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Educação Física Professor Rodolfo





Os benefícios da corrida vão desde uma melhora na capacidade cardiopulmonar, mais disposição, até o alívio do estresse. Na corrida, uma grande quantidade de energia é consumida. Isso combinado à uma dieta balanceada leva também à perda de peso. Não é novidade que a corrida vem sendo praticada por um numero cada vez maior de pessoas.

Para começar a correr é importante fazer um ckeck-up do seu estado de saúde. Além do aval médico, você deve procurar também orientações de um especialista da área. Ele vai ajudar a evitar lesões, corrigir postura, vai cuidar da respiração na hora da corrida e oferece dicas importantes tanto para os treinos cotidianos quanto para as competições. A presença de um profissional de Educação Física é essencial nesta fase.

Nesta fase inicial, usamos muito a frase devagar e sempre! É preferível correr devagar e correr mais, do que correr rápido e por pouco tempo. Com o passar dos dias, é indicado diminuir a duração da caminhada, aumentar o da corrida e continuar evoluindo até correr continuamente. Não se importe em imprimir um ritmo forte na hora da corrida no inicio. O uso de roupas confortáveis, leves e um tênis especifico para corrida também é importante para essa adequação.

Para quem já corre e quer melhorar a performance, é preciso alterar a frequência e a intensidade do exercício. A primeira dica é aumentar o volume de treino, adicionando mais dias à rotina. Quando atingir 5 ou 6 dias de prática na semana, comece a aumentar alternadamente a distância percorrida em cada dia.

Depois de alcançar um bom volume de treino, você pode focar na velocidade da corrida. E atnção ao próprio corpo para não causar fadiga excessiva ou causar uma lesão!

Devagar e sempre, todos os objetivos são atingidos na corrida. Boa sorte!



Para o praticante de corrida, achar outras atividades que possam trabalhar a musculatura de uma forma diferente é importante em algumas fases do treinamento. Dentro da academia, a aula de jump pode ser uma dessas atividades.

O som de uma música animada, pequenas camas elásticas e pessoas dispostas a se exercitar podem ajudar a motivação do corredor. Assim, ajudam os esportistas a entrarem em forma e pode ser uma grande aliada para os praticantes de corrida.

Nesa aula, é possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump, isso apesar dos membros inferiores serem obviamente os mais solicitados nas aulas tradicionais. Por isso, é comum observar a execução de outros movimentos nessas aulas, utilizando eventualmente a cama elástica como uma plataforma de desequilíbrio para fazer flexões de braço, por exemplo. Essa é uma tentativa de tornar a aula um estímulo mais completo.

Sendo assim, o afundo e o agachamento são exemplos de exercícios que podem ser executados nesse tipo de aula. Já em relação aos membros superiores, são comuns flexão de braço, desenvolvimento e remadas. Normalmente utilizando elásticos ou barras montadas.

Para os corredores, os benefícios do jump só aumentam. Essa aula foca no uso de força elástica dos membros inferiores, o que é importante para o praticante de corrida. Esse tipo de estímulo vai ajudar a melhorar a performance do atleta. Alguns outros exercícios que podem ser realizados na cama elástica podem servir para melhorar a estabilidade articular, que são basicamente todos os exercícios de equilíbrio ou realizados de maneira a manter somente um pé de apoio.

Outro lado bom da atividade para o praticante da corrida é que os demais exercícios realizados na aula são benéficos para a prevenção de lesões.

É importante que os movimentos precisam ser realizados de maneira adequada, com a intensidade de acordo com o nível do praticante. O importante é ter sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, que vai conduzir a aula para que todos os cuidados necessários sejam tomados.

Corredores, utilize o jump para complementar a sua preparação física.
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A panturrilha (ou tríceps sural) é um dos principais músculos propulsores e amortecedores do corpo durante a corrida. Por conta disso, é o tempo todo solicitada. O grupo muscular referido como panturrilha inclui diversos músculos, embora a maioria foque em apenas dois: o gastrocnêmio e o sóleo. A função principal destes músculos é atuar como flexores plantares, embora o gastrocnêmio também possua uma pequena atividade como flexor de joelhos.

O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que poderia levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da panturrilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para que isto aconteça. Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada.

• Possuir total força da perna lesionada em comparação a não lesionada.

• Correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar.

• Correr em linha reta, a toda velocidade sem mancar.

• Fazer viradas bruscas a 45º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 18 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Fazer viradas bruscas a 90º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 9 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Pular com ambas as pernas e somente com o lado lesionado sem sentir dor.

Está no meio do treino e sentiu sua panturrilha pesar? Ou então acabou de dar aquela corrida e parece que sua panturrilha está dura como uma pedra ou dolorida? Não insista. Dê um repouso a essa região do corpo porque uma lesão vai te deixar fora da prática da corrida,

Até a próxima!


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Nunca é tarde para iniciar os treinamentos coordenativos. Até mesmo pessoas que já corriam e apresentam alguns defeitos posturais de passada, movimentação dos braços e angulação do tronco conseguem melhoras significativas após algum tempo praticando educativos.

Veja alguns erros que podem ser detectados pelo professor na corrida:

- Atacar o solo,com toques dos pés chapados no chão, diminuindo a capacidade de amortecimento das articulações;
- Tocar o solo nas pontas dos pés o que pode levar a uma lesão no músculo tibial anterior;
    - Toque forte com os calcanhares, o que aumenta o impacto e desacelera a corrida;
    - Pouca flexão do quadril ou desalinho de uma perna em relação à outra, o que pode causar desequilíbrios no corpo todo;
   - Pouca flexão dos joelhos, o que diminui a amplitude das passadas, fazendo com que a mesma distância necessite de muito mais passadas para ser vencida e aumente o impacto repetitivo sobre as articulações;
   - Falta de coordenação entre braços e pernas, lembrando que os braços devem sempre estar a favor da movimentação, na amplitude e angulação correta para favorecer o deslocamento a frente e ajudar na economia de energia e eficiência dos movimentos;
   - Falta de fortalecimento da região abdominal, afinal o centro do corpo é o que rege todos os movimentos e um centro fraco com certeza vai prejudicar toda a corrida pela falta de estabilização central.

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Está chovendo. É segunda-feira. Minha perna está presa, acho que vou me lesionar.  Ai que preguiça!  Quantas desculpas a sua cabeça não formulou para faltar aquele treino e não dar continuidade a sua planilha?

A motivação diária, aquela te faz levantar para treinar é complicada de se achar. Afinal de contas, você corre pra quê?

Para o seu cérebro, correr é um desperdício enorme de energia. E, se você der mole, ele te vence. As frases do primeiro parágrafo desse texto te dominarão. Uma das formas de não deixar isso te vencer é ter um profissional para te acompanhar. A outra é treinar em grupo, com outras pessoas te motivando.

Uma das principais vantagens de ter a assessoria de um profissional é o incentivo que ele te trará, além das informações de como dosar as atividades do seu aluno, entendendo os limites, tempo de recuperação e também quando este está pronto para ir além. O acompanhamento de um profissional não só diminui muito o risco de lesões, como ajuda a não desistir já que tem alguém te acompanhando e motivando a superar limites.

Uma outra forma de se manter a motivação lá em cima é correr com outras pessoas. Acredite, a socialização, muitas vezes, vai te fazer não desistir. Fazer parte de uma equipe além de tornar os treinos mais divertidos e leves também são um incentivo a mais para continuar. Você pode contratar uma assessoria desportiva, por exemplo. A possibilidade de treinar em grupo é o que mais atrai a atenção nesse tipo de serviço.

Duas dicas, dois caminhos a seguir. Vença a preguiça, a chuva, a segunda-feira, a cama e vamos correr! :D
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Para quem leva a corrida a sério, uma das maiores preocupações que se tem é como melhorar o fôlego na atividade.  A regularidade é importante, assim como se manter num ritmo que você consiga suportar a atividade por um período mais longo. Porém um conselho que deve ser levado em consideração é a prática de outras atividades para que haja uma melhora do condicionamento físico.

A corrida é um dos exercícios mais recomendados para o bem-estar físico e mental. Correr é uma das únicas modalidades que permite movimentar quase todos os membros inferiores, como quadríceps, glúteos, músculos isquiotibiais e panturrilha. Ela ainda é aliada na queima de gorduras e no aumento da massa muscular.

Porém, se o corredor acha que a corrida não é suficiente para melhorar o seu fôlego, é legal aliar o treino a outros exercícios que também melhoram a capacidade respiratória.  Atividades como natação, treinamento em circuito, vôlei, futebol, tênis, ciclismo, entre outros podem ajudar o praticante nesse objetivo.

Outra atividade que merece destaque é a yoga. Movimentos simples dessa prática que potencializa o movimento da respiração e ativa toda a musculatura envolvida (diafragma e intercostais): focando o abdômen e o diafragma e sem mexer os ombros, inspire com o peito (abrindo as costelas) e expire todo o ar, até encolher a barriga, por exemplo. É preciso controlar o movimento de entrada e saída do ar para que não fique acelerado demais durante a corrida.

Essa é a dica da vez: se você perceber que a corrida não está sendo suficiente para melhorar o seu fôlego, incorpore outras atividades.

Até a próxima!
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No Brasil, 300 mil pessoas morrem por ano de doenças associadas ao sedentarismo mas prática de atividades físicas pode reverter esse quadro. Os exercícios aeróbicos, como a corrida, são os mais indicados para combater as doenças do coração. Trinta minutos de exercícios por dia já seriam suficientes para tirar a pessoa do sedentarismo.
Diante de uma rotina complicada, falta de infraestrutura dos parques e ambientes públicos, segurança e deslocamento, muitas pessoas não conseguem sair para correr e acabam se exercitando na esteira ergométrica. Embora a prática seja benéfica para saúde do corpo e da mente, existe uma grande diferença em praticar exercícios na academia e ao ar livre.
Na academia, os fatores meteorológicos não interferem na rotina do treino. Por outro lado, ao ar livre é possível variar o local onde será realizado o exercício e isso aumenta o prazer de se fazer as atividades. Segundo a OMS, no mundo, cinco milhões de pessoas morrem por doenças causadas por falta de atividades físicas. É preciso combater os fatores de risco para diminuir esses números. A prática de atividades físicas reduz a obesidade e auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares.
Para quem pretende iniciar a prática da corrida, é importante fazer checkup com o médico cardiologista para saber se tem algum impedimento e condições físicas para iniciar os treinamentos. Além disso, deve se exercitar em ambos os locais (academia ou ao ar livre), principalmente nas práticas aeróbicas, agrega benefícios para o coração, como a melhoria da capacidade de ejeção de sangue para todo o corpo, aumento da quantidade de vasos sanguíneos no coração e da cavidade cardíaca.
Ter a orientação de um especialista é imporante. Sem essa orientação,  os principais riscos de se fazer exercício fica por conta da condição de saúde inicial do indivíduo e do excesso de exercício físico, que pode causar lesões. Na academia é esperado que o indivíduo tenha orientação de um professor de educação física.
Na academia, o iniciante deve passar por uma avaliação física para que o profissional prescreva os exercícios e a periodicidade adequada. Se a prática for ar livre, também é importante que o indivíduo procure algum profissional de educação física para evitar excessos que possam provocar futuras lesões articulares e danos mais sérios, como problemas cardíacos.
A recomendação é que o praticante faça corrida ou caminhada e que comece de modo leve, com uma regularidade de três vezes por semana, com uma duração média de 30 a 40 minutos. É importante destacar que exercícios leves e moderados são aqueles que promovem os maiores benefícios para a saúde cardiovascular.

Fisioterapia funcional

O trabalho funcional melhora o equilíbrio, força, resistência e tempo de reação muscular, coordenação e flexibilidade do atleta. Com esses aperfeiçoamentos, obtêm-se o aprimoramento da postura estática e em movimento, a otimização da utilização dos músculos, refina a execução do movimento de corrida e, consequentemente, eleva o desempenho individual.

Veja exemplos de exercicios funcionais para quem pratica corrida:

mulheres correndo aquecimento euatleta (Foto: Getty Images)

A corrida é um dos esportes mais praticados no Brasil e no mundo. Diversas pessoas iniciam a prática em busca de uma vida mais saudável e nunca mais param. Mas, no geral, corredores não gostam muito de musculação. Contudo, para não contrair alguma dor indesejável e se manter sempre em evolução você terá que conciliar os dois tipos de treinamento.

A melhora na corrida está diretamente ligada a um treinamento muscular bem elaborado que leva em consideração não somente as musculaturas envolvidas e o sistema energético, mas também o trabalho de prevenção de lesões.

O treinamento funcional nos proporciona justamente isso, pois, além de trabalhar os músculos, é dinâmico e mais específico. Mas é preciso, acima de tudo, levar em consideração que o foco do aluno é o mais importante. Então esse trabalho não visa transformar o corredor em um levantador de peso, mas sim capacitá-lo a ser um melhor esportista na categoria que pratica – a corrida.

Vamos falar um pouco dos tipos de trabalho que podemos utilizar para esse propósito.

1# Propriocepção

Os exercícios de propriocepção vão te ajudar a fortalecer as articulações do tornozelo, joelhos e quadril. Esse tipo de exercício tem caráter preventivo, por isso esqueça aqueles movimentos malucos em cima da bola, pois eles colocam você em risco e lhe oferecem menos benefício no trabalho de propriocepção e também trabalho resistido. Prefira realizar esses exercícios de maneira isolada.

2# Flexibilidade

Nesse trabalho nosso objetivo é manter a musculatura em seu tamanho ideal (sem estar encurtada) e fortificada para trabalharmos com uma boa postura. Podemos medir nossa flexibilidade através de vários testes (como flexitest e sentar e alcançar) e também através do próprio movimento de corrida. Passadas curtas, postura curvada, corrida na ponta do pés, são sinais de que é necessário melhorar a flexibilidade e a mobilidade das articulações. Com isso sua corrida será mais eficientemente.

3# Força

Para suportar as demandas físicas que o treinamento de corrida impõe ao nosso corpo é necessário a prática de exercícios resistidos com regularidade. Você não precisa – e nem deve – treinar como fisiculturista, mas é importante malhar de forma a compensar os problemas musculares. A musculação deve servir como suporte à sua rotina de corrida (independente da frequência com que você pratique esse exercício). Sugiro treinar musculação ao menos 2 vezes por semana (ou funcional/crossfit/pilates). Esses treinamentos devem trabalhar o corpo como um todo, mas você deve focar mais os membros inferiores, lombar e abdômen.

4# Core

Trabalhar a musculatura do core nos ajuda na transferência de energia, na economia de energia e na postura. A região do abdômen-lombar é de extrema importância para a corrida. É comum consideramos que o único trabalho possível para o abdômen são aqueles exercícios básicos que normalmente vimos nas academias (reto, oblíquo, infra). Mas é importante trabalhar também as questões de estabilização e postura, pois isso ajuda a manter a coluna estável e a suportar o impacto cumulativo que ocorre na corrida.

5# Educativos

Os exercícios educativos vão lhe ajudar a melhorar o gestual, tornando a corrida mais eficaz. Apesar de todos aprenderem a andar e a correr ainda quando crianças, com o passar dos anos esse gestual acaba por adquirir alguns hábitos incorretos. Para isso, os educativos de passada são fundamentais. Exercícios como andar de lado, de costas e saltitar, servem para ajudar nosso corpo a desenvolver um melhor padrão de movimento para a corrida.

Por Ricardo Wesley




Acha correr muito chato? Vista o tênis, coloque o relógio e aperte o play no iPod: confira aqui 10 dicas para deixar o tédio bem longe do seu treino de corrida. Run, baby, run!

1. Corra para chegar a algum lugar.
Ao invés de correr ao redor de um parque, por que não correr na rua para atingir algum destino, seja ele a academia, o supermercado ou a casa das suas amigas? Além de ser divertido, evita que você enjoe da paisagem.

2. Invista nos treinos intervalados.
Converse com seu treinador e planeje treinos intervalados, que oscilem entre ritmos fáceis, médios e difíceis, repetindo as sequências apropriadas para seu preparo físico. Além de deixar a corrida mais dinâmica, você não vai ver o tempo passar!

3. Corra até um ponto de referência.
Depois do aquecimento, corra em um ritmo forte até um ponto de referência – uma árvore, um poste, um banco – e volte em ritmo de trote, repetindo a sequência.

4. Explore lugares novos!
Corre sempre no mesmo parque, na mesma esteira? Aproveite a corrida para conhecer novos lugares, novas ruas. bairros e parques. Divirta-se!

5. Experimente uma corrida de aventura.
O nível de concentração exigido para uma corrida de aventura – que envolve desviar de obstáculos como pedras, raízes, água etc – acaba tirando seu foco do tempo e da distância, além de proporcionar belas paisagens.

6. Experimente treinos de velocidade.
Encontre a pista de atletismo mais próxima e aproveite para elevar seu pace em treinos de velocidade, variando distâncias e intensidade a cada ciclo.

7. Corra com companhia.
Tem um treino longo para fazer, mas está com preguiça? Convide amigas, colegas, namorado, familiares e até o cachorro para acompanhar você. Nada melhor que uma boa companhia para animar o treino de corrida!

8. A esteira pode ser divertida!
Se você precisa correr na esteira, deixe a novela da TV da academia de lado e faça um treino pré-programado de subida ou um intervalado, variando o pace e a intensidade.

9. Inscreva-se para uma prova.
Nada mais motivador para seguir firme na rotina de corridas quanto uma prova. Seja ela de 5km, 10km, 21km ou 42km, o fato de você ter uma competição para se desafiar (e se superar) tira qualquer vestígio de chatice dos treinos.

10. Invista em uma boa playlist
Esqueça da função shuffle do iPod, que é capaz de mesclar forró, música clássica e metal de uma só vez. Pare, pense e planeje com antecedência uma playlist recheada com as músicas que te deixam animada.

EuAtleta Izabel Goulart_690_8 (Foto: Eu Atleta)


A corrida é uma atividade física cada vez mais frequente na vida dos brasileiros. Seja individualmente ou em grupos saber mais informações sobre essa prática pode ajudar a ter um melhor desempenho. 

Separamos 10 links do blog Corredores Online para se saber mais sobre essa atividade.

Fisioterapia esportiva: grande aliada dos corredor...
5 motivos para o corredor fortalecer os glúteos
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