2001).

Alguns exercícios que podem ser desenvolvidos baseados nestes dois referenciais:

Usar um corredor de cordas elásticas, ao longo de 20 metros, que irá possibilitar o direcionamento da corrida do aluno; ao esbarrar na corda ele irá perceber que deve reorientar sua direção. No começo esta estratégia que deverá estimular uma corrida segura será basicamente uma informação tátil direta e, após a incorporação deste exercício, o estímulo passa a acontecer essencialmente através de informação tátil indireta. Variações deste exercício podem ser, correr segurando a corda que estiver como ponto de referência e dando auxílio para a percepção de espaço a ser percorrido com uma das mãos ou usar duas cordas paralelas formando um corredor onde o aluno se deslocará dentro do mesmo e sem necessidade de segurar na corda, visto que as mesmas, estando mais ou menos na altura do quadril do aluno o protegerá para que este não saia do espaço previsto e seguro. Uma variação para o corredor de cordas é usar uma corda transversal e amarradas as duas, funcionando assim como "freio" onde, ao esbarrar nesta o aluno deve parar, uma vez que a mesma estará no final do percurso para indicar a sua finalização.

Um exemplo simples e utilizando auxilio sonoro, pode esr praticado a partir de 2 colunas, uma de frente para a outra e distantes mais ou menos 20 metros, onde o primeiro elemento de uma coluna chamará, através de uma informação auditiva sinalética (palmas, assobios, etc) ou auditiva verbal-explicativa (orientação de velocidade, direção, etc), o primeiro elemento da outra coluna para correr em sua direção e, este, ao chegar de seu deslocamento (corrida, saltitos, etc), posicionar-se-a no final da coluna a qual se dirigiu. Idem, em relação ao primeiro elemento da outra coluna, chamando intercaladamente, aluno da coluna a sua frente. No início da aprendizagem destes exercícios, para maior adaptação do espaço a ser percorrido, aconselha-se que o primeiro elemento de cada coluna seja um "guia" vidente, com função de chamar e orientar o deslocamento dos corredores. As variações serão dar instruções verbais de direção e velocidade, substituir os videntes por pessoas cegas (busca da autonomia), colocar elementos de complexidade motora nos deslocamentos (técnica de corrida, giros e saltos), aumentar o número de chamadores (quem bate palmas), colocar os chamadores em formações como quadrados e triângulos, realizar barulhos diferentes e em volumes diferentes.

Os exercícios que indicam maior eficiência para deslocamentos em corridas podem ser os mesmos encontrados nos livros e manuais de atletismo. Para adaptação dos deslocamentos pretendidos devemos incluir idéias de como se pensar nas informações a serem dadas dentro da lógica tátil ou sonora, fornecendo assim recursos que favoreçam o entendimento das pessoas cegas, e para as pessoas com baixa visão devemos ainda fornecer alguns recursos visual, com adaptações de cores em alto contraste, além dos estímulos sonoros e táteis.

"Dicas" de Regras básicas - os alunos cegos (B1) e o com baixa visão (B2) poderão ter o auxílio de um guia e este deverá respeitar a distância de no mínimo 5 cm e no máximo 50 cm entre atleta e guia; o atleta e o guia nas provas de velocidade deverão utilizar o bloco de partida.


Os arremessos e lançamentos

Ao planejar uma sessão de treino ou aula sobre arremessos o reconhecimento espacial do ambiente deverá ser observado já como um ítem para os "primeiros passos", neste caso para conhecer as distâncias, será fundamental para quem não tem o referencial visual.

Na programação inicial, o enfoque deve ser dado aos jogos e exercícios de equilíbrio, já que nosso principal mecanismo de equilíbrio é a visão. Sem ela, no caso da cegueira, o sistema vestibular e a propriocepção devem ser estimuladas para compensarem a ausência da visão (Bueno, 2003). Os arremessos e lançamentos são constantes processos de perda e retomada de equilíbrio, tanto estático quanto dinâmico. Jogos de luta onde se tenta desequilibrar o adversário ou a ginástica olímpica são bons exemplos de exercícios para se trabalhar exercícios de equilíbrio.

Para um bom desempenho esportivo, a orientação espacial, assim como o desenvolvimento de capacidade e habilidades físicas, tal como o equilíbrio, são essenciais, já que o aluno deverá realizar um lançamento de dardo sem ultrapassar o limite do setor de arremessos e em seguida deve sair deste sem o auxílio do guia e dominando a estabilidade do próprio corpo.

Os exercícios de orientação espacial e de lançamento serão direcionados pelas informações verbais explicativas e sinaléticas. Para isso, pode-se combinar diferentes informações em um mesmo exercício, pensando no nível de complexidade das informações e no repertório motor do indivíduo. Assim, quanto maior e bem direcionados forem os números de informações, maior será a possibilidade de desenvolvimento motor adequado frente as situações exigidas, pois o contrario pode indicar níveis baixos de adaptação do aluno frente as atividades solicitadas apresentando-se muito complexas e revelarem que uma informação sonora ou tátil utilizada de maneira inadequada terão pouco efeito naquele momento do aprendizado.

Um exercício para arremesso de peso pode ser desenvolvido da seguinte maneira: o chamador irá posicionar o atleta no setor de arremesso, orientá-lo espacialmente (através de informações táteis e sonoras), colocá-lo próximo dos implementos e irá, após isto, colocar-se em frente do atleta batendo palmas para indicar a direção do arremesso, assim, no caso de um giro, o atleta saberá qual a direção correta de soltar o implemento. Uma boa dica é combinar um sinal antecipado, assim após ouvir o sinal, o atleta deverá realizar mais um ou dois passos e fazer o gesto de lançamento.

Os giros são elementos complexos na aprendizagem do atleta com deficiência visual, pois, com a ausência da visão o sistema vestibular será imprescindível no equilíbrio, lembrando que este funciona por movimentação e o giro em uma pessoa não treinada, irá atrapalhar na orientação da lateralidade no atleta.

Exercícios de corrida e de técnica, também, são fundamentais para estes alunos.

Não esquecer, entretanto, que, dependendo dos níveis motores e capacidades de se orientar no espaço do aluno, uma dica é, tomando como exemplo o arremesso de peso, desenvolver os exercícios de deslocamento (que acontece antes do giro), e/ou os exercícios de estabilidade (que acontecem antes ou logo após o arremesso), e/ou os exercícios de manipulação (que acontecem logo após o giro), isoladamente e depois conecta-los gradativamente.

"Dicas" de Regras básicas - o tempo para o lançamento ou arremesso é iniciado após a orientação espacial do atleta, atleta e guia são um só, qualquer um dos dois pode invalidar uma tentativa de arremesso e o guia pode orientar espacialmente o atleta a todo o momento.


Saltos

A fase de corrida nos saltos deve passar pelo mesmo processo pedagógico das corridas e arremessos (orientação espacial e dinâmica de deslocamento). As dificuldades mais comuns acontecem no treinamento para a "chamada" (passo que antecede o salto), enquanto que na fase aérea do salto, tais problema relacionados com o nível de aprendizagem são minimizados, pois a questão da orientação espacial não influi mais de maneira tão intensa, já que não se pode mudar a trajetória do deslocamento.

A chamada é um elemento de precisão que depende de refinamento técnico gerado pela repetição e entendimento do exercício. A distância para a chamada deve ser treinada e estabelecida nos treinos. Apesar da área de impulsão oficial no salto em distância e no triplo, para o B1 e B2, ser ampliada para 1x1,2 metro (salto real), o aluno precisa ter o referencial espacial muito bem estabelecido, já que o atleta tem que correr na direção certa e ainda acertar a distância da tábua. Independente da ajuda de um chamador, esta ação é de muita complexidade em sua execução.

Para o salto em distância o chamador (guia) deverá posicionar-se ao lado da área de impulsão e bater palmas para indicar a direção da corrida; quando o atleta se aproximar ele deverá dar um sinal que faltam 1 ou 2 passos para o salto. Pode-se usar um outro chamador (guia) atrás da caixa de areia dando as coordenadas de direção e, assim, o outro chamador que ficará ao lado da área de impulsão só irá indicar o momento da impulsão para o salto. Esta técnica, com dois chamadores, é muito útil no salto triplo, onde o atleta durante os três saltos tende a perder um pouco do senso de direção.

"Dicas" de Regras básicas - o atleta e guia são um competidor apenas, quando um comete uma irregularidade os dois são punidos. O atleta pode a qualquer momento solicitar a orientação espacial. No salto em altura, antes do salto, o atleta pode fazer o reconhecimento espacial da altura do sarrafo colocando a mão sobre ele e, caso o sarrafo caia, o atleta não será punido.


E o vencedor é...

Poderíamos abordar neste texto somente capacidades físicas e técnicas esportivas, mas isto ficaria aquém das necessidades básicas do atleta deficiente visual. O diferencial na intervenção junto a pessoas com deficiência visual é a construção de um sistema de informações eficaz e que possibilite a incorporação de hábitos e atitudes, que facilitem a orientação espacial. Ao construir um sistema de orientação eficiente, ensinar o atletismo fica mais fácil.

As capacidades físicas e técnicas terão uma melhora considerável e serão facilitadas em sua aprendizagem, quando trabalharmos no programa de treinamento a orientação espacial. No "mundo dos videntes" a precisão se dá pelo uso da visão. No "mundo do cego", isto se dá essencialmente isto se dá pela instrumentalização das informações passadas pelo chamador ou técnico.

E no mundo do atleta de baixa visão? A construção espacial dar-se-á pela integração das informações captadas pelo resíduo visual e pelas informações passadas pelos videntes.

Para tanto, o instrutor vidente deve transmitir as informações para uma pessoa que não enxerga ou enxerga de maneira muito limitada, tendo, assim se sustentar da lógica de entendimento do aluno, para transmitir-lhe a informação da maneira mais adequada possível.

O objetivo maior de uma proposta pedagógica é possibilitar ao aprendiz a condição de exercer sua cidadania, tendo capacidade de gerar autonomia e não ser exclusivamente dependente de outras pessoas em todas as suas ações. Poucos dos nossos alunos serão atletas de alta performance, mas todos poderão carregar pelo resto da vida a bagagem aprendida no esporte. Este é o papel de estudos que abordem questões relacionadas ao ensino-aprendizagem, assim buscamos trazer neste texto algumas questões pedagógicas ao professor e que deverão permear estas com valores e condições que favoreçam o aprendizado do seu aluno de maneira global.


Referências bibliográficas

ADAMS, R. C. et al.. Jogos, esportes e exercícios para deficientes físicos. 3. ed. São Paulo: Manole, 1985.

BUENO, S.T. Motricidade e Deficiência Visual. In Martim, M.B., BUENO, S.T. Deficiência Visual: Aspectos Psicoevolutivos e3 Educativos. São Paulo: Santos Livraria e Editora 2003

COBO, A.D., RODRIGUEZ, M. G. BUENO S.T. Aprendizagem e Deficiência visual. In Martim, M.B., BUENO, S.T. Deficiência Visual: Aspectos Psicoevolutivos e3 Educativos. São Paulo: Santos Livraria e Editora 2003

GALLAHUE, D.L. & OZMUN, J.C. Compreendendo o desenvolvimento Motor: Bebês, crianças, Adolescentes e Adultos. Phorte Editora: São Paulo, 2000

IBSA. Classification B-1, B-2 and B-3. Available from World Wide Web: http://www.ibsa.es/rules/rules.html acesso em 12 de novembro de 1998.

JANKOWSKI, L. W. & EVANS J.K. The exercise capacity of blind children Journal of Visual Impairment & Blindness, v. 75 , nº 6, p. 248 à 251 June 1981.

KOBBERLING, G., JANKOWSKI, L.W., LEGER, L. The relationship between aerobic capacity and physical activity in blind and sighted adolescents Journal of Visual Impairment & Blindness, v. 85, nº 9, p. 382 à 384 November 1991.

MAKRRIS, V. Perdida visual y rendimento de los atletas ciegos y sistema de classificacion visual de IBSA. Congresso Internacional de Baixa Visão Anais 1994.

OLIVEIRA FILHO, C.W.; ALMEIDA, G.J.J., A iniciação e o acompanhamento do atleta deficiente visual. IN: Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada, Temas em Educação Física Adaptada [S.L], SOBAMA, 2001

OMS, CIDDM 2: Classificación Internaccional del Funcionamento, la Discapacidad y la Salud. http://www.who.ch/icidh, consultado 01 de abril de 2001.

Retirado daqui

http://recreio.uol.com.br/orinoco/media//images/large/2015/08/05/olimpiadas.png


Estão tendo Olimpíadas no Brasil, eu estou aproveitando mas já uma  coisa que vem me incomodando: o coitadismo e vitimismo que impera na nossa Cultura foi para o esporte.  De alto nível. Está imperando num lugar onde psicólogos e treinadores deveriam agir.  Pessoal, não se faz campeões com o vitimismo imperando.

Vou dar três exemplos olímpicos. Vem comigo!

O futebol masculino anda mal das pernas e não é só nas Olimpíadas.  O técnico do Brasil saiu em defesa do principal jogador. Eu também sairia, o defenderia, é o meu craque.  Mas o argumento usado pelo técnico foi para revelar todo o coitadismo, vitimismo e sei lá mais o que impera na nossa cultura. Que coisa mais surreal usar a idade da Marta pra defender o Neymar, falar que um cara de 24 anos não vai aguentar pressão e que ele não vai mais querer jogar pela seleção para as críticas serem aliviadas. Isso passa longe de um perfil vencedor que o esporte de alto nível tem que ter.  A tentativa da preservação do craque com argumentos tão falhos escancara o que a gente tem de pior: vamos ter pena do cara, é só um cara de 24 anos que precisa de tranquilidade. Ele precisa mesmo de tranquilidade mas não é pra ter pena porque ele tem 24 anos ou medo porque ele não vai mais jogar pela seleção.  Vamos melhorar os argumentos ou ter um desempenho melhor para não ser criticado.

O segundo caso que me chamou muito a atenção para essa coisa de vitimismo foi a entrevista de "despedida" da nadadora Joanna Maranhão. Ela conseguiu colocar numa frase e generalizar todo o país com adjetivos incluindo o racismo, machismo e xenofobia. Aí, você vai procurar na rede social dela e pasmem:  é um escarcéu de xenofobia, machismo... Mas ela, pra sair com uma declaração polêmica, como muitos posts que ela fez, prefere se colocar numa posição de "xingada, humilhada" do que falar da vida dela na Natação. Joanna tem uma técnica de nado linda, fez final olímpica e isso é coisa pra caramba!  Lamentei inclusive em rede social essa postura de vítima que ela adotou, sabe-se lá o porquê!

Para terminar esse texto, que já está longo demais, vou falar do terceiro exemplo olímpico. Você conhece a historia do Vanderlei Cordeiro de Lima? Resumindo, ele estava pra ganhar a medalha de Ouro na maratona, foi agarrado por um louco, continuou na prova e ganhou o bronze. Muitos acham que o Vanderlei teve sorte de ser agarrado porque ele não teria a projeção que teve. Outros lamentam até hoje aquele fato. O Vanderlei encarou a medalha de bronze como uma vitória única, como foi. Você já o viu se lamentando dizendo que aquilo aconteceu porque era brasileiro, pobre, falando de idade, comparando com outro atleta ou sei lá mais o que?  Eu não o vi se colocar na posição de prejudicado. A imprensa tentou mas a postura dele nunca foi de vítima.  Afinal de contas, ele tem uma medalha olímpica, uma conquista no esporte que pratica, assim como o Neymar e a Joanna também têm.

O esporte brasileiro precisa evoluir.  E pode colocar na lista a erradicação do mimimi, coitadismo e vitimismo.

Afinal de contas, você conhece algum campeão, seja nas olimpíadas, seja no esporte, seja na vida, que usa e vitimismo e se faz de pobre coitado?

Até a próxima!

http://www.judoctj.com.br/wp-content/uploads/2011/12/flavio-canto-newaza-judo.jpg


Arte marcial criada no Japão em 1882, o judô – numa tradução direta – significa "caminho da suavidade".  A modalidade foi criada no Japão em 1882, pelo professor Jigoro Kano a partir das técnicas de jiu-jitsu adaptadas para evitar os golpes mais perigosos.
O objetivo original era a defesa pessoal, mas na competição o foco é outro: derrubar o adversário com as costas voltadas para o tatame, o local onde acontece as lutas. Outra forma de encerrar o combate é imobilizar o rival no solo por 20 segundos ou até o oponente desistir.
O golpe perfeito é computado como ippon, que, ao ser registrado pelos árbitros, dá a vitória ao judoca que o aplicou. Os golpes incompletos são pontuados como wazari, que representa meio ippon, ou como yuko, que seria metade do wazari.
Atualmente, o judô está dividido em sete categorias para homens e sete categorias para mulheres, de acordo com o peso dos judocas. No Rio 2016, as disputas ocorrerão na Arena Carioca 2, no Parque Olímpico da Barra, entre os dias 6 e 12 de agosto.
O judô estreou nas Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 1964, no masculino, e em Barcelona 1992, no feminino. O Japão é o maior recordista de medalhas neste esporte, com 72 medalhas olímpicas, sendo 36 ouros. O Brasil já conquistou 19 medalhas nos tatames: três de ouro, três de prata e 13 de bronze.
O esporte é controlado internacionalmente pela Federação Internacional de Judô (FIJ), e, no país, pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ).
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O voleibol é composto de movimentos combinados, com máxima intensidade seguidos de intervalos de repouso. É um esporte coletivo jogado por duas equipes num terreno dividido ao meio por uma rede. O objetivo principal do jogo consiste em enviar regularmente a bola por cima da rede, de forma a tocar o campo contrário e impedir, por outro lado, que ela toque o chão do seu próprio campo. A jogada desenvolve-se até que a bola toque o chão, seja enviada para fora ou uma das equipes não consiga devolver corretamente e, em cada jogada é ganho um ponto sagrando-se vencedora a equipe que obtiver o maior número de pontos.

No voleibol, o bloqueio, o salto vertical, o passe e a cortada são movimentos imprescindíveis, que podem determinar a vitória ou a derrota da equipe, dependendo do seu nível de treinamento e performance.  Atendendo as características dinâmicas e explosivas da grande maioria das ações técnicas do jogador de voleibol,  a otimização da força muscular e potência dos membros inferiores permite ao atleta o aumento da sua capacidade de realização do salto vertical. E, um dos métodos mais amplamente utilizados para o desenvolvimento do salto é o treinamento de pliometría.

O treinamento pliométrico é fundamental para a performance no salto vertical e está baseado no Ciclo de Alongamento e Encurtamento (CAE), o qual é um mecanismo fisiológico que tem como função aumentar a eficiência mecânica do movimento.

O ciclo de alongamento-encurtamento está baseado no acúmulo de energia potencial elásticas durante as ações musculares excêntricas, a qual é liberada na fase concêntrica subsequente sob forma de energia cinética, ele diz que quando há passagem da fase excêntrica para a concêntrica de forma rápida os músculos podem utilizar a energia elástica armazenada na fase excêntrica para geração de força com um menor custo metabólico.  O propósito dos exercícios de ciclo alongar-encurtar ou de contra movimento é melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular e armazenar energia elástica durante o pré-alongamento, para que esta seja utilizada durante a fase concêntrica do movimento.

A pliometria é baseada na combinação dos reflexos de estiramento muscular e nas propriedades mecânicas e, principalmente, elásticas do sistema músculo-tendíneo.

Fisiologicamente, quando o alongamento excessivo e violento torna-se possível, os receptores de alongamento criam impulsos nervosos proprioceptivos para serem enviados à medula espinhal e, por meio de uma ação reflexa, eles são recebidos novamente nos receptores.

A pliometria vem sendo muito difundida no meio esportivo. Para isto são utilizados saltos partindo de uma plataforma elevada para o chão, seguidos por saltos para uma próxima plataforma, com o objetivo de fazer com que a velocidade do centro de gravidade corporal no momento do contato com o solo aumente, pela ação da força da gravidade na quantidade de energia cinética do corpo durante a queda. Isso faz com que a fase excêntrica seja maior e gerada rapidamente para amortecer o impacto e consequentemente produzir uma facilitação neural para que a fase concêntrica também seja gerada da mesma forma, assim como aumentando a eficiência por retorno da energia pela utilização do ciclo de alongamento-encurtamento.

Por ser um método de treinamento composto por exercícios de natureza simples, uma vez que muitos destes podem ser considerados como uma evolução dos movimentos mais comuns que preenchem o cotidiano da maioria das pessoas podendo, inclusive, serem praticados em qualquer ambiente.

De igual maneira, agregam-se os métodos e técnicas de avaliação do salto vertical, considerando os que foram expostos neste trabalho, tendo em vista não ser necessários, para tais fins, recursos que fogem a capacidade de acesso de qualquer avaliador.

É importante ressaltar que os exercícios pliométricos são contra-indicados para pessoas que se encontram nos períodos pós-operatórios imediatos, presença de inflamação aguda, dor, edema ou derrame articular

É uma excelente opção para treinadores que querem desenvolver o salto vertical no Voleibol.

Com ajuda daqui
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A periodização do treinamento pode ser entendida como uma forma de organizar o tempo disponível para atingir um determinado objetivo. A partir dessa organização os objetivos traçados deverão ser alcançados, caso o planejamento tenha sido feito de maneira correta. Para isso os treinos são divididos em fases ou períodos, para que se possa ter um maior controle dos treinamentos.

    Desta forma, mostraremos a seguir, nosso sujeito, quais seus objetivos e como faremos para atingi-los.

Sujeitos

    Dez jogadores de basquete amador com idades entre 20 e 30 anos que jogam na categoria adulto. Irão participar de um campeonato amador de basquete que terá início em abril, perdurando até agosto. O campeonato terá jogos todas as semanas, somente no domingo.

    Os atletas amadores em questão se mantiveram treinando durante o período de férias nas seguintes atividades: duas corridas semanais de 45 minutos, treinos de musculação duas vezes por semana e jogavam basquete uma vez por semana aos domingos.

Treinamento

    Podemos entender o treinamento como o aprimoramento em uma determinada área. Nesse caso o treinamento esportivo seria o aperfeiçoamento do preparo físico, técnico tático, intelectual, psíquico e moral do atleta através de exercícios físicos (WEINECK, 2003).

    Segundo Platonov (2008, p. 507), para a preparação física de desportistas é importante destacar alguns elementos estruturais, como:

a preparação plurianual, como conjunto de etapas relativamente independentes e, ao mesmo tempo, inter-relacionadas;
  • os ciclos médios (mesociclos);
  • os ciclos pequenos (microciclos)
  • as sessões do treinamento.
    No treinamento a parte mais abrangente é denominada macrociclo, composta por meses, que consiste em uma etapa completa de treinamento. Dentro do macrociclo aparecem os mesociclos que são uma etapa relativamente completa do processo de treinamento. Através deles se tem um melhor controle do programa de treinamento, pois a sua utilização "permite sistematizar a preparação de acordo com a tarefa principal do período" (PLATONOV, 2008, p. 592). Os mesociclos mais conhecidos são os de quatro semanas. Por sua vez, os microciclos tem a duração de alguns dias, geralmente uma semana, e são neles que são realizadas atividades específicas de cada fase de treinamento. Já a sessão de treino nada mais é do que um dia de treinamento.

    Tendo ciência da nomenclatura utilizada na definição da periodização do treinamento, ressaltamos que nossa equipe irá iniciar a preparação conosco um mês antes do início do campeonato (março). Nessa fase inicial iremos avaliar os indivíduos, para que possamos ver em que nível de treinamento eles se encontram e o que deve ser dado maior ênfase nos treinamentos.

    Para Weineck (2003), os ciclos de treinamento devem ser divididos em: preparatório, período de competições e período de transição. Haddad e Daniel (2005) ressaltam que na fase de preparação deve ser priorizado o desenvolvimento atlético, partindo do simples para o complexo e aumentando o volume e intensidade gradativamente. Boa parte desse tempo deve ser destinada para a preparação muscular, inicialmente com exercícios básicos e de grandes grupos musculares. A relação entre volume e intensidade se inverte na fase final de preparação, quando a intensidade ganha predominância, nessa fase é levada em consideração trabalhos mais complexos e específicos da modalidade, como o desenvolvimento de gestos. Na fase final, há a predominância do trabalho técnico sobre o físico. Já na fase de competição, o treinamento é prioritariamente para a manutenção dos ganhos previamente adquiridos, no qual o trabalho tático prevalece sobre o físico e técnico.

Leia mais aqui
http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/7/541570/size_810_16_9_jogador-de-futebol-dribla-adversarios.jpg

O futebol é uma das modalidades esportivas que apresenta a maior dificuldade para a sua caracterização com relação ao esforço físico requerido. Em provas como 100 metros rasos do atletismo ou a maratona é fácil definir, são esportes com predominância anaeróbica e aeróbica, respectivamente. Mas o futebol apresenta características particulares em cada movimento.

Para o jogador de futebol, a força explosiva de membros inferiores bastante desenvolvida lhe confere grandes vantagens, desde o fato de saltar mais alto que seu oponente até executar deslocamentos com grande aceleração, parar e recomeçar a corrida rapidamente e executar mudanças de direção instantâneas. Além disso, a força explosiva é importante nos movimentos específicos do desporto, como os sprints, saltos, chutes e cabeceios.

A força explosiva dos membros inferiores é associada significativamente aos saltos verticais e ao desempenho nos tiros em velocidade. Diversas ações do jogo de futebol exigem bastante força explosiva, como nos tiros de curta duração, além dos momentos de aceleração e desaceleração de forma brusca, quando são requeridos elevados níveis desta valência física para modificar a inércia da massa corporal do jogador.

Então estar bem treinado nessa valência física é muito importante para um bom desempenho físico do jogador de futebol.
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O treinamento psicológico vem aos poucos recebendo uma atenção especial da área científica nos últimos anos. Mais, especificamente, a área esportiva está aderindo às mais variadas técnicas de Treinamento Psicológico, tanto para melhorar fatores psicológicos, quanto aperfeiçoar habilidades físicas de atletas. Além dos resultados positivos que alguns estudos trazem, treinadores e psicólogos estão provando para o mundo que, além do treinamento físico, o treinamento psicológico também é imprescindível para a obtenção de resultados no esporte.

O treinamento psicológico pode adicionar, melhorar, e/ou treinar os fatores pessoais do indivíduo, porém os fatores situacionais dependem muito mais da vontade e disposição dos envolvidos (treinadores, colegas, etc.), do ambiente (condizente com o desporto) e dos recursos que para ele são oferecidos (materiais, instalações, opções, etc.). Estes fatores integrados pressupõem uma grande chance de manutenção e treinabilidade da motivação de uma maneira duradoura e vitoriosa.

Princípios do Treinamento Psicológico

    Seiler e Stock (apud BECKER, 2002) destacam que antes da aplicação de qualquer técnica de treinamento psicológico, é necessário condições para que o aprendizado ocorra da melhor forma possível e com resultados expressivos; são os chamados Princípios do Treinamento Psicológico :

Iniciativa própria: A decisão de participar de um programa de treinamento psicológico é somente dos próprios atletas, não sendo imposta por terceiros.

Compreensão: O atleta deve entender todo o processo de seu treinamento. Conhecendo e se acostumando com a técnica, ele se envolve e se empenha, adquirindo uma vontade pessoal em atingir o objetivo.

Confiança: A partir da confiança no sentido e objetivo do treinamento psicológico, a chance de êxito é muito maior.

Individualidade: As mais diversas técnicas de treinamento psicológico devem respeitar a personalidade, experiências e posicionamentos dos praticantes, por isso deve ser concebida de forma personalizada.

Disciplina: Aspectos como, regularidade, continuidade e conseqüência, devem ser incluídos para que o treinamento seja submetido a um sistema organizado e duradouro.

Métodos: A partir dos primeiros efeitos do treinamento, ele passa a ser usado permanentemente em competições.

Economia: Treinar o mínimo possível com o máximo rendimento.

Integração: A integração do treinamento físico junto ao treinamento psicológico de forma bem distribuída.

Aconselhamento: Com o tempo os atletas podem usar as técnicas sozinhos, mas é sempre bom um aconselhamento de um profissional habilitado para quando necessário.

Sucesso: É um conjunto de fatores que leva ao sucesso. O treinamento psicológico é apenas um dos fatores e não é milagroso. Não adianta o atleta não estar bem fisicamente, por exemplo.

Transferência: Assim como o treinamento psicológico influencia numa série de fatores para a melhora esportiva, este serve para outra situações da vida diária, tais como: exames, entrevistas, reuniões, etc.

Com ajuda daqui
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O Judô é uma arte hoje Olímpica, e praticada no mundo todo. Entretanto, o Judô não é somente Nage-Waza (técnicas de projeção) e Osae-Waza (técnicas de imobilização). O Judô tradicional, o Judô idealizado pelo Sensei Jigoro Kano, envolve técnicas de defesa pessoal (Goshi-Jutsu), Newaza (luta de solo com estrangulamento e finalização) e também Atemi-Waza (técnicas de chutes e socos).
Infelizmente, o Judô competitivo acabou restringindo, aos poucos, as possibilidades de desenvolvimento nas outras áreas. As técnicas de goshin-jutsu e atemi-waza são treinadas apenas após a faixa preta, e normalmente na forma de Kata. E as técnicas de newaza foram deixadas de lado, pelo fato de que em competições, à depender do árbitro, o atleta tem muito pouco tempo para trabalhar a luta de solo.
Isso é razão para abandonar o newaza? Não! Saiba os motivos:

O Judô e o Jiu-Jitsu

Flávio Canto - Faixa preta de Judô e Jiu-Jitsu

Historicamente, o Judô e o Jiu-Jitsu são artes praticamente irmãs. Em geral, praticamente todas as técnicas de finalizações existentes no BJJ encontram-se no catálogo de técnicas do Judô. Entretanto, nenhuma arte no mundo desenvolveu tão bem a movimentação e a quantidade de variações das mesmas técnicas de solo quanto o BJJ (no Japão, o Kosen Judô continuou desenvolvendo o newaza, mas fica difícil saber até que ponto se desenvolveu tão bem quanto o BJJ). Não há outra arte no mundo mais especialista em newaza quanto o BJJ. Então, se precisamos de newaza, precisamos do BJJ.
Motivos para desenvolver o newaza:
1. Kuzushi – Todos os golpes do Judô são baseados em três princípios: kuzushi (desequilíbrio), tsukuri (entrada) e kake/gake (execução). Um bom judoca entende bem os princípios do kuzushi de cada técnica, de cada movimento, enquanto em pé. Porém, no chão, novos princípios de kuzushi surgem, principalmente envolvendo o uso do quadril, do próprio peso, de estabilização do corpo, etc. E um bom judoca começa a se limitar quando a postura começa a ficar muito baixa ou a luta vai para o solo. O BJJ é fundamental para dar ao judoca a compreensão ampla do kuzushi em todas as posições possíveis: em pé, sentado, agachado ou deitado.
2. Defesa – Muitas vezes, em competições, sofremos o golpe e caimos em posição de defesa. Mas em geral, o judoca leigo em newaza não sabe se defender e as vezes perde a luta por conta de bobeiras dadas como resultado de uma defesa ineficiente. O BJJ é fundamental para ensinar aspectos de uma boa defesa enquanto a luta se desenvolve no solo.
3. Ataque – Muitas vezes, em competições, arremessamos o adversário e ele cai em posição de defesa, ou as vezes, caimos com domínio sobre ele e ele ainda não está em posição de defesa. Mas o judoca leigo em newaza, quando encontra-se nessa posição, pára e pensa: "hum… o que posso fazer agora?" E quando pensa isso, o adversário já foi para outra posição de defesa. Então o judoca pensa: "tá, ele mudou, mas posso fazer algo agora?" E o adversário mudou de novo. Como o tempo é curto, nessa hora o juiz dá o mate e a luta volta ao tachi-waza (luta em pé).
Amplie seu conhecimento técnico em newaza através do estudo do BJJ

Com o treino de BJJ, isso muda. Ao cair com o adversário no solo, você cairá em uma posição que você já conhece e já sabe instantaneamente o que fazer. Com isso, você é capaz de realizar uma conexão imediata as vezes durante a própria projeção, para técnicas de imobilização ou finalização, com muito mais eficiencia e velocidade. Você não precisará pensar. Você simplesmente fará. E isso faz a diferença nos campeonatos.
Alguns poderiam contra argumentar da seguinte forma:
– Em competições, a maioria pouco se importa com newaza. Então pra que eu precisaria me importar também?
Respondo com a história de um músico de Jazz. Perguntaram a ele porque ele praticava com seu instrumento por nove horas diárias. Ele respondeu: "Porque todos os meus concorrentes praticam por oito horas diárias".
4. Conhecimento técnico – Muitos Judocas não querem ser atletas, ou não querem mais competir. Mas são raros os atletas que não querem chegar na faixa preta, e até mesmo um dia ensinar Judô. O newaza é parte do Judô. Desenvolver o newaza com os melhores especialistas do mundo na área, o BJJ, é, também, estar estudando e conhecendo mais o Judô. É estar adquirindo conhecimento técnico que complementa todo o conhecimento do Judô. E um bom professor de Judô deve ser capaz de auxiliar seus alunos que querem ser competidores, dando conhecimento de qualidade, conhecimento eficiente e orientação. Saber newaza é fundamental.
Fonte

alongamento ou aquecimento? qual a melhor opção para seu corpo antes do treino ou exercício físico?

Um dos assuntos que gera mais duvida em treinadores e atletas de todos os esportes é a diferença entre Aquecimento e Alongamento. E muitos treinadores tem opiniões diferentes o que é melhor para o esporte A ou B. Porém, os dois tem características peculiares, que pode causar lesões e trazer lesões quepodem durar por um longo tempo.  

O aquecimento é negligenciado por alguns porém a necessidade da realização de aquecimento antes da prática de qualquer atividade físico-esportiva é quase que uma unanimidade. No entanto, as razões que o tornam tão importante são, por vezes, desconhecidas, e a sua aplicação, consequentemente, acaba ocorrendo de maneira equivocada.

O aquecimento, intuitivamente, tem como função principal, elevar a temperatura corporal, o que resultará no aumento da taxa metabólica, fluxo sanguíneo e transporte de oxigênio para os tecidos (sobretudo para os músculos), preparando o organismo fisiológica e psicologicamente para o exercício. Porém, o mesmo desempenha outro papel, biomecânico, tão importante quanto os já citados: aumenta a capacidade de suporte de carga das estruturas articulares.

Um aquecimento realizado de forma progressiva, na magnitude adequada e obedecendo a especificidade da modalidade a ser praticada e ao princípio da individualidade biológica, não apenas pode otimizar o desempenho no exercício, mas principalmente, prevenir lesões.

Um bom exemplo do quão imprescindível é a preparação do seu corpo para receber a sobrecarga gerada pelos exercícios – lembrando que sobrecarga não é algo negativo e tampouco proveniente apenas do exercício, mas sim inerente a todas as situações do aparelho locomotor, até mesmo durante o repouso – refere-se às suas cartilagens. Elas são estruturas que desempenham funções essenciais ao bom funcionamento da locomoção e do movimento, podendo suportar cargas com magnitudes e frequências expressivas, mantendo sua integridade mecânica e biológica por toda a vida. 

No entanto, muitas pessoas acabam por desenvolver processos inflamatórios ou até mesmo degenerativos nesta estrutura.Um bom aquecimento é peça-chave na prevenção das lesões. O problema raramente está relacionado ao aspecto de intensidade. Um dos fatores a que as patologias ou lesões cartilaginosas estão associadas quando falamos de indivíduos fisicamente ativos, refere-se à ausência ou má utilização dos aquecimentos. Isso porque a resposta à acepção de carga ocorre de forma lenta e gradual e, neste sentido, a ausência de aquecimentos ou sua aplicação em uma intensidade desproporcional (alta), pode provocar uma sobrecarga inesperada às cartilagens e demais estruturas articulares, causando a médio e longo prazo, a sua deterioração.

Os aquecimentos devem ser utilizados de forma a promover uma adaptação positiva nessa estrutura, sendo aplicados com parcimônia na intenção de obter respostas mecânicas progressivas até atingir o equilíbrio, ponto em que considera-se apta a absorver choque de forma eficiente. Então vamos alongar antes da prática físico-esportiva! Certo? Errado novamente!

ALONGAMENTO

O alongamento é, por sua vez, uma prática que tem por objetivo induzir flexibilidade, que traduz-se pela capacidade de amplitude de movimento de uma determinada articulação. Pode ser influenciada pela idade, sendo reduzida progressivamente rigidez com o passar dos anos. O mesmo ocorre com o sedentarismo, que aumenta a rigidez muscular e pode desencadear ou agravar possíveis encurtamentos. A temperatura também é um fator que altera os aspectos de distensibilidade, caracterizando-se por uma maior rigidez pela manhã (necessitando de aquecimento prévio) e aumento gradual durante o dia, em razão da elevação da temperatura corporal. É importante ressaltar que algumas articulações tendem a ser mais móveis que outras, sendo este, também, um fator que altera essa capacidade.

Dentre os benefícios decorrentes na flexibilidade promovida pelo alongamento, temos o relaxamento muscular (que pode auxiliar inclusive na descompressão discal quando realizado após muito tempo sentado, por exemplo), se o somatório do estresse ativo (treinamento) e passivo (alongamento) não ultrapassar o limite. No entanto, ao contrário do que alguns defendem, a literatura científica não aponta melhoras significativas no quadro de dor muscular tardia (até 72 horas após o treino).

Também não é possível afirmar cientificamente que o alongamento possa induzir a redução de lesões em geral, mas parece ser eficiente para evitar as de caráter miotendíneas. Alguns estudos, inclusive, apontam um aumento considerável no índice das lesões em decorrência da queda da capacidade de absorção de choque pela somatória de microtraumas associados a este e ao treinamento. Com relação ao desempenho físico-esportivo, também não são encontrados na literatura científica, estudos que tenham observado influência positiva do alongamento. Ao contrário, alguns apontam quedas, por exemplo, na altura do salto vertical, ação importante em diversas modalidades. Isso se justifica pela redução da eficiência mecânica, já que há redução considerável de força quando se utiliza esta estratégia (alongamento pré-treino).

Daí conclui-se que, se não há redução de lesão ou melhora de desempenho, o alongamento torna-se inútil, certo? Hum… Errado! Os resultado obtidos através do alongamento, ou seja, a flexibilidade, tem correlação direta com a redução de lesões, pois a literatura aponta que baixa mobilidade articular leva a movimentos atípicos, aumentando a sobrecarga e a vulnerabilidade no desenvolvimento de patologias ou mesmo, traumas. Por outro lado, a hipermobilidade, que pode estar associada a um quadro patológico ou ser adquirida através do treinamento (alongamento), não conceitua-se por um quadro saudável, já que permite amplitudes de movimento excessivas e uma consequente susceptibilidade a traumas ou patologias em outros tecidos articulares.
Então, alongar ou não? Como resolver este impasse? Evitando sessões intensas de alongamento na mesma em que se realizar o treinamento de outras capacidades ou previamente a jogos e competições. Aqui, só vejo um problema: até você convencer o seu atleta de que aquilo que ele ouviu a vida inteira (“alongar antes do treino/jogo previne lesões e melhora o desempenho”) está equivocado, os aspectos psicológicos podem dominar toda a situação e o rendimento do mesmo, vir a ser muito aquém do esperado. O que fazer?

Saiba aplicar o alongamento como parte do seu aquecimento, garantindo que o mesmo ocorra em intensidade baixa, não sendo prejudicial à saúde e eficiência do seu aluno ou atleta. E lembre-se: ainda é necessário considerar os objetivos e especificidade da modalidade na escolha do método a ser utilizado (alongamento ativo, passivo, balístico ou facilitação neural proprioceptiva (FNP)).

Conclusão: alongamento não é aquecimento, mas pode fazer parte deste desde que em baixa intensidade. Realize o aquecimento geral (elevação da temperatura corporal) mas nunca se esqueça do aquecimento geral específico. Evite alongamentos intensos na mesma sessão de treino, sobretudo se anterior a este. Periodize seus treinos! Essa é a chave!
Com ajuda daqui


O handebol na escola é um condutor importante entre o aluno e o saber. Portanto tenhamos em mente a formação do cidadão em jogo e não do atleta em jogo. Por ser um jogo com movimentos naturais, pode ajudar o aluno de 6º ano a se adaptar a tantas disciplinas e tantos professores. O que precisamos desenvolver em nossa aula de handebol é o espírito de cooperação.
Exercícios do Handebol

· Quicar a bola com força na frente do corpo, lançando-a no solo com a mão direita e recebendo com as duas. Repetir com a mão esquerda.
· Lançar a bola à cima da cabeça. Girar o corpo e pega-la antes de tocar o solo.
· Quicar fortemente a bola no solo, saltar verticalmente, buscando recupera-la com as duas mãos o mais alto possível.
· Afastado de um colega cerca de 5m, posicionar-se de costas, lançar a bola por cima da cabeça para que o colega a receba sem dificuldade. O colega que recebe a bola deverá estar de frente. Após receber a bola o colega passa a posição de costas e repete o exercício.
· Correr 3 passadas largas saltar sobre um elástico e no ar passar a bola a um colega a 6m de distancia.
· Em coluna, o primeiro aluno deverá correr pra frente com uma bola, e girando no alto, fazer o passe ao próximo aluno da coluna. O aluno que concluiu o passe irá ao fundo da coluna e o colega que recebeu deverá fazer o exercício.
· Formar colunas atrás de 6 cones distantes 8 m um do outro,formando uma figura geométrica. O primeiro aluno de uma das colunas estará de posse de uma bola. Deverá lança-la para o primeiro aluno de uma da outras colunas e correr em direção a ela, entrando no seu final. A bola não poderá ser devolvida à mesma coluna de quem recebem a bola.
· Realizar passes em duplas com duas bolas. Deverão ser capazes de passar e receber a bola com ambas as mãos, tanto parado quanto em deslocamento.

Atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola entre si enquanto dois serão os "bobinhos", ao tocar na bola , troca o aluno que errou o passe (Passes parabólicos por cima dos defensores não serão válidos).

Dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.
Exercício 1: Empunhadura Individual

Os alunos livres pela quadra, com bola na mão. Oriente para que segure a bola de forma correta, onde a superfície de contato é realizada pela superfície dos dedos e pela face palmar média da mão. Em seguida, passar a bola de uma mão para a outra, sem que esta bola escape. Para anexar ludicidade, em seguida brinque de batata quente com a empunhadura correta da bola de handebol.


Exercício 2: Empunhadura em Duplas
Em duplas, os jogadores posicionados um frente para o outro, com os braços estendidos a frente do ombro, a uma distância de no máximo 1 metro. Os dois jogadores segurando a mesma bola, utilizando o exercício da empunhadura, onde cada jogador deve utilizar a força na realização da empunhadura para conseguir puxar a bola. Repita o exercício mais algumas vezes trocando de colega de dupla.


Exercício 3: Passe acima do ombro
Cada aluno com uma bola, realiza o passe de ombro e recebe a bola. Treinando assim passe e empunhadura. O cotovelo deve ficar acima da linha do ombro. Varie com a outra mão, com o passe picado.


Exercício 4: Precisão do passe
Demarque sobre a parede círculos para serem arremessados com todos os tipos de passes.
Varie os círculos em categorias de fácil, médio e difícil.


Exercício 5: Passe acima do ombro em duplas
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes de ombro, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços.


Exercício 6: Passe quicado
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes quicado, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços e com variação de distancias.


Exercício 7: Arremesso Parado
Disponha os alunos parados e espalhados atrás da linha de seis metros
Todos os jogadores parados e espalhados atrás da linha de seis metros, de frente para o gol, sem goleiro. Um aluno de cada vez deve arremessar a bola para o gol. Pode-se variar, e determinar o local para a realização do arremesso (exemplo: ângulo inferior esquerdo).
cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve

Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.

Exercício 8: Arremesso em deslocamento
Uma coluna de jogadores nas posições do armador central, cada jogador com uma bola. Realizar o arremesso, de forma livre, sem cobrar o ritmo trifásico. O arremesso pode ser realizado entre os nove e seis metros. Neste momento o professor pode corrigir a posição do cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve
Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.

Exercício 9: Arremesso em suspensão
Organize filas nas posições de armador central, armador esquerdo e armador direito, onde cada aluno deve realizar o arremesso em suspensão. Aproveite para realizar as correções no pé de apoio que irá impulsionar o jogador para o arremesso em suspensão. Pode também utilizar um colchonete para que o aluno ultrapasse no momento do arremesso.

Exercício 10: Drible Individual
Em três filas, cada aluno deve driblar sua própria fila sem bola.


Exercício 11: Drible em dupla
Organize duas filas onde um aluno de cada vês deverá executar o exercício em parceria com o colega da outra fila. Com bola os alunos devem chegar ao fim da fila, realizando passes e driblando os colegas, sem dar mais de três passos com a posse de bola.

Exercício 12: Drible utilizando cones
Uma coluna no final da quadra de frente para uma coluna de cones colocados a diferentes distâncias um do outro.
Tarefa: O jogador deve driblar inicialmente andando e depois correndo, assim como com uma mão e depois com a outra, realizando o deslocamento em zigue-zague entre os cones.
Variações:
Diminuir o espaço entre os cones.
Fazer o retorno nestes mesmos cones, de costas.
Utilizar o contorno (giro em volta do cone) para alguns cones.


Exercício 13: Ritmo trifásico
Disponha os arcos no solo entre as linhas de tiro livre e a linha da área do gol. O Aluno deve realizar os três passos e arremessar. Importante que o aluno já saiba seu braço de arremesso e qual sua perna de apoio. Pode-se variar distribuindo os alunos em 3 colunas, nas posições dos armadores para a aula ficar mais dinâmica.

Exercício 14: aumentar a habilidade motora na prática do Handebol.
Driblar cones: Os alunos deverão ser capazes de correr em zigue zague por entre os cones que estarão dispostos em linha longitudinalmente. Para tal deverão trocar o domínio da bola alternando a mão que promove o quique, sempre com o corpo entre a bola e cone a ser driblado. Objetiva-se com esse exercício desenvolver e aprimorar a coordenação lateral e contra lateral do indivíduo com domínio da bola.
Troca de passes 2 a 2 com duas bolas: Os alunos, em duplas, deverão ser capazes de passar a bola com ambas as mão e outrossim recebe-la com ambas. Enquanto um aluno arremessa o outro, que já tem uma bola na mão, deve recepcionar o passe com a mão livre. Alternando constantemente os braços, tanto no arremesso quanto na recepção. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.
Recepção e arremesso: Os alunos deverão ser capazes de recepcionar um passe, seja em salto ou o solo, arremessando posterior mente a bola ao gol. O exercício deve ser treinado alternado tanto as mão na recepção quanto no arremesso. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.


Exercício 15: Handebol Lúdico
Distribua os alunos em duplas e monte as equipes de duplas. De mãos dadas as duplas devem driblar e arremessar sem soltar a mão.Sem dar mais de 3 passos com a bola. Importante parar o jogo sempre que necessário para que haja respeito mútuo e criação de estratégias.
Exercício 16: Handebol Lúdico 2

Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – com um cone no fim da quadra e com cada equipe espalhada em seu campo, o desafio será assar a bola a todos os integrantes da equipe sem sair do lugar e acertar o cone no fim da quadra. Caso a bola caia ou não acerte a posse de bola passa a ser da outra equipe.


Exercício 17: Handebol Lúdico 3
Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – Cada equipe deverá escolher dois integrante e com a ajuda de um arco ( bambolê) serão goleiros que estarão andando sobre as linhas do campo de handebol segurando o arco um de cada lado onde o gol deverá ser feito.As equipes devem trocar passes e tentar chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe deve impedir sem contato corporal que a bola chegue aos goleiros. Para animar pode-se acrescentar mais bolas no jogo.


Exercício 18: Handebol Lúdico 4
O jogo (a duração de cada jogo se definirá com a quantidade de equipes formadas). Cada equipe será formada por 6 alunos. A equipe terá que trocar no mínimo 5 e no máximo 10 passes, podendo cada aluno permanecer 3 segundos com a bola. Após o 10º passe o aluno será obrigado a arremessar a bola da onde estiver, será gol toda a vez que a bola passar por dentro do bambolê. O bambolê poderá ser pendurado em qualquer parte do gol. É recomendado que cada equipe conte em voz alta, para o professor poder acompanhar e verificar a equipe que ultrapassar os 10 passes.




Handebol de baliza
Dois grupos na área de jogo, localizando os bancos sobre as metas (gols), colocar, sobre cada banco, um cone ou uma lata. O jogo tem início com a troca de passes e arremessos com as mãos entre os grupos, sendo o ponto marcado, a cada cone derrubado com o arremesso. Vence a equipe que conseguir derrubar todos os cones. O ponto só será validado com a queda total do cone. A defesa obedecerá a marcação da área de handebol.

Handfut
Dois grupos na área de jogo, definindo um participante para o gol. Os alunos trocam passes com as mãos entre sua equipe, mas só podendo realizar o gol com os pés ou com a cabeça, concluindo o lançamento.

Cesta numerada
Os participantes deverão ser divididos em duas equipes. Cada equipe deverá estar disposta em fila um do lado do outro no final da quadra de basquete. O professor fala um número (não repetido na mesma equipe). Um aluno ficará no meio da quadra com duas bolas de basquete, quando este falar o número de um participante, ele deverá correr até o meio da quadra, pegar uma bola e correr em direção a cesta de basquete afim de fazê-la. Quando um dos participantes de uma das equipes fizer a cesta, os dois deverão recolocar a bola no centro da quadra e o monitor deverá falar outro número. Vence a equipe que fizer mais números de cestas.

Jogo dos sete passes
Após a divisão dos participantes em dois grupos, solicitar que os mesmos se espalhem pela área de jogo. O jogo terá início com a bola ao alto. A equipe de posse de bola deverá tentar efetuar sete passes, sem que haja interrupção da equipe adversária. A cada sete passes efetuados com êxito, a equipe marcará um ponto, reiniciando assim a contagem. A contagem dos passes deverá ser efetuada em voz alta e clara. A cada bola interceptada pela equipe adversária a contagem reinicia do zero.

Manter a área livre
Organização: Solicitar ao grupo que se posicionem, cada um em uma área de jogo, separados pela rede. Cada participante de posse de um balão deverá enchê-lo. esenvolvimento: Com o início da música, todos os participantes deverão passar o balão para o campo adversário, devolvendo os que passarem para o seu campo. A cada interrupção da música o monitor efetuará a contagem. No momento da interrupção o grupo que tiver menos balões em seu campo marca ponto. O monitor deverá ir construindo as regras junto com os alunos, no momento em que forem ocorrendo as infrações.

Bamboball
Os participantes deverão ser divididos em duas equipes dispostas em fila. Cada aluno estará posicionado dentro de um bambolê. O primeiro aluno de cada equipe, fará um passe de peito (basquete) ao segundo e assim sucessivamente até o último, que deverá pegar a bola e sa ir batendo-a, até se posicionar no bambolê do primeiro aluno, os alunos de vem sempre alterar suas posições. Vence a equipe que terminar primeiro.

Mina
Os grupos ocuparão a área de jogo, sendo cada lado dividido em quatro partes, numerando-as da seguinte forma: zona de ataque números três e quatro, e zona de defesa, números um e dois. O jogo seguirá a dinâmica do voleibol, sendo a pontuação realizada a partir da queda da bola nas zonas numeradas. Exemplo: a bola tocando o solo na zona de ataque três vale três pontos. O grupo deverá definir um número de pontos para a partida ser vencida, possibilitando as equipes a opção de ataques em determinadas zonas e dificultando o fechamento da partida pela necessidade de se atingir um número exato a partir dos pontos.
O grupo poderá, junto com o monitor, acrescentar regras como: a equipe que ultrapassar o número preestabelecido perderá dez pontos.
A equipe poderá ir somando os pontos de acordo com o recebimento da bola. Exemplo: o participante recebe a bola na zona de número quatro, passa a bola para o participante da zona de número três, nisso todos deverão gritar a soma desses números, no caso, sete. E assim sucessivamente. Ganha o ponto que conseguir fazer mais “pontos”.

Basquetevôlei
O jogo terá início com a bola ao alto. A equipe de posse de bola, trocará passes, usando somente os fundamentos do voleibol (toque, manchete, levantamentos, saques, cortadas), tentando como objetivo fazer cestas.
Vôlei guiado
Os grupos formarão quartetos, sendo que dois participantes terão os olhos vendados. Cada quarteto com um pedaço de tecido. Os participantes de olhos vendados deverão estar em pontas opostas do tecido. O jogo seguirá a dinâmica do voleibol, sendo a bola lançada com o tecido. A bola poderá dar um toque no chão. Juntos, Professores e alunos poderão incluir critérios para a dinâmica em dupla com os olhos vendados de um participante, para outras modalidades.

Voleibol com rede móvel
Solicitar dois participantes, para, de posse do elástico, dinamizarem a rede móvel, os grupos deverão sempre ocupar lados opostos do elástico, independente do espaço de campo de jogo. Usar a dinâmica do jogo de voleibol, com os participantes trocando passes para o envio da bola para o campo adversário. A rede irá mover-se nas diversas direções da área de jogo, variando de tamanho e possibilitando grandes e minúsculas áreas de jogo para as equipes. Os participantes deverão ocupar sempre a extensão da área de jogo e o prolongamento do campo. O monitor deverá possibilitar a inclusão e retirada de regras por parte dos participantes.

Voleibol de apoio
Dois grupos em cada área de jogo, sendo um dentro e o outro ocupando as laterais e fundo da área. Após o saque, a equipe que recepciona, tenta devolver a bola para o campo adversário. O grupo que se encontra fora da área de jogo (laterais e fundo da quadra) participa do jogo, devolvendo as bolas que forem para fora, para o seu campo, oportunizando, ao grupo, nova tentativa de passar a bola para o campo adversário. Caso a equipe que saca marque ponto, os participantes de fora da equipe se sofreu o ponto invertem os papéis com o grupo de dentro, ou seja, quem estava jogando dentro da quadra passará a jogar fora da quadra e vice-versa.

Voleibol - Passou, dançou
Dispor os dois grupos, cada um em uma área de jogo da quadra de voleibol. Música no ar começa o jogo com um saque. A equipe que recebe tenta passar a bola. A cada passagem de bola, toda a equipe executa movimentos de dança no ritmo da música, perdendo a posse da bola ou recebendo ponto, a equipe em que qualquer participante não dançar. O monitor poderá sugerir variações aos alunos.
Sugestão: Dançar em dupla, sair e entrar na área de jogo, deitar, de costas para rede, etc.


Os Dez Passes
A turma é dividida em dois grupos. Inicia-se a partida como no basquetebol, com uma disputa de bola ao alto entre dois oponentes. O objetivo do jogo é executar dez passes consecutivos sem que algum oponente intercepte a bola. Cada vez que uma equipe executar os dez passes, ela marcará um ponto. Pode haver algumas regras, como: não se pode correr com a bola, pode-se dar no máximo três passos com a bola, o jogador que está com a bola não pode ser tocado. Vence a equipe que somar mais pontos.
Futebol em Círculo
Dispõem-se os alunos em círculos. Eles devem ficar de pernas abertas de maneira que os pés toquem nos pés dos companheiros ao seu lado. Em seguida, devem se agachar para tentar cobrir com as mãos a abertura formada pelas pernas. É jogada uma bola no círculo e todos os alunos devem tentar passar a bola por entre as pernas dos companheiros. Os jogadores não podem segurar a bola, mas apenas empurrá-la. Quem deixar passar a bola por entre as pernas, terá que virar e jogar de costas para o círculo. Vence aquele que ficar por último.

Voleibol-tênis
Divide-se a turma em dois grandes grupos, dispostos na quadra de voleibol. Inicia-se jogando a bola para cima. Para passar a bola para o outro lado, deve-se deixar quicar a bola uma vez no chão e, em seguida, jogá-la para o outro lado. Pode-se variar o número de vezes que a bola pode quicar e o número de toques antes de enviar a bola para o outro lado.

Rede Humana
Divide-se a turma em quatro grupos: Grupo 1: é a rede humana (um aluno ao lado do outro sobre a linha central da quadra) Grupos 2 e 3: equipes que estão jogando Grupo 4: equipe de espera As equipes que estão na quadra devem passar a bola para o outro lado sem que a "rede humana" encoste na bola. Acontecendo o toque pela rede humana, é feito o rodízio das equipes: a equipe que está na espera entra como rede humana; quem está na rede entra no lugar da equipe que errou e quem errou vai para a espera. Pode-se variar a maneira de passar a bola: Toque; Manchete; Recepção com manchete e passada com toque, etc.

Cabeçobol
Divide-se a turma em duas equipes, que devem se espalhar pela quadra. As trocas de bola devem ser feitas através de passes. Quem receber a bola deve segurá-la e imediatamente passá-la para o companheiro mais próximo ao gol adversário, que deve tentar marcar de cabeça. A equipe adversária deve tentar interceptar a bola, agarrando-a sem que haja contato com o adversário. Quem estiver com a bola não pode andar com ela, deve primeiro passar a bola para depois se deslocar. O gol só pode ser feito dentro da área e de cabeça.

Passar a Bola para dentro do Círculo
Divide-se a turma em duas equipes (ou em mais grupos, com duas equipes em cada grupo). Em algum círculo da quadra (pode-se usar a marca da cabeça do garrafão da quadra de basquetebol), uma equipe tenta passar a bola para um companheiro que está no centro do círculo, enquanto a outra tenta impedir que isso aconteça, sem entrar no círculo. A bola não pode ser passada por cima dos defensores, apenas entre eles. Vários grupos podem jogar simultaneamente. Ganha a equipe que fizer o maior número de passes no tempo marcado pelo professor.

20 passes.
Duas equipes espalhadas pelo espaço tendo o objetivo de realizar 20 passes entre seus integrantes sem que ocorra a interceptação da equipe adversária. A cada toque dado à equipe que tem a posse da bola deve contar em voz alta o número de toques efetuados. Se a bola é roubada pela outra equipe, zera-se a contagem. aterial: bola.

Vôlei-Pega
Regras e divisões do desporto voleibol (com exceção do número de participantes de cada equipe, sendo que quanto mais jogadores melhor). Utiliza-se uma bola maior e mais leve, para o jogo ficar um pouco mais lento e divertido. O diferencial, que por sua vez dá nome ao jogo é que: o time q marca ponto, deverá pegar o time adversário, e esse deverá fugir até o final de sua quadra. (sempre utilizando apenas a quadra de voleibol). Atenção: caso o time "A" erre um saque, é ponto do time "B", portanto, "B" tem que pegar "A”. marcação dos pontos se da seguinte maneira:O time "A" errou. Ponto para o time "B", que conseguiu pegar 2 (duas) pessoas do time "A".TOTAL de pontos: 3 (três) para o time "B" X 0 (zero) para o time "A". Soma-se aos pontos do jogo, o número de pessoas que foram pegas. Material: Bola(s).

Pesque a bola
Divide-se a turma em dois grupos. Cada um deles deverá sentar-se numa das linhas laterais da quadra. Em seguida, dá-se um número para os alunos de um grupo e repetem-se esses números no outro grupo. O professor coloca uma bola no centro da quadra e fala bem alto um desses números. Os dois alunos (um de cada equipe) que tiverem esse número sairão correndo para tentar pegar a bola. Quem conseguir alcançá-la antes marca um ponto para sua equipe.

Futebol em circulo
Dispõem-se os alunos em círculos. Eles devem ficar de pernas abertas de maneira que os pés toquem nos pés dos companheiros ao seu lado. Em seguida, devem se agachar para tentar cobrir com as mãos a abertura formada pelas pernas. É jogada uma bola no círculo e todos os alunos devem tentar passar a bola por entre as pernas dos companheiros. Os jogadores não podem segurar a bola, mas apenas empurrá-la. Quem deixar passar a bola por entre as pernas, terá que virar e jogar de costas para o círculo. Vence aquele que ficar por último.

Voleibol tenis
Divide-se a turma em dois grandes grupos, dispostos na quadra de voleibol.
Inicia-se jogando a bola para cima. Para passar a bola para o outro lado, deve-se deixar quicar a bola uma vez no chão e, em seguida, jogá-la para o outro lado.
Pode-se variar o número de vezes que a bola pode quicar e o número de toques antes de enviar a bola para o outro lado.
Rede humana
Divide-se a turma em quatro grupos:
Grupo 1: é a rede humana (um aluno ao lado do outro sobre a linha central da quadra)
Grupos 2 e 3: equipes que estão jogando
Grupo 4: equipe de espera
As equipes que estão na quadra devem passar a bola para o outro lado sem que a "rede humana" encoste na bola. Acontecendo o toque pela rede humana, é feito o rodízio das equipes: a equipe que está na espera entra como rede humana; quem está na rede entra no lugar da equipe que errou e quem errou vai para a espera.
Pode-se variar a maneira de passar a bola:
- Toque;
- Manchete;
- Recepção com manchete e passada com toque, etc.

Cabeçobol
Divide-se a turma em duas equipes, que devem se espalhar pela quadra. As trocas de bola devem ser feitas através de passes. Quem receber a bola deve segurá-la e imediatamente passá-la para o companheiro mais próximo ao gol adversário, que deve tentar marcar de cabeça. A equipe adversária deve tentar interceptar a bola, agarrando-a sem que haja contato com o adversário. Quem estiver com a bola não pode andar com ela, deve primeiro passar a bola para depois se deslocar. O gol só pode ser feito dentro da área e de cabeça.

Passar a Bola para dentro do círculo
Divide-se a turma em duas equipes (ou em mais grupos, com duas equipes em cada grupo). Em algum círculo da quadra (pode-se usar a marca da cabeça do garrafão da quadra de basquetebol), uma equipe tenta passar a bola para um companheiro que está no centro do círculo, enquanto a outra tenta impedir que isso aconteça, sem entrar no círculo. A bola não pode ser passada por cima dos defensores, apenas entre eles. Vários grupos podem jogar simultaneamente. Ganha a equipe que fizer o maior número de passes no tempo marcado pelo professor.
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