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Educação Física Professor Rodolfo



Em pesquisa que entrevistou 572 escolas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostra que apenas 51% dos colégios públicos do Brasil possuem professores de Educação Física e menos da metade dos centros de ensino do país (44,9%), incluindo-se aí as instituições privadas, conta com programa específicos para promover atividades físicas no ambiente escolar.
Segundo a agência da ONU, diante desses baixos índices, marcos legais estabelecendo a obrigatoriedade da disciplina são importantes para garantir a promoção das atividades físicas nas escolas.
Aula de educação física em escola municipal da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo

Apenas 51% dos colégios públicos do Brasil possuem professores de Educação Física e menos da metade dos centros de ensino do país (44,9%), incluindo-se aí as instituições privadas, conta com programa específicos para promover atividades físicas no ambiente escolar.
Os números são de um levantamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que entrevistou 572 escolas de diferentes regiões e níveis socioeconômicos do Brasil — e de todos os níveis de ensino — para avaliar se esses espaços oferecem ou não estímulos à prática de esportes e exercícios.
O objetivo do documento é propor um modelo de aprendizagem — chamado "Escolas Ativas" — que contemple o movimento e as atividades físicas como parte integral do processo de formação. A amostragem, porém, revela que o Brasil está longe de considerar o esporte como uma ferramenta de ensino e empoderamento dos jovens.
Para Andréa Bolzon, uma das coordenadoras da pesquisa e atual responsável pelo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do PNUD, a educação brasileira ainda é dominada por "um 'paradigma instrucionista' que é calcado por uma perspectiva estreita de que você aprende melhor sentado olhando para o papel".
O relatório lembra que a obrigatoriedade do ensino da Educação Física é determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/1996 e 10.793/2003).

A educação física pode ser
uma disciplina agregadora
para diminuir os índices de
desistência escolar.

No levantamento da agência da ONU, apenas 56% das escolas pesquisadas tinham um professor da disciplina em seus quadros docentes. Quando considerada somente a rede particular, o percentual sobe para 74%. Na rede pública, o índice cai para 51%.
Variações significativas também foram identificadas entre regiões do país. Enquanto no Sudeste e no Sul, 82% e 81% dos colégios, respectivamente, tinham profissionais capacitados para orientar alunos na prática de exercícios, no Nordeste e no Norte, os valores verificados foram de 37% e 29%.
Divulgada durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, a análise do PNUD aponta que marcos legais como a legislação nacional vigente parecem ser relevantes para a promoção das atividades físicas nas escolas, uma vez que a frequência e o volume das aulas de Educação Física, bem como a presença de professores especialistas parecem estar relacionados às exigências dispostas na lei.

Outros usos do espaço escolar

O relatório da agência da ONU avaliou ainda outros aspectos que podem contribuir para tornar os colégios — e estudantes — brasileiros mais ativos. Entre eles, a realização de pausas para a prática esportiva e a oferta extracurricular de atividades físicas.
Das 149 escolas de Ensino Infantil entrevistadas, 45% propunham aos alunos momentos livres para a realização de exercícios físicos. No Ensino Médio, a proporção cai para apenas 9% das 111 instituições que fizeram parte do levantamento. Nos Ensinos Fundamentais I e II, os índices também foram pouco expressivos — 18% e 11%, respectivamente.

Numa escola que já não é muito amiga
do movimento, se você tira
a educação física (do currículo obrigatório),
será que ela some?

O padrão se inverte quando avaliadas as oportunidades extracurriculares. Dos centros de ensino secundarista, 60% ofereciam atividades físicas fora da grade de disciplinas obrigatória. No Ensino Infantil, o percentual é de 25%. Nos níveis fundamentais da educação, os valores ficaram pouco acima dos 40%.
A pesquisa também perguntou aos gestores das escolas se os estabelecimentos são usados pelos alunos e pela comunidade fora dos dias úteis para a prática de esportes.
Um quinto das instituições são abertas nos finais de semana para que pessoas possam usar as instalações para fazer exercícios. Apenas 16% ofertam programas de atividades físicas nos sábados e domingos. Quando observado o uso efetivo dos equipamentos pela comunidade, o relatório indica que 34% das escolas são aproveitadas pelo público.

O que precisa mudar

Bolzon aponta que, além da falta de pessoal qualificado, outros fatores contribuem para afastar estudantes das atividades físicas. Entre eles, a insistência em modelos de ensino do esporte que privilegiam sempre as mesmas modalidades.
"Falta diversidade", afirma a especialista, para quem a aprendizagem de outras variedades esportivas poderia tornar a Educação Física mais inclusiva, além de driblar desigualdades de gênero.
Leonardo Mataruna, pesquisador da Universidade de Coventry, no Reino Unido, lamenta que a disciplina ainda seja dominada pelo chamado "quarteto fantástico" — a prática de basquete, futebol, voleibol e handebol.
"Quantos outros esportes a gente poderia desenvolver na escola?", questiona, e cita exemplos como o badminton, o golfe e o rúgbi, que podem trabalhar a motricidade grossa e fina dos alunos, bem como as capacidades de percepção do espaço. "É preciso haver um aumento da cultura esportiva não só dos professores, mas de todo o país. Já passou o tempo de discutir apenas futebol e voleibol".
Mataruna lembra ainda de outras atividades físicas, como a dança e a musculação, que poderiam tornar a Educação Física mais atraente para estudantes. "A educação física pode ser uma disciplina agregadora para diminuir os índices de desistência escolar", aposta o especialista.

Brasil tem altos índices de sedentarismo

Segundo Mataruna, é no Ensino Médio que "sugestões e ofertas da escola vão se transformar em hábitos para a vida toda". Em 2015, o Diagnóstico Nacional do Esporte publicado pelo Ministério do Esporte apontava que 45,9% dos brasileiros eram sedentários. Desse grupo, 48% afirmaram ter iniciada a prática de atividades físicas na escola e 45% disseram ter abandonado a prática de exercícios entre os 16 e 24 anos.
A falta de atividades físicas é identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o quarto fator de risco para a mortalidade a nível global. A agência aponta que o sedentarismo é a causa principal para 27% dos casos de diabetes, 30% das ocorrências de doença arterial coronariana e de 21% a 25% dos episódios de câncer de mama e colorretal.
A OMS destaca que a prática de exercícios pode reduzir as chances de uma pessoa apresentar todas essas doenças e ainda outras patologias, como a depressão, além de reduzir os riscos de fraturas das vértebras e ajudar a controlar o peso.
Para Mataruna, uma maneira de transformar o comportamento dos estudantes — e levá-los a praticar mais exercícios em suas vidas — é apostar na interdisciplinaridade, combinando a prática de esportes ao ensino de outros conteúdos.
A respeito da Reforma do Ensino Médio, cuja proposta inicial em caráter de Medida Provisória acabava com a obrigatoriedade da Educação Física, o especialista aponta que "existe uma redução das oportunidades de interdisciplinaridade".
"Numa escola que já não é muito amiga do movimento, se você tira a educação física (do currículo obrigatório), será que ela some?", questiona Bolzon.
De acordo com a pesquisadora do PNUD, a oferta de atividades físicas é benéfica não apenas por conta dos benefícios para a saúde ou devido às habilidades sociais trazidas pelo esporte, mas também pelas reflexões que podem provocar junto aos alunos.
Segundo ela, as Escolas Ativas podem oferecer conhecimentos que dão autonomia aos alunos, tornando-os aptos a pensar suas relações com o corpo, com padrões de consumo e outras opções de vida e de carreira.
Na semana passada (13), a Câmara dos Deputados aprovou uma emenda que altera o texto da MP e reintroduz a Educação Física na Base Nacional Comum Curricular, que definirá quais conteúdos serão obrigatórios no Ensino Médio.
Ao final de novembro (30), a Comissão Mista da Câmara responsável por avaliar a proposta da reforma já havia emitido um parecer que decidiu pela retomada da obrigatoriedade do ensino de atividades físicas. A lei, tal como modificada pela Câmara, ainda será analisada no Senado.



Na sessão desta terça-feira (29), a comissão mista encarregada de analisar a medida provisória (MP 746/2016) que trata da reforma do Ensino Médio recebeu o parecer do senador Pedro Chaves (PSC-MS). Após inúmeras manifestações de estudantes que, inclusive, ocuparam escolas em todo o Brasil contra a proposta, o relator decidiu manter as disciplinas Arte e Educação Física como disciplinas obrigatórias para o currículo do segundo grau escolar. A retomada da discussão da MP está prevista para a sessão de amanhã (quarta, 30).

"Optamos por retomar a obrigatoriedade do ensino da Educação Física e da Arte como componentes curriculares do ensino médio. Essa opção se justifica porque acreditamos que a formação integral do ser humano exige o atendimento de várias dimensões, dentre as quais a corporeidade, o movimento e a fruição não podem ser desconsiderados", explicou o senador.

Leia a íntegra do relatório

O texto apresentado pelo relator também determina que 60% das horas sejam destinadas às disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – ainda em fase de elaboração pelo Ministério da Educação. Antes, esse número era de apenas 50%. De acordo com o MEC, a BNCC vai conter, por exemplo, temas como cidadania e meio ambiente. Para Pedro Chaves, a alteração curricular vai garantir unidade e sincronia entre as escolas brasileiras.

"Optamos pelo percentual porque acreditamos que expressa um equilíbrio desejável que superará o valor de 1.200 horas previsto originalmente, que é insuficiente para propiciar que todos os estudantes acessem conteúdos relevantes para essa etapa da educação básica", ressaltou.

Carga horária

No texto apresentado hoje (terça, 29), Pedro Chaves avaliou as dificuldades de ampliar a carga horária mínima para 1.400 horas anuais. A partir daí, o senador propôs uma meta intermediária. No prazo máximo de cinco anos, todas as escolas de ensino médio do país terão carga horária anual de pelo menos 1.000 horas, cinco horas diárias.

A MP estabelece ainda que o currículo do novo ensino médio será formado pelas disciplinas do BNCC e matérias de áreas do conhecimento que poderão ser escolhidas pelo próprio aluno. De acordo com o relatório apresentado, os alunos deverão escolher entre linguagens e suas tecnologias; ciência da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; matemática e suas tecnologias; e formação técnica e profissional.

"Assim, substitui-se o cardápio único, composto por 13 disciplinas engessadas, por uma BNCC enxuta e dinâmica, a ser estabelecida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), e por cinco itinerários formativos", disse o relator da medida, que também incluiu a possibilidade de organização do ensino médio por módulos, com a adoção do sistema de créditos.

Ensino integral

Em seu relatório, Pedro Chaves ampliou o prazo que o governo federal terá para fazer os repasses de recursos a fim de auxiliar a implantação das escolas em tempo integral. O texto da MP previa quatro anos, mas a nova redação o estende para 10 anos. No entanto, os recursos serão destinados prioritariamente às escolas que atendam educandos matriculados com menor renda familiar per capita.

* Com informações da Agência Senado

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Estar em forma, com a saúde e corpo em dia, é uma obsessão cada vez mais comum. Homens e mulheres de todas as idades se valem dos mais diversos recursos para atingir o objetivo. E a tecnologia, assim como em quase todas as esferas da vida moderna, passa a ser mais uma mão na busca pelo condicionamento e satisfação com a estética pessoal. Aplicativos, vídeos, blogs e sites especializados pipocam na internet, estimulando a prática de exercícios físicos em casa e orientando sobre dietas, comportamento e estilo de vida.

Não que isso seja uma novidade. Quem cresceu nos anos 1980 se lembra das famosas fitas com videoaulas de aeróbica da atriz  Jane Fonda, duas vezes ganhadora do Oscar. As clássicas aulas, com Fonda de collant e polainas puxando uma turma que a imitava ao fundo, venderam mais de 17 milhões de cópias em pouco mais de duas décadas, levando várias mulheres dos EUA a deixar a ociosidade de lado e se engajar na prática de exercícios físicos. Hoje, a cada dia, mais um aplicativo fitness é lançado, musas e webcelebridades compartilham seus treinos na rede mundial de computadores, milhões de vídeos, dicas, dietas, receitas...

Mas, neste mundo virtual supostamente sem limites, em que qualquer um pode produzir e disponibilizar conteúdo na rede, muitos cuidados devem ser levados em conta antes de partir em busca da forma perfeita por conta própria.

A lista de apps com orientação e fichas de exercícios físicos é imensa. Alguns ajudam a controlar a corrida, outros organizam a rotina de atividades. Quer fazer agachamento, abdominal, pilates, musculação, ciclismo, caminhada ou yoga? Sem problemas. Uma rápida pesquisa na loja de aplicativos do seu sistema operacional apresentará uma diversidade de opções. Mas, ao mesmo tempo em que o estímulo ao movimento é louvável, os riscos envolvidos em se exercitar sem orientação profissional são grandes, levando, inclusive, a lesões. Um dos princípios mais importantes de um treinamento equilibrado é a individualidade biológica de cada pessoa. E o grande problema dos aplicativos e vídeos na internet é justamente nesse ponto: eles tratam todo mundo como todo mundo. Para muitas pessoas, até serve, pois eles trabalham com uma média de desempenho. O risco está na execução errada dos movimentos.

Os apps podem até ser úteis, mas com o devido acompanhamento profissional, funcionando apenas como um complemento do treino. Detalhes na execução de movimentos influenciam não só no resultado do exercício, mas também no aumento do risco de lesões em quem pratica. Até a tradicional e leve caminhada, sem a devida orientação, pode ser problemática. Quer se exercitar?. Procure a ajuda de um profissional qualificado, mesmo que somente no início da prática. Com o tempo, a pessoa vai assimilando posições, movimentação correta e respeito aos próprios limites, ganhando, assim, mais autonomia. "Sozinho, nem pensar", orienta.

Um bom exemplo é o treinamento com peso. Qualquer padrão de movimento realizado repetidas vezes com sobrecarga aumenta as chances de lesão. E lesões em diferentes articulações, como ombro, punho, pé, tornozelo, joelho, quadril... O treinamento com peso ou exercícios livres é muito sério para ser feito sem acompanhamento. São detalhes. Um simples deslocamento, que muitas vezes passa despercebido, em um agachamento, passa a exigir muito mais do joelho, aumentando, consequentemente, o risco de machucar esse joelho. Um supino, mesmo com peso leve, repetidas vezes na posição errada, machuca o ombro. Abdominal ou flexão feitos de maneira errada podem gerar hérnia de disco. Dependendo do nível do treinamento, a pessoa pode iniciar um processo degenerativo antecipado, como desgaste ósseo ou problema de coluna.

Exercício de baixo impacto e acessível, a caminhada é uma das modalidades que os aplicativos podem ajudar muito. Claro que, antes de partir para as pistas ou esteira, uma avaliação médica é imprescindível. Respeito aos limites pessoais, começo mais lento, buscando, com lucidez, alcançar um nível mais alto também. Mas para outras modalidades, como treinamento com peso, pranchas e abdominais, os aplicativos jamais, nem em nível inicial, vão suprir a necessidade de um professor.

AJUDA, MAS TAMBÉM ATRAPALHA


Confira alguns dos pontos fracos e problemas dos aplicativos fitness

» GENERICISMO BIOLÓGICO
É, talvez, o principal problema dos aplicativos fitness. Sem uma avaliação detalhada da pessoa, o resultado físico esperado pode se transformar
num problema. Mesmo que os apps ajudem com a escolha dos exercícios, são incapazes de identificar padrões alterados de movimento e muito menos corrigi-los.

» PROGRESSÃO DE CARGA
O aplicativo é feito para um grande público. Entre os usuários, existem pessoas com mais e menos força, resistência, potência e flexibilidade. Mesmo que pesquisas sejam utilizadas para o desenvolvimento do app, é muito difícil que ele leve em conta todos os fatores que influenciam e
afetam um exercício. Com isso, os treinos acabam se tornando ineficazes dentro de pouco tempo, pois não há a progressão das cargas.

» POR ALTO
Imagine que você tenha uma pequena atrofia nos músculos da região lombar. Como um treino composto por exercícios genéricos pode ajudá-lo? Com isso, desequilíbrios musculares aumentam e o usuário terá um resultado pior do que com a ajuda profissional.

» SEM PLANEJAMENTO

Mesmo com uma sequência de cargas e exercícios bem pensados, o planejamento não é personificado, ponto essencial para os resultados. Uma pessoa de 20 anos, saudável e com a saúde em dia, não vai ter o mesmo desenvolvimento de uma pessoa sedentária, de 45 anos e problemas de saúde. Cada caso é um caso. Exercício é coisa séria, envolve riscos e precisa de personalização e qualidade.

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O Conselho Federal de Educação Física se posiciona radicalmente contra a Medida Provisória apresentada nesta quinta-feira, 22/09, pelo Governo Michel Temer, que altera os parágrafos 1º, 2º, 3º e 7º do Art.26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).  Com a alteração, a disciplina de Educação Física que antes era prevista em todas as etapas da educação básica (infantil, fundamental e médio) passa a ser obrigatória apenas nos ensinos infantil e fundamental.
O CONFEF considera um contrassenso que no momento em que inúmeras pesquisas apontam o crescimento da obesidade e do sedentarismo infanto-juvenil, e sabendo que a atividade física é a medida mais eficaz para evitar esse mal, o Governo Federal proponha a retirada da Educação Física do Ensino Médio. Sobretudo por se tratar do país que acabou de atravessar a década de megaeventos esportivos, sediando recentemente os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, onde ficou clara a importância da atividade física na manutenção da saúde e da formação cidadã.
Desta forma, o Conselho Federal de Educação Física se compromete a fazer todo o esforço possível junto ao Congresso Nacional a fim de rejeitar a medida. Contamos ainda com o apoio dos Profissionais de Educação Física e da sociedade em geral para trabalhar junto aos Deputados e Senadores dos seus respectivos estados a reprovação da proposta.
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Hoje é o dia do profissional de Educação Física. Quando ele foi criado, eu estava na faculdade. De lá para cá, são 18 anos. A educação física sempre esteve presente na minha vida. Ela me deu a turma do corredor, me deu um afilhado de casamento, me deu amigos para a vida toda, me deu histórias vividas, me deu conhecimento .

A educação física me deu o Educação Fisicaa, o Educação Fisica Escolar, o Esportes EF, o Esporte com Saúde e outros. Uns projetos cresceram muito. Outros, nem tanto.

Celebro todo o ano. E que essa celebração se faça com uma profissão cada vez mais valorizada!

Parabéns, profissionais!

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Muitos profissionais sonham com a estabilidade de um trabalho público para poder organizar sua vida de uma forma melhor. Geralmente, esse trabalho público vem através de um concurso público, que é um processo difícil de se enfrentar. Não conheço uma pessoa sequer que tenha passado num concurso publico que não tenha falando "me dediquei demais". Eles se dedicam e acabam aprendendo o caminho para realizar o sonho de passar num concurso público. Ser aprovado num concurso para professor de Educação Física não é fácil.

Para escrever esse texto, mandei 3 perguntas para 4 amigos que já passaram em concurso público para entender se tem alguma dica matadora, aquela dica que é o "pulo do gato".  Não sei se tem o pulo do gato mas tenho algumas considerações a fazer.  

Apoio da Família

A importância da família foi fundamental para o sucesso do projeto "concurso público". O entendimento de quem está perto de que todas aquelas horas de estudo são necessárias para o sucesso, além do apoio no cansaço e na organização do cotidiano para um melhor desempenho nos estudos são importantes no sucesso do "concurseiro".

Tenha Paciência

A paciência torna-se um aliado importante. É preciso ter paciência para estudar cada assunto, para superar os assuntos com menos identificação, para lidar com relacionamentos e, principalmente, paciência para aprender. 

Agora é a hora

O estudo para o concurso público começa antes do lançamento do edital. Para quem tem a aprovação do concurso público como um projeto de vida, sabe que um projeto de vida construído com base sólida dificilmente não será forte. Então, não espere um edital ser lançado. Se eu fosse você, investia no acesso Ouro do Portal Educação Física Concursos. Mais abaixo, explico o porquê. Invista no conhecimento e comece a estudar agora.

Materiais Específicos

A última observação que julguei interessante e talvez seja a mais importante é o material utilizado para estudo. Para os concursos na Educação Física, a gente precisa de material de quem tem experiência no assunto.  Em materiais específicos, a gente encontra meio para facilitar um caminho que não é fácil. Pesquisei e darei algumas dicas de materiais que valem a pena o investimento. É só clicar no link para maiores informações:
  • Apostila Educação Física Concursos
  • 3 em 1: Apostila Língua Portuguesa + Conhecimentos Pedagógicos + EFConcursos

Lá em cima, falei para você investir na versão Ouro do Portal da Educação Física Concursos. Foi o melhor produto que encontrei para facilitar o seu caminho. Através desta poderosa ferramenta digital, você terá acesso aos conteúdos, temas, arquivos digitais (eBooks), áudios e vídeos direcionados ao candidato que se prepara para os novos desafios e perceberá que todos os conteúdos foram estrategicamente separados, tendo apenas um único objetivo: diminuir a distância entre a sua preparação e seu ingresso no serviço público. Clique aqui e saiba mais!

Poderia ter mais dicas mas esses quatro pontos me chamaram atenção e foram comuns no sucesso de quem já foi aprovado.

Até a próxima!


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Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas de conseguir resolver esses problemas.

Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos clientes.

Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma geral:

1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios

Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade ''abdominal Estrelinha (exemplo)''. Mas em certo dia este aluno teve de ir treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver o aluno realizando determinado exercício questiona: ''Mas quem te passou isso? Está errado! Não é assim''. Péssimo! Este erro soa como completa desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, cordialidade e respeito.

2 – Uso de celular em sala de aula

É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em regimento interno da academia.

3 – Tendência de atendimento

Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ''bonitinhos (as)''. Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de resolver tais problemas.

4 – Reclamar da academia

Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!

5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes para os alunos

Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!

6 – Não escutar DE VERDADE o cliente

Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma genuína em prol da manutenção em atividade física.

7 – Não ensinar seus alunos

O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-vindas: cliente informado é cliente satisfeito!

8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal

Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da academia ou em descrição de cargo e processos internos.

9 – Atrasos

Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de antecedência ao trabalho.

10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento

Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça desse cliente já vem: ''Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!''. Nós, profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.

Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente como um aluno aderido a atividade física.

Chega do mesmo. Chega de se preocupar apenas com qual exercício é melhor ou mais importante. Qual trabalha melhor tal feixe de fibra muscular. Se o cliente não gosta, não se motiva, não adianta insistir! Devemos nos preocupar em COMO manter esse aluno em movimento, para sempre. E isso apenas acontece se a atividade for prazerosa e divertida para o cliente.


Retirado daqui




Aplique nossas dicas e aprenda a estudar idiomas da forma correta.

Aprender novos idiomas é, sem sombra de dúvidas, fundamental para a carreira de qualquer tipo de profissional. Se você está pensando em viajar ou passar um tempo estudando no exterior, o estudo da língua se torna ainda mais importante e deve fazer jus ao alto investimento. O problema é que muitos dos estudantes deixam os estudos de lado ou desaceleram o aprendizado do idioma porque não veem um progresso significativo. Com a falta de prática e habilidade, a maioria deles acaba desmotivando-se e frustrados com o curso. É preciso levar em conta que, primeiramente, nenhum curso irá conseguir transmitir o conhecimento para um aluno que não está respeitando as formas corretas de aprendizado. Para que essas problemáticas não ocorram, basta seguir as 4 dicas que separamos aqui.


1. Aprenda pouco, mas sempre

Tentar engolir todo o conteúdo em uma semana não vai te levar a lugar nenhum e só vai fazer a frustração aumentar diante do esquecimento. O aprendizado de idiomas requer envolvimento e, para envolver-se com a língua, é preciso tempo, dedicação e disciplina. Por isso, aprenda algumas palavras novas diariamente e tente utilizá-las em seu dia a dia para aguçar a memória e fixar todo o conteúdo.


2. Pratique com nativos

Outra dica é sempre praticar aquilo que você aprendeu até agora. Isso vale tanto para o que você está aprendendo – como citamos acima – como também para colocar em prática tudo o que foi aprendido nos níveis anteriores. Isso pode ser feito através das redes sociais, dos aplicativos para smartphones e das incríveis plataformas de ensino online, como é o caso da Preply. Nela, o aluno pode aprender línguas como inglês, alemão, japonês ou italiano por Skype. Você também pode reunir falantes da língua em sua cidade e criar grupos de estudos.


3. Escreva frases ou textos

Se você só absorve toda semana e não volta a rever o que sabe acaba esquecendo e uma forma de prevenir isso é escrevendo frases e textos usando tudo aquilo que você sabe. Dessa forma, além de praticar a ortografia e a gramática da língua, você aprende a se expressar com mais naturalidade, dizendo o que realmente está sentindo em sua língua materna. Isso ajudará a desenvolver a interpretação, além estimular o pensamento na própria língua, sem necessidade de tradução.


4. Veja o que sabe em ação

Não basta saber estudar, é preciso ser estimulado pelo próximo. Foi assim que nós aprendemos o português e quem usa esse método aprende não só a travar uma comunicação na língua, mas se expressar como os nativos. Veja filmes, séries ou encontre-se com quem tenha domínio da língua e veja como as pessoas se comportam. Perceba como eles pronunciam as palavras e deixe-se mergulhar nas entonações das frases. Se forem nativos, perceba sua expressão facial ao falar e como formulam as frases. Isso irá estimular seu envolvimento com a língua.
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O blog mantém uma página sobre Educação Física Escolar e alguns grupos de whatsapp de profissionais. E eu fico impressionada com a motivação dos professores em busca, sempre, de atividades diversificadas.

Tenho percebido que o profissional recém-formado possui um maior grau de motivação e uma bagagem de assuntos novos e interessantes. A motivação é um dos elementos centrais na relação ensino-aprendizagem e, na Educação Física, não é apenas importante, mas sim fundamental, por exigir um grau de excitabilidade, tanto do aluno quanto do professor, um pouco mais elevado em relação às demais disciplinas.

Uma das coisas que tenho observado nos papos desses grupos é que a ausência de conteúdos novos e de novas experiências corporais faz com que o aluno se afaste das aulas de Educação Física. Mesmo porque, muitos professores ainda buscam o "atleta" e competição, esquecendo do conceito teórico e do "educar".  Então, cabe ao profissional de Educação Física renovar conteúdos para motivar o aluno. Mas como manter a motivação do professor?

Para mim, há três pontos que desmotivam o professor de educação física escolar.

- Falta de materiais didáticos e físicos;

- Baixos salários;

- Poucas oportunidades de buscar conhecimentos novos ou cursos.

E aí, você concorda?

anabolizante

Para combater a disseminação do uso de anabolizantes em academias, o Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região (CREF8) está promovendo uma campanha com distribuição de cartazes explicativos sobre os efeitos colaterais dessas substâncias. Somente no Amazonas, cerca de 400 estabelecimentos registrados na instituição receberam o material.
Um dos objetivos da campanha é desmistificar o uso de esteróides anabolizantes, já que muitos usuários acabam indicando para outras pessoas, ressaltando apenas os falsos "benefícios".  Apesar de parecer uma alternativa fácil e rápida de aumentar a musculatura, o consumo indiscriminado deste tipo de produto, sem orientação médica, pode aumentar o risco de problemas no coração, distúrbios no fígado, infarto, derrame e até mesmo câncer.
De acordo com o presidente do CREF8, Jean Carlo Azevedo, o papel do profissional de educação física é essencial na orientação dos alunos que se arriscam para obter resultados mais rápidos. "É preciso salientar que é possível ganhar massa muscular apenas com exercício físico e alimentação adequada. Tudo isso de forma saudável e com muitos benefícios ao organismo", disse.
Há mais de cinco anos o Conselho realiza campanhas similares sobre o tema e alerta para a importância da denúncia de pessoas que presenciem a comercialização de anabolizantes e outras substâncias irregulares em academias, centros esportivos e estabelecimentos do gênero.
 "Recebemos denúncias de pessoas relatando situações desse tipo. Todos os casos que recebemos são encaminhados à Vigilância Sanitária ou até mesmo à polícia se for o caso", informou Azevedo. O presidente do CREF8 ainda enfatiza que na hora de escolher uma academia é necessário verificar se o local possui registro no conselho e professores habilitados para exercer a profissão.
Para realizar uma denúncia ao Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região, basta encaminhar o máximo de informações através do e-mail  fiscalizacao@cref8.org.br ou dos telefones (92) 3234-8234 e 3234-8324. É garantido o sigilo do denunciante.
 
http://og.infg.com.br/in/11322110-511-296/FT1500A/550/2014-679511940-2014011311868.jpg_20140113.jpg
Os professores de Educação Física certamente sabem do perigo. Ficar exposto diariamente ao sol aumenta o risco de quetarose actínica, uma lesão causada por dano solar e que pode levar ao câncer - entre 40% e 60% dos carcinomas começam por causa de queratoses mal tratadas (Danish Siddiqui/Reuters/Reuters)
Após cinco anos de trabalho, profissionais que realizam suas atividades ao ar livre têm três vezes mais chances de desenvolver câncer de pele do tipo não melanoma, quando comparados a outros trabalhadores. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico cientifico Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology.
Esse tipo de tumor é o mais comum entre os tipos de câncer de pele e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. "O câncer de pele não melanoma virou uma epidemia e a grande preocupação é que, nos últimos anos, a incidência na população jovem, na faixa dos 30 anos, aumentou muito devido à maior exposição ao sol desde cedo e ao fato de termos muitas pessoas com pele clara em um país tropical, como o Brasil.", diz Alexandre Filippo, dermatologista e presidente do Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.
Os pesquisadores concluíram também que ficar exposto diariamente ao sol triplica o risco de quetarose actínica, uma lesão causada por dano solar que pode levar ao câncer – entre 40% e 60% dos tumores começam por causa de queratoses mal tratadas.
As lesões da queratose se assemelham a "verrugas" vermelhas e ásperas, que descamam, mas nunca somem. Entre as opções de tratamento estão a crioterapia, a eletrocirurgia e, o mais comum, o uso de medicamentos tópicos. O grande problema dos medicamentos é a duração e os efeitos do tratamento que deixam os pacientes com o rosto vermelho e machucado de um a dois meses.
Devido ao significativo aumento do risco de câncer de pele nestes profissionais, um grupo de especialistas está batalhando para que as duas condições – câncer de pele não melanoma e a quetarose actínica – sejam reconhecidas como doenças ocupacionais. As discussões já chegaram ao Parlamento Europeu, mas o assunto ainda não foi debatido.

Os profissionais de educação física estão incluídos em um dos grupos prioritários da campanha nacional de vacinação contra influenza. Para receber a imunização, quem não for vacinado em seu local de trabalho poderá procurar uma unidade básica de saúde e apresentar a cédula de identidade profissional do Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região (CREF8).



A vacina protege contra os vírus H1N1, H3N2 e influenza B (caso mais agudo da doença). Os profissionais de educação física estão inseridos no grupo de profissionais da saúde, que também inclui profissionais ou técnicos das áreas de medicina, odontologia, enfermagem, serviço social, farmácia, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, biologia, nutrição e veterinária.
O presidente do CREF8, Jean Carlo Azevedo, ressalta a necessidade de aderir à campanha e buscar a vacinação. "É importante fazer esse alerta, pois muitos não sabem que os profissionais de educação física são reconhecidos por lei como profissionais da saúde, com base na Resolução n° 218, de 6 de março de 1997, do Conselho Nacional da Saúde, e portanto, estão inclusos no calendário da campanha nacional de imunização contra a doença", afirmou.
O Brasil já registrou este ano, até o dia 23 de abril, 290 mortes pelo vírus influenza A (H1N1), segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde na última terça-feira (3). Ao todo, foram registrados 1.880 casos de influenza de todos os tipos no país.
Os sintomas do H1N1 são semelhantes aos da gripe normal: febre, tosse seca e cansaço. O doente pode ainda ter infecção no sistema respiratório. Os hábitos de higiene, como proteger a boca ao tossir ou espirrar e sempre lavar as mãos, ajudam na prevenção da doença.
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