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Educação Física Professor Rodolfo

 
Quem abomina a prática de atividade física deve estar vibrando com um anúncio de cientistas das universidades da Dinamarca e Austrália. Eles estariam próximos da criação de uma pílula que simula os efeitos do exercício no corpo humano. Isso porque as pesquisas realizadas os levaram a descoberta do que acontece dentro dos músculos no nível molecular quando são exercitados.

O projeto da pílula do exercício físico é uma criação conjunta do Departamento de Fisiologia Molecular da Universidade de Copenhague, da Dinamarca e do Centre de Sidney, da Austrália.

Embora já esteja provocando polêmica, o objetivo da pílula do dia seguinte não é facilitar a vida dos sedentários e sim ajudar obesos mórbidos e inválidos. No entanto, especialistas estão preocupados que cresçam o número de sedentários, que sem a pílula do exercício já é preocupante.

Se por um lado especialistas garantem que o corpo humano não possui DNA programado para a imobilidade, os pesquisadores descobriram mais de mil reações dos músculos expostos à atividade física. A técnica utilizada foi a denominada espectrometria de massas, que identifica moléculas. Foram avaliadas biópsias moleculares de quatro homens saudáveis antes e depois de 10 minutos de prática de intensos exercícios.

A Universidade de Sydney emitiu uma nota afirmando que a descoberta levará a divulgação de outros mecanismos biológicos ligados ao exercício físico e futuras pesquisas fisiológicas.

É esperar para ver. Enquanto isso o melhor mesmo é fazer da prática de atividade física um hábito regular. O organismo agradece.



Ficar doente não é nada agradável, afinal, não tem nada pior do que ser obrigado a tomar remédios e ir ao hospital com frequência.

Os princípios fundamentais para ter uma boa saúde são basicamente seguir uma dieta saudável, evitar o uso de drogas, álcool, fumo, além de uma dieta balanceada e a praticar exercícios físicos regularmente. Estes atos simples podem ser integrados às nossas vidas diárias e nos ajudar e ter uma vida longa, saudável e feliz, pois, é através deles que conseguimos evitar a maioria das doenças. Aprenda 5 hábitos para ter uma vida mais saudável:

1 – Alimentação saudável – É muito importante seguir uma dieta equilibrada em frutas, legumes, cereais, leite e hortaliças. Também é aconselhável comer pouca carne e uma grande quantidade de alimentos crus (frutas e vegetais crus), pois, eles contém vitaminas e minerais que ajudam a proteger o corpo contra doenças.
Não se esqueça da importância da água! Beber bastante água é fundamental para o nosso organismo funcionar corretamente, uma vez que ela controla a temperatura do corpo, regula o intestino e elimina as toxinas.

2 – Praticar esportes – Caminhar, correr, nadar, andar de bicicleta, uma ou duas vezes por dia, é essencial para manter o corpo saudável e em forma. Atividades como yoga ou outras práticas como passear com a família no fim de semana também ajudam a nos manter saudáveis.

3 – Evitar drogas, fumo e álcool – Todos sabemos que eles causam muitas doenças e geralmente encurtam a sua vida de forma significativa. Entéao, se você quiser viver mais tempo, cuide do seu corpo!

4 – Durma bem – Dormir bem é fundamental para se sentir bem. A falta de sono pode afetar a nossa vida pessoal e profissional, trazendo diversos problemas como falta de concentração, irritação e fraqueza muscular. O ideal é que um adulto durma de 7 à 8 horas por noite. Se você tem dormido pouco, isto pode ser um sinal de que algo não vai bem com o seu organismo e que você precisa mudar alguns hábitos diários para se sentir melhor.
Atividades físicas, yoga ou meditação são alternativas que funcionam para muitas pessoas, porém, se você não encontrar nenhuma maneira para relaxar, consulte um médico.
Para estar bem consigo mesmo é preciso principalmente viver na proporção certa de atividades pessoais e profissionais.

5 – Pense positivo – Evite os pensamentos negativos. Os pensamentos positivos levam a sentimentos e emoções otimistas que têm um efeito renovador sobre o seu corpo. Utilize frases, idéias e livros que te tragam motivação e sentimentos positivos.


O exercício tem um papel muito importante para a promoção da saúde e ainda mais relevante como ferramenta terapêutica para indivíduos com doenças como afecções cardíacas, pulmonares (doença pulmonar obstrutiva crônica), metabólicas (diabetes, obesidade, dislipidemia, síndrome metabólica e no pós-operatório de cirurgia bariátrica) e oncológicas.

Estudos científicos demonstram que o programa de reabilitação cardiopulmonar e metabólica é tão ou mais eficiente que muitos dos medicamentos utilizados. O melhor resultado vem da combinação das medicações e do programa de reabilitação. Assim como os medicamentos, o exercício terapêutico demanda prescrição com "dose" (intensidade), frequência e duração.

A avaliação médica especializada deverá ser realizada para a adequada análise de risco (determinada por histórico, exame clínico e exames complementares), avaliação funcional, determinação do nível de supervisão, nível de esforço a ser respeitado e definição de objetivos a serem atingidos, ou seja, para a prescrição individualizada do programa de exercícios.

O programa de exercícios atua na melhora da capacidade cardíaca, pulmonar e musculoesquelética; no controle da pressão arterial; do perfil lipídico (colesterol e triglicérides); na tolerância à glicose (relacionada ao diabetes); no controle ponderal; na saúde mental; na imunidade; e no sono. Há também uma comprovada redução da morbimortalidade associada às doenças cardiovasculares, que constituem a principal causa de morte no Brasil.

Além disso, são baixíssimas as taxas de efeitos colaterais. Estudos comprovam que, seguidos os devidos cuidados, a prática é muito segura. As contraindicações são pontuais e bem estabelecidas, e os cuidados e níveis de supervisão necessários para as diferentes condições são claramente definidos.


O Bandagem Elástica Funcional é uma técnica específica de aplicação sobre e nas adjacências dos músculos para prover suporte articular, normalizar contrações musculares e auxiliar a circulação. Ao ser colada na pele, por meio do estímulo e da pressão sobre o músculo, a fita seria capaz de ativar ou relaxar a região, dependendo da forma como é colocada. Embora bastante utilizada, não existem grandes estudos que comprovem a eficácia desse tipo de técnica.

Existem três tipos de bandagens:

1. Esportiva (Athletic Taping) - indicada para lesões agudas e prevenção de lesões, sem benefícios de reabilitação.

2. Biomecânica (McConnell Taping) - usada para promover alinhamento biomecânico de tecidos e articulações para reeducação neuromuscular durante o tratamento fisioterapêutico ou nas atividades do dia a dia.

3. Neuromuscular (Kinesio Taping) - técnica específica de aplicação sobre e nas adjacências dos músculos para prover suporte articular, normalizar contrações musculares e auxiliar na circulação. As bandagens podem atuar no alinhamento articular e muscular, na facilitação sensorial ou até mesmo como placebo. Tudo ainda é pouco claro e muito debatido. Mas o que se observa é uma melhora clínica da função e da dor. É importante lembrar que a técnica não substitui os tratamentos musculoesqueléticos tradicionais.

Quando usada no sentido da origem do músculo para a parte final, a bandagem pode tonificar o músculo, diminuindo a sensação de fraqueza e aumentando a potência da estrutura. No sentido contrário, pode ajudar no relaxamento muscular e no alívio de dores.

As bandagens podem servir ainda para estabilizar e proteger uma articulação já sensível por uma lesão prévia. Funciona como uma imobilização da área comprometida e, ao comprimir, ainda pode ajudar a nutrir e fortalecer o local.

A Bandagem Elástica Funcional não tem exclusividade de classe, podendo ser usada por qualquer profissional que saiba aplicá-la. Ela pode ser uma ótima oportunidade de melhorar o seu conhecimento profissional.  Por isso, clique na imagem abaixo se você quiser saber como ampliar os seus conhecimentos na área.



As bandagens são excelentes auxiliares das técnicas de reabilitação em lesões articulares, ligamentares, musculares e posturais, dentre outras.

Podem ser utilizadas tanto na prevenção quanto no tratamento de lesões desportivas.
Não deixe de saber mais!



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Já está mais do que na hora das pessoas saberem que o exercício físico é uma ótima saída para quem tem dores nas costas. Tudo bem que essas dores podem ser passageiras mas sempre é bom preveni-las.

Composta por uma série de ossos, chamados vértebras, a coluna é uma estrutura sensível com diversas funções, entre elas proteger a medula espinhal, suportar o peso do corpo, sustentar membros como a cintura pélvica e dar flexibilidade e mobilidade. Ela é dividida em cinco regiões: cervical, torácica, lombar, sacro e coccígeas.

A região lombar costuma ser a campeã de reclamações. Há quem diga que, em número de visitas ao médico, ela só perde para o resfriado. Apesar de ser muito comum, é um problema que, quase na maioria das vezes, se resolve espontaneamente, ou seja, sem precisar de tratamento ou medicação.

Excesso de peso, sedentarismo, má postura, esforço repetitivo podem ser uma das causas da dar. Mas se o incômodo durar mais do que duas semanas, é bom procurar um médico ou fisioterapeuta. Dor nas costas após um trauma ou que acompanhe sintomas como febre, perda de peso ou fraqueza muscular devem ser analisadas o quanto antes por um especialista.

A prática regular de atividade física é muito benéfica para quem sofre com dores nas costas. Porém, por ser um esporte de impacto, a corrida pode sobrecarregar ainda mais a coluna caso o atleta não esteja devidamente preparado. É fundamental que o corredor faça um bom trabalho de fortalecimento do core para atenuar o impacto. Usar um tênis apropriado à sua pisada e investir no alongamento também ajudam a prevenir dores nas costas.

Cada caso é um caso e, por isso, essa decisão deve ser tomada junto com um especialista e sob a supervisão de um treinador. Pacientes com hérnia de disco, por exemplo, devem evitar exageros para evitar crises de dor aguda e a piora do quadro clínico.

Por isso, é sempre bom ter um profissional de educação física orientando a prática da atividade física. A prevenção para que essas dores não apareçam/piorem é fundamental para uma boa qualidade de vida.

Até a próxima!
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Basta exagerar um pouco no consumo de guloseimas e petiscos que a intoxicação bate a sua porta e causa estragos. Falta de apetite, inchaço, náuseas, vômitos e diarreia são apenas alguns dos sintomas.

Sem falar aquela sensação de que passou da conta.

A desintoxicação consiste no processo de eliminação dos excessos e das toxinas acumuladas no organismo.

Essas toxinas são substâncias nocivas encontradas em aditivos, conservantes, corantes, adoçantes ou mesmo na poluição. Se por um lado, a alimentação pode causar intoxicação, por outro lado, existem alimentos como frutas e grãos, que ajudam a desintoxicar o organismo de forma natural e saudável.

A seguir, a nutricionista da Unifesp e da Fundação Uniban, Ana Maria Figueiredo preparou uma lista com alimentos para lá de recomendados para esta missão.

O abacaxi é diurético, facilita a digestão, especialmente de carnes, e desobstrui o fígado

Rico em fibras, o arroz integral faz o intestino funcionar melhor e favorece a eliminação de toxinas, mantendo a pele saudável.

A maçã é rica em fibras, que funcionam como esponja dentro das artérias limpando o sangue do colesterol. É recomendada nas afecções de estômago, bexiga e rins. Antiácidas, ativam o fígado e dissolvem o ácido úrico, que retém líquidos no organismo.

Além de adoçar sucos e chás, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso e fresco ainda auxilia problemas de circulação e dos músculos.

A melancia tem propriedade refrescante e diurética, ajudando a limpar o organismo. Uma ótima receita é preparar o suco de melancia com gengibre, outro poderoso desintoxicante.

A laranja tem ação desintoxicante e auxilia o funcionamento intestinal, principalmente quando ingerida com o bagaço.

O gengibre estimula a digestão, alivia a constipação intestinal e ativa o metabolismo. Contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e é usado como um alimento digestivo e refrescante.

A couve carrega doses de ferros, que ajuda na formação de hemoglobina que transporta oxigênio para os tecidos.

A berinjela é muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de indigestão e prisão de ventre.

A hortelã é uma erva rica em vitaminas A,B e C, minerais (cálcio, fósforo, ferro e potássio), que exercem ação tônica e estimulante sobre o aparelho digestivo, pode ser utilizada em chás, saladas e preparações em geral. Uma boa pedida é o suco de abacaxi com hortelã.

O salsão é rico em fibras, que favorecem o trânsito intestinal.

Fonte: Minhavida.com


A hiponatremia é caracterizada pela concentração abaixo de 130 mmol/L de Sódio no sangue e pode ser provocada pela perda prolongada de água e eletrólitos, pelo suor sem a reposição adequada, e pela retenção hídrica. (GOWDAK et al., 2010, p. 665).

A hiponatremia é uma condição rara (~1/1.000 atletas que terminam a corrida) que afeta principalmente atletas que correm devagar em maratonas (> 4 horas) e triatlos (> 9 a 13 horas). Os atletas são encorajados a não se hidratarem de modo exagerado ou a evitarem a desidratação, porque ambas as situações podem ter conseqüências significativas. A desidratação, em especial durante o clima quente, ocorre com mais freqüência e também é potencialmente letal. A mensagem é ingerir líquido de modo inteligente, não o máximo. (POWERS; HOWLEY, 2009, p. 525)

De acordo com McArdle, Katch, Katch (2008, p.78) os principais fatores que predispõem para a hiponatremia são:

  • Exercício de alta intensidade prolongado em clima quente.
  • Maior perda de sódio associada à produção de suor contendo uma alta concentração de sódio, que ocorre com freqüência em indivíduos precariamente condicionados.
  • Início de uma atividade física em um estado de depleção de sódio em virtude de uma dieta “isenta de sal” ou “pobre em sódio.”
  • Uso de medicação diurética para a hipertensão.
  • Ingestão freqüente de grandes quantidades de um líquido isento de sódio durante o exercício prolongado.


Normalmente são necessárias de 12 a 24 horas para uma reidratação adequada, sendo que as bebidas e os alimentos que os atletas ingerem podem fornecer a água e o cloreto de sódio necessários para recuperar o estado normal de hidratação. Entretanto, há várias opções durante o treino e a competição que evitam que os atletas tenham que esperar todo esse tempo.

A transpiração excessiva decorrente de exercício acarreta perda de água corporal e de sais minerais. Essas perdas devem ser repostas durante e após o exercício, e na maioria dos casos é desnecessário fazer suplementação mineral.

Referencias:

GOWDAK, Márcia Maria Godoy; Carioba, Roberta Queiroz Paes de Barros Muller; Costa, Camila Ortiz Prospero Cavalcante; Carvalho, Glauce Lamoglie de. Nutrição aplicada á atividade física. In: Negrão, Carlos Eduardo; Barreto, Antonio Carlos Pereira. (Org.) Cardiologia do Exercício: Do Atleta ao Cardiopata. 3º Ed. Barueri-SP: Manole, 2010.
GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 9º ed., Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 1997.
MCARDLE, Willian D.; Katch, Frank I; Katch, Victor L. Fisiologia do Exercício: Energia, Nutrição e Desempenho Humano. 6º ed. Rio de Janeiro – RJ: Guanabara Koogan, 2008.

Bike

A gente já sabia mas é sempre bom reforçar uma coisa boa quando é comprovada por um estudo. Um estudo com 45 mil dinamarqueses entre de 50 a 65 anos que foi publicado periódico Circulation, da Associação Americana do Coração, descobriu que as pessoas que usam a bicicleta para se deslocar de casa para o trabalho, ou por pura recreação, tem um risco de 11% a 18% menor de sofrer ataques cardíacos. E veja: apenas meia hora de pedaladas por semana já resguardam o coração.
Estima-se que durante os 20 anos de duração da pesquisa,  cerca de 7% dos infartos poderiam ter sido evitados com o uso regular da magrela.
Embora os cientistas sejam cautelosos e afirmem que não dá para cravar com certeza esse benefício do ciclismo urbano, outros levantamentos seguem a mesma direção. Por exemplo: em um artigo que também foi divulgado em um periódico da Associação Americana do Coração, 20 mil suecos de 40 a 60 anos foram acompanhados durante uma década. Resultado: os ciclistas possuíam uma probabilidade 15% menor de serem obesos, 13% menor de sofrerem com pressão alta, 15% menor de apresentar colesterol alto e 12% menor de desenvolver diabete.
Motivos de sobra para não ficar parado no sofá, né não?

Durante a atividade física, seu corpo perde muito líquido através do suor, afinal a forma que ele encontra para manter a temperatura a 37°C é evaporar água pela pele.

Alguns cuidados têm que ser tomados para uma atividade segura, como usar roupas apropriadas, fazer uma avaliação médica e se hidratar bem. Aliás, a hidratação é um dos aspectos mais importantes antes, durante e após uma atividade física.

A água é o maior componente do corpo humano, ocupando entre 45% e 70% de seu volume, e possui papel importantíssimo na regulação da temperatura corporal. Durante a prática de exercícios, há perdas significativas de líquidos e minerais, por isso, uma hidratação adequada é fundamental para que o rendimento físico e a saúde não sejam prejudicados.

Durante a prática esportiva, a taxa de transpiração é altamente variável, oscilando entre 1 e 2 litros de líquidos por hora de exercício, dependendo do ritmo e intensidade. Por isso é muito importante tomar cuidado com a desidratação.

O reconhecimento dos sinais e sintomas da desidratação pelo profissional é fundamental. Quando leve a moderada, ela se manifesta com fadiga, perda de apetite e sede, pele vermelha, intolerância ao calor, tontura, oligúria e aumento da concentração urinária. Quando grave, ocorre dificuldade para engolir, perda de equilíbrio, a pele se apresenta seca e murcha, olhos afundados e visão fosca, disúria, pele dormente, delírio e espasmos musculares.

A desidratação, como conseqüência das perdas de água pelo suor, origina uma série de alterações, tais como aumento da freqüência do pulso, da temperatura retal, da respiração, da concentração do sangue, a diminuição do volume de sangue, dificuldades na circulação, formigamento e intumescimento das mãos e dos pés. Podem perder-se a totalidade das reservas de glicogênio, de lipídios e cerca de metade da proteína corporal sem que a vida corra um perigo real, mas quando a perda de água por desidratação excede os 7%, há uma elevação da temperatura e, como resultado, surge o sobreaquecimento de alguns tecidos, podendo ocorrer um choque térmico, cujas conseqüências podem ser fatais, caso não haja uma intervenção rápida. Assim, para que o organismo funcione bem, é necessário repor a água e sais minerais que se perdem de forma a proporcionar um equilíbrio entre a entrada e a saída da mesma.

Uma forma prática de ficar bem hidratada nos dias de atividade física é tomar água fresca em pequenos goles, antes e durante os treinos. E também consumir bebidas esportivas, como as isotônicas, que são preparadas com os ingredientes ideais para hidratar o seu organismo em poucos minutos.

Você vive com dores nos pés, nos tornozelos e nos joelhos e não sabe o que fazer para se livrar desse incômodo? Talvez, o vilão seja seu quadril enfraquecido.

O quadril é responsável por sustentar o corpo, além de ajudar também a articular o fêmur, osso da coxa, e o osso da bacia. O encaixe desses ossos com o quadril deve ser perfeito e macio e, por isso, há uma cartilagem nessa região para amortecer esse contato.
No entanto, podem existir algumas alterações anatômicas nesse encaixe que podem piorar ainda mais por erros de postura ou com movimentos muito amplos, como os de alguns exercícios feitos na academia, por exemplo – por isso, é importante realizar esses exercícios do jeito correto e ainda outros que ajudam a fortalecer essa região e evitar lesões mais graves

Veja três exercícios que vão ajudar a fortalecer essa região:

Elevação da pelve: deitado, de costas para o chão, com pés um pouco afastados, apoiados no chão com os calcanhares bem próximos dos glúteos. Os braços podem ficam estendidos ao longo do corpo, apoiados no chão. O objetivo é elevar o quadril partindo da contração dos glúteos e do abdômen. Pressionando toda a musculatura interna do quadril e da coxa, como se quisesse apertar uma bola de futebol entre seus joelhos. Segure a posição por cinco segundos (5”) e repita o movimento 10 vezes.

Elevação com apoio unilateral: partindo da posição anterior, estender uma das pernas para cima, apontando o pé para o teto e mantê-la durante todo o movimento. Elevar e descer o quadril com apoio somente no pé que está no solo, sem deixar o quadril bater no chão. Faça 10 repetições com cada perna segurando 2” quando o quadril estiver em cima.

Elevação e extensão com apoio unilateral: a partir do movimento citado acima, segurar o quadril elevado enquanto a perna que está para cima, desce e sobe sem bater no chão. O grande desafio aqui é manter o quadril elevado mesmo em movimento. Faça 10 repetições com cada perna, descendo em 2” e subindo em 2" enquanto o quadril fica sustentado pela perna de apoio.

Dicas importantes:

- Mantenha todos os músculos dessa região contraídos durante a execução. Imagine que está apertando uma bola entre as coxas.
- O pé de apoio deve fazer pressão no chão com o calcanhar, de maneira que não tenha apoio dos dedos.
- Mantenha a respiração calma e controlada sem relaxar a parte mais baixa do abdômen (região do umbigo para baixo).
- Repita os três exercícios acima contando assim uma série. Na primeira semana, faça duas séries. Na segunda e na terceira, três séries.

A partir daí, (um mês depois) aumente o numero de repetições para 15 a 20, mantendo as três séries.

Idosos fisicamente ativos procuram menos médicos, diz estudo
Os idosos que praticam exercícios físicos regularmente procuram menos atendimento médico do que os sedentários. É o que mostra estudo feito pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) com dois grupos de pacientes do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE).

Foram selecionados pacientes com idade média de 79 anos para uma avaliação que durou um ano. Um grupo de 48 idosos que fazem exercícios reduziu em 35% a procura de atendimento em relação a 44 pacientes sedentários.

Por meio de nota, o coordenador do estudo, Samir Salim Daher, especialista em medicina do esporte, destacou que além dos benefícios à saúde, a prática de atividades físicas evita a ocupação de leitos hospitalares e procedimentos de maior complexidade.

"Para um hospital do tamanho e da importância do HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico", observou.

Fonte: Agência Brasil.

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Estar em forma, com a saúde e corpo em dia, é uma obsessão cada vez mais comum. Homens e mulheres de todas as idades se valem dos mais diversos recursos para atingir o objetivo. E a tecnologia, assim como em quase todas as esferas da vida moderna, passa a ser mais uma mão na busca pelo condicionamento e satisfação com a estética pessoal. Aplicativos, vídeos, blogs e sites especializados pipocam na internet, estimulando a prática de exercícios físicos em casa e orientando sobre dietas, comportamento e estilo de vida.

Não que isso seja uma novidade. Quem cresceu nos anos 1980 se lembra das famosas fitas com videoaulas de aeróbica da atriz  Jane Fonda, duas vezes ganhadora do Oscar. As clássicas aulas, com Fonda de collant e polainas puxando uma turma que a imitava ao fundo, venderam mais de 17 milhões de cópias em pouco mais de duas décadas, levando várias mulheres dos EUA a deixar a ociosidade de lado e se engajar na prática de exercícios físicos. Hoje, a cada dia, mais um aplicativo fitness é lançado, musas e webcelebridades compartilham seus treinos na rede mundial de computadores, milhões de vídeos, dicas, dietas, receitas...

Mas, neste mundo virtual supostamente sem limites, em que qualquer um pode produzir e disponibilizar conteúdo na rede, muitos cuidados devem ser levados em conta antes de partir em busca da forma perfeita por conta própria.

A lista de apps com orientação e fichas de exercícios físicos é imensa. Alguns ajudam a controlar a corrida, outros organizam a rotina de atividades. Quer fazer agachamento, abdominal, pilates, musculação, ciclismo, caminhada ou yoga? Sem problemas. Uma rápida pesquisa na loja de aplicativos do seu sistema operacional apresentará uma diversidade de opções. Mas, ao mesmo tempo em que o estímulo ao movimento é louvável, os riscos envolvidos em se exercitar sem orientação profissional são grandes, levando, inclusive, a lesões. Um dos princípios mais importantes de um treinamento equilibrado é a individualidade biológica de cada pessoa. E o grande problema dos aplicativos e vídeos na internet é justamente nesse ponto: eles tratam todo mundo como todo mundo. Para muitas pessoas, até serve, pois eles trabalham com uma média de desempenho. O risco está na execução errada dos movimentos.

Os apps podem até ser úteis, mas com o devido acompanhamento profissional, funcionando apenas como um complemento do treino. Detalhes na execução de movimentos influenciam não só no resultado do exercício, mas também no aumento do risco de lesões em quem pratica. Até a tradicional e leve caminhada, sem a devida orientação, pode ser problemática. Quer se exercitar?. Procure a ajuda de um profissional qualificado, mesmo que somente no início da prática. Com o tempo, a pessoa vai assimilando posições, movimentação correta e respeito aos próprios limites, ganhando, assim, mais autonomia. "Sozinho, nem pensar", orienta.

Um bom exemplo é o treinamento com peso. Qualquer padrão de movimento realizado repetidas vezes com sobrecarga aumenta as chances de lesão. E lesões em diferentes articulações, como ombro, punho, pé, tornozelo, joelho, quadril... O treinamento com peso ou exercícios livres é muito sério para ser feito sem acompanhamento. São detalhes. Um simples deslocamento, que muitas vezes passa despercebido, em um agachamento, passa a exigir muito mais do joelho, aumentando, consequentemente, o risco de machucar esse joelho. Um supino, mesmo com peso leve, repetidas vezes na posição errada, machuca o ombro. Abdominal ou flexão feitos de maneira errada podem gerar hérnia de disco. Dependendo do nível do treinamento, a pessoa pode iniciar um processo degenerativo antecipado, como desgaste ósseo ou problema de coluna.

Exercício de baixo impacto e acessível, a caminhada é uma das modalidades que os aplicativos podem ajudar muito. Claro que, antes de partir para as pistas ou esteira, uma avaliação médica é imprescindível. Respeito aos limites pessoais, começo mais lento, buscando, com lucidez, alcançar um nível mais alto também. Mas para outras modalidades, como treinamento com peso, pranchas e abdominais, os aplicativos jamais, nem em nível inicial, vão suprir a necessidade de um professor.

AJUDA, MAS TAMBÉM ATRAPALHA


Confira alguns dos pontos fracos e problemas dos aplicativos fitness

» GENERICISMO BIOLÓGICO
É, talvez, o principal problema dos aplicativos fitness. Sem uma avaliação detalhada da pessoa, o resultado físico esperado pode se transformar
num problema. Mesmo que os apps ajudem com a escolha dos exercícios, são incapazes de identificar padrões alterados de movimento e muito menos corrigi-los.

» PROGRESSÃO DE CARGA
O aplicativo é feito para um grande público. Entre os usuários, existem pessoas com mais e menos força, resistência, potência e flexibilidade. Mesmo que pesquisas sejam utilizadas para o desenvolvimento do app, é muito difícil que ele leve em conta todos os fatores que influenciam e
afetam um exercício. Com isso, os treinos acabam se tornando ineficazes dentro de pouco tempo, pois não há a progressão das cargas.

» POR ALTO
Imagine que você tenha uma pequena atrofia nos músculos da região lombar. Como um treino composto por exercícios genéricos pode ajudá-lo? Com isso, desequilíbrios musculares aumentam e o usuário terá um resultado pior do que com a ajuda profissional.

» SEM PLANEJAMENTO

Mesmo com uma sequência de cargas e exercícios bem pensados, o planejamento não é personificado, ponto essencial para os resultados. Uma pessoa de 20 anos, saudável e com a saúde em dia, não vai ter o mesmo desenvolvimento de uma pessoa sedentária, de 45 anos e problemas de saúde. Cada caso é um caso. Exercício é coisa séria, envolve riscos e precisa de personalização e qualidade.
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A prática de  exercícios físicos é essencial para a nossa saúde. Está mais do que comprovado que ajudam a prevenir doenças cardíacas como infarto e até mesmo o AVC. Isso se deve ao fato deles promoverem a eliminação do excesso de LDL que é o colesterol ruim.

Além disso, os exercícios são ótimos aliados da nossa mente. Quem sofre de ansiedade ou depressão deve praticá-los com uma certa frequência. No que se refere aos benefícios mentais propiciados pelas atividades físicas, podemos citar especialmente a inibição da tristeza.

Ao praticar exercícios, o cérebro produz serotonina. Este é um neurotransmissor muito importante, um dos responsáveis por aumentar o humor. É importante ter em mente que este efeito é essencial para que a ansiedade e principalmente depressão sejam contidas. Ao nos alegrarmos, deixamos de lado os pensamentos ruins causadores dessas complicações.

Além disso, a serotonina também ajuda a regular outras funções do corpo, como o sono, por exemplo.

Os exercícios físicos também promovem a socialização. É possível conhecer novas pessoas ao praticar esportes, como vôlei ou futebol. Segundo pesquisas, fazer novas amizades é uma das maneiras de se prevenir ou até mesmo tratar a depressão.

A atividade física também alivia o estresse diário. Uma das situações mais comuns hoje em dia é o estresse provido pelo dia a dia tumultuado. Um péssimo dia de trabalho é um dos fatores que podem contribuir com o desenvolvimento desta complicação.

Além de todos os benefícios já citados anteriormente, devemos destacar a autoestima. Normalmente, quem sofre de depressão não gosta de sair de casa. Esse confinamento não é interessante para a mente. A estagnação pode piorar ainda mais a tristeza e a ansiedade.

Como começar

Para iniciar a prática de atividades físicas, priorize realizá-las no período da manhã; se não houver disponibilidade, pode ser à tarde. Comece realizando uma caminhada nas primeiras semanas, depois de um certo tempo, já poderá correr.

Caso tenha interesse, pode optar pela prática de esportes como ciclismo. Além disso, procure realizar os exercícios sempre acompanhado. Ter uma companhia fará com que você não desanime, pois ficará mais motivado.

Quando estiver praticando atividades físicas sozinho(a), ouça músicas no fone de ouvido, pois funcionam como um mecanismo para contenção do estresse e ansiedade. 

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A osteoporose como um comprometimento da força óssea que predispõe a aumento do risco de fratura, sendo essa força a integração entre a densidade mineral óssea e a qualidade óssea. A doença tem alto impacto social e econômico, com aumento da incidência nos últimos anos e alta mortalidade em decorrência das fraturas. Com o aumento da expectativa de vida, a osteoporose é uma doença cada vez mais diagnosticada em mulheres e homens de todo o mundo. A osteoporose é muito mais comum em mulheres, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) também considera sua presença em homens como um problema de Saúde Pública. É preocupante que a mortalidade em virtude da fratura osteoporótica é duas vezes maior em homens que em mulheres

A identificação precoce dos fatores de risco associados à baixa massa óssea e às fraturas é fundamental para o manuseio de pacientes de risco, especialmente para a introdução de estratégias efetivas de prevenção, diagnóstico e tratamento. E é por isso que a alimentação e a atividade física são importantes no tratamento desta patologia.

A detecção precoce de fatores que favoreçam a prevenção e tratamento da osteoporose deve ser preocupação de profissionais de saúde. Faz-se necessário analisar a ingestão alimentar com o objetivo de detectar nutrientes essenciais à saúde óssea que estão em baixo consumo. Os ossos passam por um processo de remodelação contínua, e a ingesta adequada de nutrientes e substratos é necessária para apoiar essa fase. O cálcio dietético e a proteína são nutrientes ativos no metabolismo de ossos, como também são o fósforo e a vitamina D. Há outras vitaminas e outros elementos minerais necessários para os processos metabólicos de formação óssea, incluindo-se vitamina K, vitamina C, vitaminas do complexo B, magnésio, cobre, zinco, manganês, potássio, boro, silício.

Outros nutrientes, como ômega 3 e fibras, também são citados na prevenção e no tratamento da osteoporose. Reduzem a produção de citocinas pró-inflamatórias e produzem alta concentração de ácidos carboxílicos de cadeia curta, o que aumenta a acidez intestinal e a absorção de minerais

Além de tomar cuidado com a alimentação, a prática de atividade física, respeitando sempre as particularidades de cada pessoa, é indicada a fim de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos pacientes com osteoporose.

A massa óssea é relacionada à ação da musculatura sobre o osso, portanto exercícios gravitacionais são mais efetivos. Autores destacam que os exercícios aeróbios de baixo impacto, como as caminhadas, excitam a formação osteoblástica e previnem a reabsorção; exercícios com pesos leves aumentam a massa muscular e a força dos músculos esqueléticos. A diminuição da força do quadríceps é um risco para ocorrência de fraturas do quadril, por exemplo.

Com ajuda daqui
http://www.fredericopretti.com.br/wp-content/uploads/2016/05/diet.jpg

A atividade física é qualquer movimento corporal não programado que promove o gasto de energia, como passear com o cachorro, cortar a grama e lavar o carro. Já o exercício físico é a atividade física planejada que visa melhora na resistência física e habilidades motoras, como nadar ou correr. O interesse por estas mudanças no estilo de vida requer atenção: alterações nos hábitos alimentares e o início de uma atividade física programada devem ser acompanhados de perto por profissionais. Porém, devido à maior facilidade de troca de informações nas redes sociais, as dicas de nutrição e exercício físico são cada vez mais disseminadas na Internet, mas muitas vezes não são fornecidas por profissionais e podem não ter embasamento científico.

Diversos estudos mostram uma relação positiva entre a prática de exercício físico e a prevenção de diversas doenças, como doenças cardiovasculares e diabetes, já que o exercício é capaz de provocar uma melhora do perfil lipídico (aumento do HDL-c, diminuição do LDL-c e triglicérides) e da sensibilidade à insulina. Um estudo realizado por Gill e colaboradores na Inglaterra em 2006 com homens de 37 a 57 anos demonstrou diminuição do colesterol total, do LDL-c e do VLDL-c e aumento do HDL-c após uma única caminhada de baixa intensidade na esteira com duração de 90 minutos. Logo, a prática de exercícios é indicada para a manutenção da saúde e prevenção de agravos, e deve ser realizada da maneira correta e sob orientação profissional. Além disso, a atividade física não programada também é benéfica, visto que o simples fato de manter o corpo em movimento traz benefícios à saúde e, o melhor de tudo, envolve atividades que podem ser realizadas em ambientes abertos, mais acessíveis e com companhia, como parques, pistas de caminhada e até mesmo em casa. De acordo com a Estratégia Global em Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2004, ao menos 30 minutos de atividade regular de intensidade moderada com uma frequência quase diária reduzem os riscos de doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer.

Em alguns casos, a busca fissurada pela perda de peso ou melhora da aparência de um modo geral faz com que os adeptos à prática de exercícios físicos desconsiderem a importância de uma alimentação saudável e adequada, e este "detalhe" é deixado de lado ou não é realizado sob orientação profissional. Uma alimentação adequada e equilibrada está diretamente relacionada à prática de uma atividade ou exercício físico. Tendo em vista todo este contexto, este artigo tem por objetivo reunir informações sobre a alimentação no exercício. Vale ressaltar que as sugestões que trazemos aqui são voltadas para o público que pratica exercícios físicos para melhorar sua resistência física, sem fazer desta prática sua profissão ou principal atividade.

Sempre é necessário ter em mente o cuidado com uma boa alimentação em dois momentos: antes e depois do exercício. No entanto, uma alimentação saudável também é essencial nos demais períodos do dia, por meio do fracionamento das refeições, do consumo adequado de frutas, verduras e legumes e da baixa ingestão de alimentos ricos em gordura e açúcar.

Durante o exercício físico, é necessário que o nosso corpo tenha energia disponível, proveniente dos alimentos que ingerimos. Assim, cerca de uma hora antes do exercício, devemos realizar uma refeição que contenha principalmente alimentos fonte de carboidratos, que é o principal nutriente responsável por fornecer energia para o organismo. Os carboidratos estão presentes nos pães, cereais, massas, batata, mandioca etc. Quando possível, é preferível que esses alimentos sejam consumidos nas versões integrais (pão, arroz e cereais integrais), já que estes são capazes de fornecer energia por um período de tempo maior. Algumas opções para este momento são: uma banana com aveia, um sanduíche de pão integral com geleia ou uma tigela de cereal integral com uma fruta picada.

Logo após a atividade física, é importante que a energia gasta durante o exercício seja reposta. Sendo assim, nesse momento também devem estar presentes os alimentos fonte de carboidratos, neste caso, nas versões não integrais (pão branco, arroz branco, frutas, mel etc.), que nos fornecem energia mais rapidamente. Além disso, devemos também ingerir alimentos fonte de proteínas, como leite e iogurte desnatados e queijos magros, pois este nutriente é responsável pela recuperação e regeneração muscular. Algumas opções que combinam estes dois nutrientes são: vitamina de banana com leite desnatado, iogurte com fruta ou coalhada com mel.

Além da alimentação, a hidratação também é um ponto chave quando se fala em exercício. Para um bom rendimento, não podemos nos esquecer de ingerir água antes, durante e depois da atividade, pois quando nos exercitamos perdemos muito líquido através do suor. Mesmo quando não sentimos sede, o nosso corpo já pode estar precisando de água. Assim, a sede já é um dos sinais iniciais de desidratação. O maior gasto de energia durante o exercício aumenta a necessidade de nos hidratarmos, por isso não deixe de beber água neste momento!

Dessa forma, a prática do exercício físico aliada a uma alimentação saudável, ambas realizadas sob orientação, são medidas capazes de prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. Manter o corpo em movimento também traz benefícios físicos, psicológicos e sociais, como o combate à depressão, melhora do humor, da autoestima e da coordenação motora. Uma alimentação adequada é fundamental para o bom rendimento do exercício, sendo que suplementos alimentares raramente são recomendados para desportistas (apenas para atletas). Uma boa hidratação também é essencial para repor a perda hídrica provocada pelo suor e prevenir danos ao organismo. Logo, se você deseja modificar seus hábitos alimentares e dar início a uma rotina de exercícios, procure por nutricionistas e educadores físicos para obter orientações de como realizar essas mudanças no seu estilo de vida de uma maneira correta e adequada.

Texto retirado daqui

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Fazer atividade física é uma ótima opção para quem precisa mudar de hábitos por causa da saúde. Pacientes com patologias como diabetes e hipertensão são indicados a fazer exercícios para controlar os problemas, mas encontrar o profissional de Educação Física apto a prescrever o treinamento ideal a esses pacientes pode não ser tão fácil quanto se espera.

22,7% dos brasileiros têm hipertensão

Dados do Ministério da Saúde divulgados em abril de 2012 indicam que a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira, sendo que o diagnóstico em mulheres (25,4%) é mais comum do que entre homens (19,5%). No caso dos diabéticos, informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 dizem há mais de 12 milhões de portadores da doença metabólica no país.

A hipertensão deve ser tratada com uso de medicamento contínuo – segundo prescrição médica – e complementar com a atividade física regular. Os exercícios devem ser realizados de forma ordenada a manter um intervalo entre séries e exercícios um pouco maior do que o convencional e não realizar sistemas de treinamento que trabalhem muito tempo a 100% da capacidade de cada indivíduo, uma vez que pode gerar risco de elevação acentuada da pressão arterial durante o exercício.

Como tratar a hipertensão

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Curso online de Atividade Física e Hipertensão

Antes,  preconizava-se que os exercícios de força eram contraindicados aos hipertensos, mas atualmente sabe-se que não é a modalidade, mas sim a intensidade da mesma que requer atenção. Quando você trabalha com intensidades menores, o exercício é indicado e, acoplado a ele, devem ser feitos exercícios aeróbios, os quais envolvem caminhada, ciclismo, natação e hidroginástica. É importante uma divisão de programa, que devem ter preferência, como por exemplo, três vezes por semana aeróbio e duas de força.

Os ganhos vindos pelos exercícios são inúmeros, como redução da pressão arterial, melhoras da condição cardíaca e da vascularização, redução e controle da glicemia, aumento da sensibilidade à insulina, emagrecimento etc. Vale ressaltar que o fortalecimento muscular também auxilia nessas variáveis, além de prevenir lesões, aumentar a massa muscular e, por consequência, aumentar o gasto energético.

O treinador deve medir a pressão arterial do aluno no início dos treinamentos. Se estiver com 180 mmhg de sistólica, é preciso suspender a sessão. É importante verificar as medidas de pressão pós-esforço, pois o exercício tende a realizar um efeito hipotensor.

A alimentação antes da atividade física é bastante importante para ambos os pacientes, além de evitar treinar em locais muito quentes e/ou pouco ventilados.

Atividade física para diabéticos é essencial

No caso dos diabéticos, as atividades aeróbias também devem ter uma carga maior e a prática deve ser realizada todos os dias da semana. É preciso controlar também a glicemia do atleta antes, durante (a cada 40 minutos) e ao final da prática esportiva. Monteiro indica que o profissional de Educação Física deva ainda organizar as cargas de trabalho (intensidade), de acordo com o ajuste glicêmico, ou seja, "se baixar muito, reduz a intensidade ou o tempo do treinamento".

Cardiopatas e diabéticos podem ser atletas

Um cardiopata e um diabético podem vir a treinar no âmbito competitivo, desde que estejam devidamente preparados e orientados para tal objetivo. Há casos em que o treinamento voltado para a saúde deve ser a prioridade, já que no rendimento, são inevitáveis cargas maiores e se o paciente já era atleta, ele deve e pode continuar com a supervisão criteriosa. É preciso um acompanhamento multidisciplinar minucioso, com profissional de Educação Física, médico, psicólogo, nutricionista e fisiologista para evitar riscos e mesmo para realizar um acompanhamento constante que ajude o indivíduo a conseguir controlar sua patologia.

Os diabéticos devem evitar os esportes de contato, à medida que podem potencializar inflamações e a doença traz dificuldades no processo de cicatrização.

As duas patologias são extremamente perigosas e letais para a saúde caso sejam deixadas em segundo plano e ambas têm particularidades e dificuldades, mas a equipe multidisciplinar trabalhando de forma integrada, com troca de informações e conhecimento leva a um ganho imenso ao paciente.

Anamnese é essencial antes de começar a praticar atividade física

Antes de começar a treinar um paciente com diabetes ou hipertensão, o profissional de Educação Física precisa checar seu atestado médico, comprovando que está apto à pratica de exercícios, e fazer uma anamnese completa, verificando a condição cardiorrespiratória, IMC, porcentual de gordura, qualidade de vida etc, sempre com reavaliações frequentes (semestrais).

Também é fundamental saber em quais momentos o aluno não deve treinar: para hipertensão, quando a sistólica estiver na casa dos 180 mmhg e, no caso do diabetes, quando a glicemia estiver em 300 mg/dl ou abaixo de 120 mg/dl.

Os diabéticos  devem aferir a glicemia antes do exercício e aumentar a ingestão de carboidratos pré e pós-treinamento, se necessário. Diabéticos crônicos, com complicações como retinopatia, nefropatia ou neuropatia têm outros pontos essenciais a serem observados antes e após os treinos.

Abaixo, a tabela de controle da glicemia a ser conferida pelos profissionais de Educação Física:

Até 80 mg/dl – não realizar exercício
80-100 mg/dl – ingerir carboidratos e verificar novamente a glicemia
100-250 mg/dl – realizar exercício normalmente
Acima de 250 mg/dl – não realizar exercício.


Não é novidade que dançar diverte. Então, porque não incorporar a dança na prática diária de atividade física?

Com aulas de dança (de todos os ritmos!) você queima calorias e se diverte muito!

Abaixo tem 10 exemplos dessas danças:


Zumba e SH´BAM

Zumba e SH´BAM

As aulas coreografadas ao som de música latina e hip hop, como Zumba e SH´BAM, conquistam cada vez mais adeptas. Com passos fáceis e clima que lembra as sessões de aeróbica dos anos 1980, as aulas coletivas são pura animação e diversão. Você ganha mais fôlego e até 400 calorias a menos em uma aula.

Balé fitness

Balé fitness

A aula de balé fitness, combina a tradicional modalidade com pilates e exercícios posturais. Ela ajuda a fortalecer os músculos, melhora o equilíbrio e a coordenação, corrige a postura e é uma delícia. A sessão é dividida em exercícios na barra, no solo e em passos em diagonais e, para finalizar com chave de ouro, todas as alunas fazem uma coreografia.

Street dance


Street dance

Embaladas ao som de hip hop, rap, funk e soul, as coreografias utilizam passos como pequenos chutes, giros, movimentos laterais de tronco e de ombros - todos precisos e bem marcados. Em 30 minutos de aula, você perde 175 calorias. O estilo ganhou visibilidade nos videoclipes de Michael Jackson e hoje faz sucesso nas academias de dança e também nas performances da diva Beyoncé.

Stiletto dance

Stiletto dance

Que tal experimentar uma dança que mescla sensualidade e energia? Essa é a proposta do stiletto dance. O estilo, que foi inspirado nas divas da música POP americana, aposta no salto alto, ritmos quentes e em movimentos superfemininos. A grande promessa? Ganhar pernas torneadas e perder de 400 a 600 calorias em 1 hora de aula.

Urban salsa
Urban salsa

Imagine essa mistura: o ritmo quente da salsa com os movimentos do street dance. Ficou animada? Esses são os princípios da urban salsa. Essa é uma modalidade super nova, e mais utilizada por professores de Street Dance. Ela trabalha o corpo como um todo, com maior ênfase no quadril e nas pernas, por carregar características da salsa. A música também é um diferencial, uma vez que mistura a batida do street com o ritmo da salsa

Samba de gafieira


Samba de gafieira

Que tal uma modalidade para o casal dançar bem juntinho? O repertório é variado: dá para dançar com diversos tipos de músicas, de Maria Rita a Noel Rosa. Os movimentos de pernas são intensos e, para não desequilibrar, você precisa contrair bem o abdômen. Você só precisa de 30 minutos para eliminar 236 calorias. No começo, há muitos giros e passos puladinhos, mas com o tempo você vai adquirindo um suingue próprio e incorporando a ginga e a alegria do malandro carioca típico da década de 1930.

Dança do ventre


Dança do ventre

Para quem deseja uma dança sensual, que trabalha flexibilidade e condicionamento físico, essa é a escolha perfeita. Essa dança de origem egípcia tem movimentos sinuosos que são ótimos para acentuar a cintura. Em 30 minutos de aula, você perde 175 calorias. A cantora Shakira é uma das adeptas do estilo e desenhou suas curvas ao ritmo de muita música árabe.

Forró universitário


Forró universitário

É um forro mais calmo, bom para dançar juntinho e as letras das músicas são românticas. É recomendado pelos professores como a porta de entrada para a dança de salão porque mesmo quem não tem a menor noção consegue acompanhar as aulas. São dois para lá e dois para cá, um ou outro rodopio e muito dengo. Com apenas 30 minutos de exercícios, você elimina 236 calorias.

Axé


Axé

Você curte os sucessos de Ivete Sangalo, Banda Eva e Claudinha Leitte? Então, pode se entregar para os passos do axé e se preparar para queimar muitas calorias. O gênero musical surgiu em 1980, durante o Carnaval de Salvador, na Bahia, e desde então vários sucessos são lançados o ano todo. As coreografias são inspiradas nas letras das músicas, treinam coordenação, equilíbrio, agilidade, memória e trabalham todas as partes do corpo.

Zouk


Zouk

Nascido nas ilhas do Caribe, esse ritmo é uma espécie de lambada moderna, mas com passos não tão frenéticos. Os movimentos - mais lentos e sensuais - são cheios de giros e cambrês (passos em que o moço lança você para baixo e a segura, com uma das mãos, pelas costas). Exige bastante molejo e dá para você abusar daquelas jogadas sexy de cabelo.
 http://www.imperiofeminino.com.br/wp-content/uploads/2016/03/atividade-fisica.jpg

Exercício físico traz vários benefícios para a saúde. Melhora o condicionamento, emagrece, levanta a autoestima, aumenta a expectativa de vida, alivia o estresse. Mas como dar um chega pra lá no sedentarismo?

Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade – e voltem para o sofá. Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas.

Planejar o tipo de exercício, o horário e a duração da atividade pode ajudar a sair do sedentarismo. Os especialistas lembram que é preciso ter paciência. O ideal é começar a fazer exercícios de três a quatro vezes por semana durante três meses.

Também é importante procurar uma atividade física que traga prazer. Quanto mais lúdica for a atividade, mais prazer ela proporcionará ao praticante. Isso ajuda a incorporar a atividade na rotina diária.

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O envelhecimento e especialmente a má postura são os fatores principais que resultam nas incômodas dores nas costas. Esta, que é uma das queixas mais comuns entre homens e mulheres de qualquer faixa etária, pode ser prevenida com uma atitude simples: caminhar 30 minutos por dia, pelo menos três vezes na semana.
Sem restrição de idade e sem custos a caminhada pode ser praticada diariamente. O exercício pode ser praticado em qualquer momento do dia. Entre os benefícios estão a melhora da circulação sanguínea e o combate à osteoporose.
A atividade também ajuda a combater dores nos joelhos e pernas, a fortalecer os músculos abdominais e das costas que sustentam a região cervical e previnem as lesões na região. O exercício também aumenta a flexibilidade e a mobilidade das articulações, melhora a capacidade de coordenar os movimentos do corpo e por consequência melhora a postura.
É importante a prática correta da caminhada, embora não exija habilidades específicas. Para evitar dores na região lombar, o ideal é um alongamento de pelo menos 15 minutos. Este procedimento reduz o risco de entorse articular ou lesão muscular e impede problemas na coluna. Montenegro alerta ainda sobre evitar passadas longas e pisadas muito fortes, o que aumenta o risco de quedas e torções.  

Conheça outras dicas para caminhar corretamente:
Para não lesionar a coluna evite caminhar com pesos nas pernas.
Opte por usar tênis, que ajudam a amortecer o impacto da pisada no chão.
Mova os quadris de forma natural. O movimento lateral, como se estivesse rebolando, pode ocasionar dores nas costas.
Comece com caminhadas de 30 minutos em terrenos planos, três vezes por semana.
Hidratar-se evita o aparecimento de câimbras durante o exercício.
Antes da caminhada faça refeições leves. Uma boa alternativa é comer frutas, fibras ou derivados do leite, que ajudam a prevenir tonturas. Evite caminhar em jejum.


Musculação  Com a rotina agitada, a gente acaba deixando de lado o treino de força, e muitas vezes, dá prioridade para uma rápida corrida no parque. De fato, um estudo feito pelo governo dos Estados Unidos mostrou que a maioria dos adultos foca mais na atividade aeróbica do que no equilíbrio entre esta e a musculação.
Porém, os exercícios que facilitam a construção de músculos podem, entre outras coisas, melhorar a qualidade de vida. Isso porque eles ajudam na manutenção da massa muscular e diminuem os riscos de sarcopenia (perda de massa e força na musculatura esquelética com o envelhecimento), além de garantir mais disposição durante as atividades do dia a dia e evitar lesões.
Em pouco tempo, os benefícios já podem ser notados. Você vai se sentir menos cansada ao subir uma escada ou ao carregar as sacolas do supermercado.
Então, por onde começar?
O ideal é procurar um profissional de educação física qualificado que possa avaliar exatamente o que o seu corpo precisa, de acordo com as suas limitações e objetivos. Assim, saberá com qual frequência precisa se exercitar e alcançará os resultados mais rápido.
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