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Educação Física Professor Rodolfo


A experiência tem mostrado que os alunos que participam das "aulas" de Psicomotricidade Relacional ampliam seus relacionamentos e melhoram seu desempenho escolar, isto porque, o educando encontra espaço para expor a sua própria expressão, permitindo transformações que resultam em uma maior flexibilidade na relação consigo mesmo e com os demais colegas. Essa melhoria de atitude estende-se a outros amigos, aos familiares e com os diversos grupos com os quais ele se relaciona.
Atualmente convivemos com uma intensa estimulação de consumo por parte da sociedade, transferindo nossas reais necessidades de SER (afeto, limites adequados, carinho) pela ilusão de que o TER é mais importante. O psicomotricista relacional é um profissional que cuida do processo de afetividade, pensamento, motricidade, intra-relações e inter-relações.  Em geral, os educandos reproduzem tudo o que passam em casa com a família, na escola ou com os amigos. O psicomotricista relacional está disponível para viver o papel designado pelo educando. A resposta do Psicomotricista Relacional à solicitação dos alunos, é essencialmente corporal, sendo desnecessária a fala porque é o corpo que comunica. E através das intervenções adequadas, é possível ajudá-los a superar seus conflitos, seus bloqueios e suas dificuldades sejam elas relacionais, sociais ou afetivas. Não há limites para o imaginário e qualquer coisa pode ser representada e servir de suporte simbólico ao imaginário. 

O mesmo objeto pode representar pessoas ou situações diversas e uma mesma pessoa ou situação pode ser representada por diversos objetos. Cada objeto tem uma simbologia específica e esses materiais irão dar suporte ao Psicomotricista Relacional para a leitura, decodificação e intervenção adequadas às necessidades de cada educando do grupo.  

Os grupos são formados por faixa etária nos diferentes níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental.



Qual seria a justificativa para termos Educação Física em todas as séries de escolaridade? Sei que a maioria dos professores é capaz de dar justificativas, algumas boas, outras nem tanto, como eu também. Mas a questão continua porque até hoje a inclusão da Educação Física não está justificada na legislação, nem no seio da profissão, nem no bojo da estrutura educacional e nem perante a sociedade.  Isto desestrutura a profissão e a expõe a improvisações. Acredito que isto não seja exclusividade da Educação Física mas de muitas disciplinas.

A legislação atual nos oferece o modelo de iniciação esportiva. Ora isto não é justificativa educacional. Se o propósito da educação é a de formar indivíduos e cidadãos íntegros não podemos ter, como argumento para nossa profissão de incentivar a formação de atletas. Ser atleta não é tão importante assim  para a vida para que isto seja objetivo educacional central. Na verdade esta legislação foi-nos imposta pelos militares porque estavam descontentes com o desempenho do Brasil nas competições internacionais. Impuseram assim esta lei que, além de mal redigida, não produziu nenhum efeito pretendido. Nem educacional nem nas competições internacionais.

A falta desta justificativa impede uma série de medidas. Dar Educação Física deve ser necessário para que se consiga cumprir os objetivos educacionais que a escola persegue. Sabemos, da educação, que a escola procura educar jovens para que se tornem indivíduos sãos, capazes, críticos e autônomos, bons cidadãos, interessados e partícipes na sociedade em que vivem, inclusive para quererem modificá-la se acharem isto necessário. Seria uma forma simples em linguagem simples de enunciar os objetivos da educação. A justificativa da Educação Física teria que se enquadrar nos objetivos da educação.

Certamente fazer os jovens melhores atletas internacionais não cabe dentro destes objetivos educacionais como objetivo maior. Se coubesse saberíamos que os que não fossem bons atletas não seriam bons cidadãos.  Se a legislação não é coerente então que Educação Física damos nas escolas? Como justificá-la?

Acredito que o caminho da resposta esteja em outra pergunta: o que a Educação Física pode fazer para ajudar os jovens a serem melhores indivíduos e cidadãos? Na sociedade de hoje sabemos que a performance física não é mais importante em si, mas sim a qualidade de vida. Sabemos, por outro lado, que o sedentarismo é prejudicial aos indivíduos. Teríamos então uma Educação Física voltada para combater o sedentarismo, para a aquisição de hábitos de atividade física. Mas seria uma atividade física voltada para os aspectos de saúde e bem estar, não para a performance física. Mas além disto o que pode a Educação Física dar e ajudar na formação de indivíduos e cidadãos que as outras disciplinas não podem (pelo menos sozinhas ou com a mesma eficiência)?

Deve também estar claro que temos uma faixa enorme de alunos na faixa dos que lutam pela sobrevivência, prisioneiros que são da pobreza e miséria. Não podemos aceitar iniciação esportiva e/ou melhora da performance como objetivos principais da Educação Física para esta clientela. Que objetivos deverá então ter a Educação Física para estes alunos?

Talvez a maior riqueza da Educação Física em relação às outras disciplinas está em que ela não é tão dependente em passar conhecimentos. As outras disciplinas estão inteiramente vinculadas ao conhecimento. Conhecimentos que, argumenta-se, são necessários para uma vida melhor, como saber fazer contas, saber se comunicar, entender a história, etc.. Há também uma seriação nestes conhecimentos. Aprende-se a contar, depois as quatro operações, depois outras manipulações numéricas. Isto ocorre em todas as disciplinas, sempre em torno de conhecimento.

Esta seriação justifica (em termos) o uso da reprovação. Um aluno não pode aprender equação do primeiro grau antes de aprender as quatro operações e assim por diante.

A Educação Física não tem esta característica, nem de conhecimento nem de uma seriação definida. Tanto que há uma enorme liberdade na escolha do que se vai oferecer. Não há, por exemplo, nenhum motivo para que se dê voleibol antes de basquete, ou basquete depois de futebol. Mais do que isto, não há nenhum motivo para que se dê qualquer uma atividade específica. As atividades são meio e não fim em si. Nenhuma delas é  pré-requisito para as demais. Saber dar saque de voleibol, ou saber fazer um passe no basquete ou dar chute no futebol são pré-requisitos para nada. Muito menos para passar de ano.

Repare que não há conteúdo obrigatório na nossa disciplina, há total liberdade na escolha nas atividades que serão oferecidas aos alunos. As escolas, bem ou mal, dão o mesmo conteúdo em todas as disciplinas, exceto em Educação Física (o que faz sentido).

A conclusão que tiro dai é que estes ensinamentos de gestos  não são importantes em si mesmos. Na verdade, repito,  a atividade é um meio, não é um fim. Ela é meio para combater o sedentarismo, mas saber dar saque ou saber dar um arremesso não pode ser tão importante para todos os indivíduos e cidadãos de uma sociedade. Ser sedentário, ao contrário, é algo em detrimento de qualquer indivíduo e  cidadão, que sofrerá limitações por isto. O importante é que se faça atividade física, mas não necessariamente esta ou aquela atividade.

Tomaz L. Ribeiro


Em pesquisa que entrevistou 572 escolas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostra que apenas 51% dos colégios públicos do Brasil possuem professores de Educação Física e menos da metade dos centros de ensino do país (44,9%), incluindo-se aí as instituições privadas, conta com programa específicos para promover atividades físicas no ambiente escolar.
Segundo a agência da ONU, diante desses baixos índices, marcos legais estabelecendo a obrigatoriedade da disciplina são importantes para garantir a promoção das atividades físicas nas escolas.
Aula de educação física em escola municipal da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo

Apenas 51% dos colégios públicos do Brasil possuem professores de Educação Física e menos da metade dos centros de ensino do país (44,9%), incluindo-se aí as instituições privadas, conta com programa específicos para promover atividades físicas no ambiente escolar.
Os números são de um levantamento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que entrevistou 572 escolas de diferentes regiões e níveis socioeconômicos do Brasil — e de todos os níveis de ensino — para avaliar se esses espaços oferecem ou não estímulos à prática de esportes e exercícios.
O objetivo do documento é propor um modelo de aprendizagem — chamado "Escolas Ativas" — que contemple o movimento e as atividades físicas como parte integral do processo de formação. A amostragem, porém, revela que o Brasil está longe de considerar o esporte como uma ferramenta de ensino e empoderamento dos jovens.
Para Andréa Bolzon, uma das coordenadoras da pesquisa e atual responsável pelo Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do PNUD, a educação brasileira ainda é dominada por "um 'paradigma instrucionista' que é calcado por uma perspectiva estreita de que você aprende melhor sentado olhando para o papel".
O relatório lembra que a obrigatoriedade do ensino da Educação Física é determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/1996 e 10.793/2003).

A educação física pode ser
uma disciplina agregadora
para diminuir os índices de
desistência escolar.

No levantamento da agência da ONU, apenas 56% das escolas pesquisadas tinham um professor da disciplina em seus quadros docentes. Quando considerada somente a rede particular, o percentual sobe para 74%. Na rede pública, o índice cai para 51%.
Variações significativas também foram identificadas entre regiões do país. Enquanto no Sudeste e no Sul, 82% e 81% dos colégios, respectivamente, tinham profissionais capacitados para orientar alunos na prática de exercícios, no Nordeste e no Norte, os valores verificados foram de 37% e 29%.
Divulgada durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, a análise do PNUD aponta que marcos legais como a legislação nacional vigente parecem ser relevantes para a promoção das atividades físicas nas escolas, uma vez que a frequência e o volume das aulas de Educação Física, bem como a presença de professores especialistas parecem estar relacionados às exigências dispostas na lei.

Outros usos do espaço escolar

O relatório da agência da ONU avaliou ainda outros aspectos que podem contribuir para tornar os colégios — e estudantes — brasileiros mais ativos. Entre eles, a realização de pausas para a prática esportiva e a oferta extracurricular de atividades físicas.
Das 149 escolas de Ensino Infantil entrevistadas, 45% propunham aos alunos momentos livres para a realização de exercícios físicos. No Ensino Médio, a proporção cai para apenas 9% das 111 instituições que fizeram parte do levantamento. Nos Ensinos Fundamentais I e II, os índices também foram pouco expressivos — 18% e 11%, respectivamente.

Numa escola que já não é muito amiga
do movimento, se você tira
a educação física (do currículo obrigatório),
será que ela some?

O padrão se inverte quando avaliadas as oportunidades extracurriculares. Dos centros de ensino secundarista, 60% ofereciam atividades físicas fora da grade de disciplinas obrigatória. No Ensino Infantil, o percentual é de 25%. Nos níveis fundamentais da educação, os valores ficaram pouco acima dos 40%.
A pesquisa também perguntou aos gestores das escolas se os estabelecimentos são usados pelos alunos e pela comunidade fora dos dias úteis para a prática de esportes.
Um quinto das instituições são abertas nos finais de semana para que pessoas possam usar as instalações para fazer exercícios. Apenas 16% ofertam programas de atividades físicas nos sábados e domingos. Quando observado o uso efetivo dos equipamentos pela comunidade, o relatório indica que 34% das escolas são aproveitadas pelo público.

O que precisa mudar

Bolzon aponta que, além da falta de pessoal qualificado, outros fatores contribuem para afastar estudantes das atividades físicas. Entre eles, a insistência em modelos de ensino do esporte que privilegiam sempre as mesmas modalidades.
"Falta diversidade", afirma a especialista, para quem a aprendizagem de outras variedades esportivas poderia tornar a Educação Física mais inclusiva, além de driblar desigualdades de gênero.
Leonardo Mataruna, pesquisador da Universidade de Coventry, no Reino Unido, lamenta que a disciplina ainda seja dominada pelo chamado "quarteto fantástico" — a prática de basquete, futebol, voleibol e handebol.
"Quantos outros esportes a gente poderia desenvolver na escola?", questiona, e cita exemplos como o badminton, o golfe e o rúgbi, que podem trabalhar a motricidade grossa e fina dos alunos, bem como as capacidades de percepção do espaço. "É preciso haver um aumento da cultura esportiva não só dos professores, mas de todo o país. Já passou o tempo de discutir apenas futebol e voleibol".
Mataruna lembra ainda de outras atividades físicas, como a dança e a musculação, que poderiam tornar a Educação Física mais atraente para estudantes. "A educação física pode ser uma disciplina agregadora para diminuir os índices de desistência escolar", aposta o especialista.

Brasil tem altos índices de sedentarismo

Segundo Mataruna, é no Ensino Médio que "sugestões e ofertas da escola vão se transformar em hábitos para a vida toda". Em 2015, o Diagnóstico Nacional do Esporte publicado pelo Ministério do Esporte apontava que 45,9% dos brasileiros eram sedentários. Desse grupo, 48% afirmaram ter iniciada a prática de atividades físicas na escola e 45% disseram ter abandonado a prática de exercícios entre os 16 e 24 anos.
A falta de atividades físicas é identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o quarto fator de risco para a mortalidade a nível global. A agência aponta que o sedentarismo é a causa principal para 27% dos casos de diabetes, 30% das ocorrências de doença arterial coronariana e de 21% a 25% dos episódios de câncer de mama e colorretal.
A OMS destaca que a prática de exercícios pode reduzir as chances de uma pessoa apresentar todas essas doenças e ainda outras patologias, como a depressão, além de reduzir os riscos de fraturas das vértebras e ajudar a controlar o peso.
Para Mataruna, uma maneira de transformar o comportamento dos estudantes — e levá-los a praticar mais exercícios em suas vidas — é apostar na interdisciplinaridade, combinando a prática de esportes ao ensino de outros conteúdos.
A respeito da Reforma do Ensino Médio, cuja proposta inicial em caráter de Medida Provisória acabava com a obrigatoriedade da Educação Física, o especialista aponta que "existe uma redução das oportunidades de interdisciplinaridade".
"Numa escola que já não é muito amiga do movimento, se você tira a educação física (do currículo obrigatório), será que ela some?", questiona Bolzon.
De acordo com a pesquisadora do PNUD, a oferta de atividades físicas é benéfica não apenas por conta dos benefícios para a saúde ou devido às habilidades sociais trazidas pelo esporte, mas também pelas reflexões que podem provocar junto aos alunos.
Segundo ela, as Escolas Ativas podem oferecer conhecimentos que dão autonomia aos alunos, tornando-os aptos a pensar suas relações com o corpo, com padrões de consumo e outras opções de vida e de carreira.
Na semana passada (13), a Câmara dos Deputados aprovou uma emenda que altera o texto da MP e reintroduz a Educação Física na Base Nacional Comum Curricular, que definirá quais conteúdos serão obrigatórios no Ensino Médio.
Ao final de novembro (30), a Comissão Mista da Câmara responsável por avaliar a proposta da reforma já havia emitido um parecer que decidiu pela retomada da obrigatoriedade do ensino de atividades físicas. A lei, tal como modificada pela Câmara, ainda será analisada no Senado.


No dia-a-dia das aulas para a pratica da Educação Física, tem se observado que o número de alunos que dispensa das aulas de Educação Física, sendo também um dos fatores que também caracterizam a falta de motivação dos alunos para a prática das aulas de Educação Física Escolar.
A recreação é muito importante para o ser humano não só para a criança. Todos nos precisamos dos nossos momentos de lazer. A palavra recreação vem do latin, recreare, cujo significado é recrear. Portanto as atividades recreativas devem ser espontâneas, criativas e que nos traga prazer. Devem ser praticadas de maneira espontânea, diminuindo as tensões e preocupações.
Com a atividade recreativa, os corpos expressam a ordem interna da vivência lúdica, cujo ritmo e harmonia são construídos pelos jogadores em clima envolvente, que desafia a todos como parceiros: uns assumem-se aos outros e a realidade onde acontece a ação brincante...

A recreação possui como principais objetivos:

- Integrar o indivíduo ao meio social;
- Desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal;
- Facilitar o agrupamento por idade ou afinidades;
- Desenvolver ocupação para o tempo ocioso:
- Adquirir hábitos de relações inter pessoais;
- Desinibir e desbloquear;
- Desenvolver a comunicação verbal e não-verbal;
- Descobrir habilidades lúdicas;
- Desenvolver adaptação emocional;
- Descobrir sistemas de valores;
- Dar evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental do indivíduo.
   Infelizmente na educação física escolar, vários fatores contribuem para a falta de motivação dos alunos para a prática das aulas de Educação Física, porém, o professor é o maior responsável em motivar o aluno a praticar as aulas, fazendo com que o aluno leve este hábito para a vida toda, pois toda pessoa passa pela escola para se tornar um cidadão digno e com responsabilidade.
A recreação não deve ser vista como simples brincadeiras, sejam elas infantis ou para adultos, deve ser analisada e respeitada, principalmente como formadores de opiniões e como cidadãos!!

Divirta-se!!
http://msalx.revistaescola.abril.com.br/2014/08/13/1044/LfC4j/ge-31-gestao-escolar-inclusao-educacao-fisica-1.jpeg

Há preocupação atual com a participação de crianças em modalidades esportivas, então, se faz necessário orientar os pais com relação a esse assunto. Pois bem, se você tem filhos com idade de até 12 anos, e, ele já está levando a prática esportiva com seriedade é melhor ter cuidado. De acordo com pesquisadores no que se refere à aprendizagem motora, a modalidade esportiva, por competição ou na fase do treinamento, não combina com crianças na faixa etária de até 12 anos, pois, o risco de lesões neste período é maior pelo fato do corpo dessas crianças estar em desenvolvimento.

Nahas 2001, salienta que na Educação Física tem-se observado que o maior problema é estabelecer prioridades educacionais para cada faixa etária ou série, de acordo com as características e necessidades de cada nível escolar.

Sabe-se que algumas especialidades médicas, especificamente os ortopedistas, salientam que até os cinco anos a criança não tem controle neuropsicomotor para a prática esportiva.

Diversos autores, entre eles Gallahue (2005) relatam que a idéia nesse período (até os 12 anos) é estimular os movimentos de forma recreativa. Diante da afirmativa do citado autor, compreende-se que os pais, e, principalmente os professores de Educação Física devem proporcionar às crianças o maior número de movimentos possíveis, aumentando, assim, o repertório motor e contribuindo para que no futuro a criança possa praticar adequadamente qualquer modalidade esportiva. Pactua-se que a criança que pratica esporte desenvolve a sociabilização, relacionando-se adequadamente em grupo.

Especialistas da medicina esportiva relatam que lesões que anteriormente atingiam somente adolescentes e adultos, atualmente já são cada vez mais freqüentes em crianças menores de 12 anos, especificamente dos nove aos onze anos, e, isso ocorre porque há excesso nas práticas, bem como, sobrecarga nos exercícios.

Como professor de Educação Física compreendo que a natação é uma das modalidades esportivas mais indicadas para que a criança inicie suas atividades, pois não há impacto, e, desse modo, não irá provocar lesões. Por exemplo: bebês de aproximadamente seis meses podem ser iniciados, é claro que eles não irão nadar, mas serão estimulados a executar diversos movimentos. Orienta-se que a duração de uma aula para bebês deve ser em média de 30 minutos

Não é somente a natação, há varias modalidades esportivas que podem ser praticadas na infância, mas não devem ser competitivas e sim com a realização de festivais, incentivando a participação e não a competição, com pais a beira da quadra ou do campo gritando para seu filho e querendo vencer a qualquer custo. Neste caso a competição pode desestimular a criança para o esporte, ainda, nota-se que os festivais evitam o esforço exagerado diminuindo o risco de lesões.

Para cada modalidade esportiva, existe a idade correta, sendo importante na hora da escolha, diferenciar atividade de exercício físico. A atividade pode-se compreender como qualquer movimento que leve ao gasto de energia, sendo: executar movimentos e estimular os músculos das mãos, dos braços, das pernas, realizando principalmente movimentos naturais, como andar e correr, e, que tenha acima de tudo aval dos especialistas da Educação Física; já os exercícios físicos, são sequências de movimentos com o objetivo de alcançar melhor performance, seja em modalidades individuais ou coletivas.

Quem praticar adequadamente qualquer tipo de esporte ou atividade física desde cedo, certamente estará trilhando bom caminho para uma vida adulta saudável, sem precisar iniciar obrigatoriamente, isto é, quando procurar um médico.

Referências


GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento motor – bebês, crianças, adolescentes e adultos. 3 ed. São Paulo. Phorte Editora. 2005.

NAHAS, M. Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londrina: Midiograf, 2001.


Retirei daqui



Geralmente, um circuito motor é realizado na quadra de esportes e com materiais especiais, possibilitando exercícios como subir, descer, correr, saltar, equilibrar, entre outros. A intenção de cada estação é trabalhar um objetivo com os alunos desenvolvendo suas habilidades. A Educação Física tem essa responsabilidade com o desenvolvimento do corpo. O circuito alcança bons resultados nas crianças, pois o que para elas é uma diversão, para nós é uma evolução.

Entre as habilidades desenvolvidas na atividade estão equilíbrio, lateralidade, força e resistência. Através do circuito, os professores notaram algumas dificuldades dos alunos nessas áreas e, assim, poderão trabalhar de maneira mais direcionada, possibilitando que os alunos fiquem cada vez mais saudáveis.

Há algumas etapas que podem ser utilizadas para que as crianças entendam a melhor forma de fazer esta atividade.

As representações espaciais (esquemas, desenhos, mapas) substituem a ação direta sobre o ambiente e a percepção imediata, comunicando informações espaciais. Do ponto de vista didático, o desenho e os problemas próprios da representação plana são um meio ideal para provocar, intencionalmente, o início da conceituação de alguns aspectos do ambiente físico. Eles também são uma possibilidade de iniciar os alunos nos primeiros conhecimentos geométricos.

Percorrer circuitos é sempre uma ótima ideia

Como primeiras atividades, organize no pátio da escola percursos ou labirintos, confeccionados com diferentes materiais: cordas, bancos, caixas, caixotes, pneus, bambolês, mesas, tábuas (você pode utilizá-las para fazer planos inclinados ou pontes), etc.

Convide as crianças percorrerem esse circuito, explorando o espaço de diferentes maneiras: subindo, descendo, agachando-se, arrastando-se, pulando, passando por cima, por baixo, rodeando, equilibrando-se, pulando, passando por pontes e corredores, entrando e saindo de caixas e túneis de diferentes tamanhos, etc.

Conforme as crianças se familiarizam com esse tipo de atividade, você pode propor que te ajudem a confeccionar os circuitos. Imaginar possíveis trajetos e diferentes maneiras para percorrê-los é uma forma de antecipar as ações que serão realizadas.

Organize as crianças em grupos de quatro. Entregue para cada grupo uma representação de um circuito que deverão montar. Os desenhos também são meios para a representação de idéias espaciais.

Em outro momento, proponha que, em grupos, as crianças desenhem um circuito que deverá ser percorrido por outro grupo. Oriente-os para que discutam e entrem em acordo sobre a produção final, analisando todos os pontos de vista, relembrando as informações listadas que precisarão aparecer nos desenhos


A Educação Física é uma ferramenta educacional de interação e cooperação, deve ser trabalhado a fim de atender a todos os alunos; desenvolvendo atividades físicas, recreativas e psicomotoras que desenvolvam as habilidades, que socializem as potencialidades individuais.

O guia "Aulas de Educação Física para Alunos Especiais" foi elaborado para orientar e colaborar com professores e acadêmicos de Educação Física. No processo de inclusão dos alunos especiais nas Aulas do Ensino Regular e, também nas Instituições Especializadas, o Ebook contém além da história da inclusão, muitas atividades físicas e esportes para alunos especiais.

A Educação Física é fundamental, desenvolve o processo educativo como um todo, associando o corpo e a mente, aprimorando as habilidades físicas, morais e sociais do educando; se bem aplicada é uma excelente forma de inclusão.

Para o professor que trabalha com inclusão na escola, esse guia é imprescindível. Não perca! Por enquanto, R$ 50,00 ou até 5X no cartão.

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Mesmo em ambiente escolar parece que há uma tendência à inserção das atividades aquáticas como forma de viabilizar um processo educacional mais recorrente, com possibilidade de adquirir educação mediante a prática de atividades físicas em meio líquido.

Percebe-se constantemente o grande interesse dos pais por escolas que oferecem tais atividades, as quais podem ser relevantes para o processo de desenvolvimento físico e psicológico de suas crianças. Convém ressaltar que nesse contato criança-piscina, especialmente em séries iniciais, há a necessidade da criança se integrar harmoniosamente com o meio em que se encontra, a fim de evitar possíveis problemas com as propriedades e particularidades da água, tais como o afogamento e o medo dela resultante.

Pensando no aluno como ser humano único e singular e como ele é olhado por pais e professores, surge a necessidade de atentar para os problemas pelos quais passam algumas instituições educacionais, sobre a ênfase dada ao método e à técnica absoluta para alcançar os objetivos da aula, em detrimento da adoção de condutas e estratégias que valorizam o indivíduo como um todo e facilitam a aprendizagem, como por exemplo, as dinâmicas lúdicas.

E, independentemente da existência de conflitos internos, carências e potencialidades, o aluno é capaz de desenvolver-se e adaptar-se ao meio líquido de acordo com seus limites e ritmo próprio, rompendo barreiras e abrindo possibilidades de receber uma educação baseada na valorização do desenvolvimento global do ser humano, levando em consideração as estruturas física, emocional e intelectual da criança.

 Portanto, no meio líquido, como um espaço educativo, é vital o papel do professor nesse processo, o qual deve acontecer de forma gradual e evolutiva, sem atropelar as expectativas da criança. Assim, tende-se a criar um espaço pedagógico e inclusivo, no sentido de facilitar aos alunos a vivência de experiências perceptivas e sensíveis, bem como um ensino-aprendizagem cada vez mais recorrentes.


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O minivôlei é uma variação do voleibol para crianças de 7 a 14 anos, muito difundida e praticada na Europa, especialmente na Itália. Toda sua estrutura é adaptada para esta faixa etária, a fim de otimizar as condições físicas e motoras e a capacidade técnica das crianças. As atividades acontecem durante 60 minutos, em turmas com até 24 alunos, onde cada equipe possui 4 jogadores. Ninguém fica parado. Uma quadra regular de voleibol é transformada em três quadras de minivôlei e o jogo tem seu início.

Características do Jogo

O minivôlei é um jogo entre equipes de quatro jogadores que se revezam no saque, com rodízio a cada vantagem. É um jogo coletivo entre duas equipes num campo reduzido medindo 12m x 5m. A quadra é dividida por uma rede com uma altura variando de 2m a 2,10m e jogado com bola especialmente confeccionada para tal.

Objetivo do Jogo

O objetivo do jogo é que cada equipe envie a bola regularmente por cima da rede para a quadra oposta, com direito de tocar a bola por três vezes, cuidando para que a bola não caia no solo de sua própria quadra.
Tanto no voleibol como no minivôlei, uma sequência de jogadas iniciadas pelo saque denomina-se rally, que é o tempo em que a bola permanece em jogo. Utilização da quadra de voleibol ou espaço para práticas corporais, dividindo-a ao meio, paralelamente à linha lateral; passar um barbante preso na altura das traves do gol, alinhado de uma extensão a outra da quadra, sobre a demarcação simétrica da divisão anterior; o barbante representará a rede do jogo.
Desenvolvimento
a bola poderá ser manipulada utilizando todas as possibilidades de movimentos relacionados com a habilidade motora "volear", ou seja, o estudante não poderá segurá-la durante a disputa do ponto no jogo.

As demais regras do jogo poderão ser adaptadas do voleibol, considerando-se as devidas discussões prévias com os estudantes.

Professor(a), não se esqueça de refletir com os estudantes sobre o que foi feito durante a aula, busque ampliar o diálogo para contemplar a proposta deste trabalho e debater sobre o voleibol em seus aspectos mais amplos: cultural, social, político e econômico.

Explique aos estudantes que todos esses movimentos aprendidos podem ser ampliados. Para isso, é necessário variar as possibilidades, como fizeram com as bexigas, por exemplo. Lembre-os também de que em diversas situações sociais podemos impor nosso ritmo, nossa forma, nosso jeito para participar da vida coletiva, por isso, não devemos cair no erro de padronizar ou buscar modelos. Explique que podemos adaptar regras para podermos participar e até mesmo recriar outras formas de jogar e que, ao brincar, estamos desenvolvendo nossas aprendizagens, capacidades e habilidades de forma integral.

Sistema de pontos por rally

Os jogos se desenvolvem em dois (2) sets de 25 pontos cada um, na forma de tie-break (sem vantagem): cada ponto é conquistado a partir do saque até o primeiro erro de uma das duas equipes. Ganha um set a equipe que primeiro atingir 25 pontos com uma diferença mínima de dois pontos em relação à outra equipe.
O resultado do jogo é dado pela conquista de 2 dois sets. Em caso de empate, organiza-se um 3º set de 15 pontos, prevalecendo a diferença mínima de dois pontos para se ganhar o set.
Principais Características:
Prática esportiva (melhoramento das condições físicas, motoras e técnicas)
Diversão (caráter lúdico) 
Sociabilidade (esporte de equipe)

Primeiro, é necessário familiarizar a criança com a bola, a quadra e a rede, ensinando as posturas básicas e movimentação na quadra; segurando, arremessando e rolando diferentes tipos de bolas (vôlei, basquete, futebol), praticando diferentes tipos de pequenos jogos para desenvolver qualidades físicas, como velocidade, agilidade, força e reação.

No mini-voleibol todos os três jogadores são atacantes, levantadores e defensores, possibilitando dessa forma a experiência prática em várias funções, fugindo, assim, da especialização pôr funções precocemente.

São ensinados os primeiros princípios táticos, como formação inicial, movimentos de acordo com as situações de jogo, cooperação com o colega, observação do oponente e posicionamento na quadra. Contínuo desenvolvimento da preparação física básica, através de movimentos rápidos na direção da bola.

A proposta metodológica em si pode ser dividida em duas fases:

1º FASE - Introdução do saque tipo tênis e do ataque para melhoria do sistema ofensivo. Melhora da manchete para a recepção de saque e da defesa para melhoria do sistema defensivo. Introdução e prática freqüente do mini-voleibol 3x3, utilizando regras apropriadas, sistema básico e táticas de ataque e defesa.

2º FASE - Introdução do bloqueio e melhoria dos fundamentos e habilidades técnicas e táticas. Ensino de diferentes variações de ataque e melhoria do levantamento e das habilidades de defesa como: queda, rolamento e mergulho.

Formação da equipe e de sistemas básicos de ataque e defesa são introduzidos com a transição para o mini-voleibol 4x4.

A transição para o voleibol normal ocorre quando todos os elementos básicos estão disponíveis depois de aprendidas as três etapas iniciais do mini-voleibol.

O aprendizado pela ludicidade vem trazendo vantagens para as crianças. Então, o minivolei é uma ótima opção para quem quer ensinar voleibol
 
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Brincar tem um viés que vai muito além da simples fantasia. Enquanto um adulto vê apenas uma criança empilhando bloquinhos, para o pequeno aquilo significa experimentar as possibilidades de construir e conhecer novas cores, formatos e texturas. Para a criança, brincar é um processo permanente de descoberta. É um investimento. A criança que brinca vai ser mais esperta, mais interessada e terá mais facilidade de aprender - tudo isso de forma natural   

A literatura e as pesquisas demonstram que brincar tem três grandes objetivos para as crianças: o prazer, a expressão dos sentimentos e a aprendizagem. Brincando, a criança passa o tempo, mostra aos pais e professores sua personalidade e descobre informações.sozinhas. Para elas, o ideal são brincadeiras que estimulem os sentidos. Através deles, elas exploram e descobrem cores, texturas, sons, cheiros e gostos.

Por volta dos 3 anos elas desenvolvem outro tipo de brincadeira: o faz de conta. Imitar situações cotidianas - como brincar de casinha ou fingir que é o motorista de um ônibus - permite que as crianças se relacionem com problemas e soluções que passam do fazer imaginário para o aprender real.

A partir dos 5 anos, os pequenos estão aptos para incluir o outro nas brincadeiras. É a fase em que elas deixam de brincar ao lado de outras crianças e passam a brincar com outras crianças.

Vale lembrar que o desenvolvimento infantil é individual. Algumas crianças começam a brincar com outras mais cedo, outras mais tarde - não há motivo para preocupação.

Estabelecer um horário diário ou semanal para brincar com seu filho é o primeiro passo para garantir que ele faça esta atividade com frequência. Muitos pais lotam a agenda dos filhos com afazeres extracurriculares, o que extingue o momento da brincadeira. Toda agenda de criança deve ter um espaço diário para não fazer nada - é aí que surge o espaço para brincar.

Participar da brincadeira dos filhos também dá uma vantagem aos pais: conhecê-los melhor. Como a criança se expressa brincando, os pais observadores descobriram as vulnerabilidades e os pontos fortes de seus filhos. Brincar juntos aumenta o grau de confiança e o vínculo entre pais e filhos.

Dar brinquedos de diferentes materiais e tipos também é recomendável. Por isso, nada de entupir a menina só com bonecas e chegar com um carrinho debaixo do braço a todos os aniversários do menino. As crianças precisam experimentar de tudo. Cada brinquedo traz uma mensagem e vai despertar o interesse e a curiosidade de alguma forma.

O importante é o brincar, e não o brinquedo. É possível improvisar brinquedos com uma fruta, uma caixa de papelão vazia ou o que quer que esteja à mão. E não se preocupe se não puder dar a seu filho aquele carrinho movido a pilhas de última geração. Só na visão do adulto um brinquedo eletrônico é divertido. Para a criança, brinquedo que brinca sozinho é enfadonho.

Reunimos algumas recomendações de especialistas sobre as brincadeiras mais adequadas para cada faixa etária. O desenvolvimento infantil é individual, mas as crianças passam, cada uma a seu tempo, pelas fases abaixo. Todas as atividades devem ser desenvolvidas sob supervisão de um adulto e nos ambientes adequados.

Até os 2 anos
Nesta fase, a brincadeira tem que estimular os sentidos. Correr, puxar carrinhos, escalar objetos, jogar com bolinhas de pelúcia são atividades recomendadas.

3 a 4 anos
Começam as brincadeiras de faz de conta. As crianças respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de escolinha e de outras atividades cotidianas.

5 a 6 anos
Os jogos motores (de movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e se aprimoram. Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa: jogos de tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda.

7 anos acima
A criança está apta a participar e se divertir com todos os tipos de jogos aprendidos, mas com graus de dificuldade maiores.

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A Educação Física deveria garantir aos alunos o direito de conhecer mais profundamente os esportes, as danças, as lutas, as ginásticas, enfim, as práticas pertencentes ao universo corporal presentes em seu cotidiano. Garantir o direito a esses aprendizados é um dever do professor e da escola, respeitar esses conhecimentos também.

Então, a Educação Física escolar tem como um de seus objetivos atuar no sentido de criar uma interação e socialização entre seus alunos visando uma vida saudável.

O educador deve levar aos seus alunos atividades que permitam uma movimentação variada e exploradora do corpo e do próprio ambiente em que estão situados. Sempre adequados ao grau de desenvolvimento em cada etapa da vida escolar e faixa etária dando-lhes plena liberdade e espontaneidade de movimentos como saltar, correr, girar, arremessar, etc. Permitindo assim, vários benefícios como desinibição para participação das aulas, descarga de agressividade, manutenção da saúde e até corrigindo equívocos de atitude.
Professor de educação física é o transmissor determinante de uma nova teoria e prática do esporte para todos. O professor atua na escola frequentada por todas as crianças e jovens, além de trabalhar com frequência nos clubes e organizações que oferecem esporte. O educador é a figura-chave, mesmo porque, muitas vezes, integra também a administração nos vários níveis a quem cabe decidir.

Sei bem que a discussão sobre motivação é ampla e variada, pois existem várias disciplinas que trabalham especificamente com a motivação e possuem suas próprias concepções. Porém, o professor deve ser o mediador entre os motivos individuais e os legítimos alvos a serem alcançados pelos alunos. Pois, o professor como o formador de opinião, pode ser um grande mediador dos objetivos da escola para com seus alunos.

As aulas programadas pelo professor devem fazer os alunos a passarem por experiências positivas adequadas às suas necessidades e capazes de serem executadas sempre respeitando as diferenças individuais para que os mais aptos não sejam privilegiados e os menos aptos não sejam desestimulados. Portanto, para que os menos aptos possam se beneficiar da prática dos exercícios propostos sem se desinteressarem, deve-se ter muita cautela e paciência já que em muitos casos não levam jeito para a prática.

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A recreação é uma importante ferramenta para o professor de educação física trabalhar em suas aulas. Ter variedade de atividades, assim como atividades que possam despertar o interesse de quem está fazendo é fundamental para uma boa aula.

É importante lembrar que toda e qualquer atividade a ser executada com crianças ou adolescentes necessita de um planejamento prévio, onde a organização e regras devem ser estudadas e pensadas com antecedência, isto para que o responsável pela organização qualquer não seja pego de surpresa por situações inusitadas que podem colocar toda a iniciativa pedagógica em risco, causando frustração a todos.

Clique aqui e consiga a sua apostila com 10 atividades recreativas

E se você quiser variedade de planos de aula, não deixe de conhecer o guia TOP 100 de Educação Física Escolar




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O blog mantém uma página sobre Educação Física Escolar e alguns grupos de whatsapp de profissionais. E eu fico impressionada com a motivação dos professores em busca, sempre, de atividades diversificadas.

Tenho percebido que o profissional recém-formado possui um maior grau de motivação e uma bagagem de assuntos novos e interessantes. A motivação é um dos elementos centrais na relação ensino-aprendizagem e, na Educação Física, não é apenas importante, mas sim fundamental, por exigir um grau de excitabilidade, tanto do aluno quanto do professor, um pouco mais elevado em relação às demais disciplinas.

Uma das coisas que tenho observado nos papos desses grupos é que a ausência de conteúdos novos e de novas experiências corporais faz com que o aluno se afaste das aulas de Educação Física. Mesmo porque, muitos professores ainda buscam o "atleta" e competição, esquecendo do conceito teórico e do "educar".  Então, cabe ao profissional de Educação Física renovar conteúdos para motivar o aluno. Mas como manter a motivação do professor?

Para mim, há três pontos que desmotivam o professor de educação física escolar.

- Falta de materiais didáticos e físicos;

- Baixos salários;

- Poucas oportunidades de buscar conhecimentos novos ou cursos.

E aí, você concorda?
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A gama de modalidades de lutas no Brasil varia muito, de acordo com a realidade e a conjuntura da região, da cidade, e da escola. A diferença entre uma cidade mais populosa e cidades de áreas menos desenvolvidas pode ser muito grande no que se refere a opções de prática de lutas e artes marciais.
Os PCN's não determinam qual modalidade de luta é a melhor ou a mais indicada para as aulas de educação física. Fica o professor responsável por decidir a escolha da modalidade de luta que será ensinada. E, se o professor, ao chegar neste ponto, não tenha compreendido o significado das lutas, enquanto componente da Educação Física Escolar, talvez não compreenda se será necessário escolher uma, duas ou três modalidades de luta. E quais deverão ser escolhidas: as mais conhecidas na cidade e na região? Ou somente as modalidades olímpicas?
Assim como ocorre com os esportes (Futebol, Handebol, Basquetebol e Voleibol) serão escolhidas as modalidades que são mais populares? Os alunos conhecerão, então, apenas a Capoeira, o Karatê, Judô e o Taekwondo? Por qual critério? Por serem os mais conhecidos, os mais fáceis de aplicar ou por fazerem parte do contexto local? É o professor que escolhe desenvolver Futebol com seus alunos, ou ele não tem outra opção, porque em sua escola só existe uma quadra para essa modalidade esportiva, e porque sua formação enfatizou demasiadamente os esportes populares e não foi satisfatória nas outras modalidades?
Se no momento de escolher as lutas optar apenas por algumas modalidades mais comuns na conjuntura local, os alunos continuarão a conhecer a Esgrima, o Aikido, e o Kempo, como um esporte "da elite rica", que mora nas cidades maiores e dispõem de condições financeiras para freqüentar e comprar os equipamentos necessários à prática dessas artes. Meu aluno conhecerá o Boxe apenas pelo Rocky Balboa (personagem do popular filme "Rocky V", 1990, ficção sobre a vida um pugilista) e Myke Tyson (ex-pugilista peso-pesado norte-americano)? Não será algo de se impressionar se a única percepção quanto ao Boxe seja a de um esporte violento, pois a construção da sua opinião é feita apenas com essas fontes.
As opções de escolha de lutas serão restritas, principalmente em cidades menos favorecidas, se o professor optar por escolher entre as modalidades disponíveis no local. Em algumas cidades existem apenas duas ou três modalidades diferentes. Em outras nem isso. Serão os alunos destas cidades fadados ao desconhecimento? Devem se conformar com o que assistem em filmes e programas de televisão? Ou o professor procurará outros meios de inseri-los nesse mundo, ainda que de forma lúdica, através da fantasia, ou de formas simplificadas das lutas?
Qual modalidade atende melhor às necessidades de meus alunos. O Judô? A Luta Livre? O Boxe é menos pedagógico que a capoeira? A Capoeira seria mais adequada porque os golpes são desferidos sem que haja contato físico, e ainda pode ser trabalhada como uma dança, sem riscos. Vale-Tudo, Muay Thai, são impróprios para aulas de Educação Física? As modalidades que possuem golpes de percussão (golpes de bater com os punhos, pés, cotovelos, etc, muito comuns no Caratê e modalidades similares) devem ser excluídas?
Deve-se estabelecer um critério para a escolha das modalidades a serem trabalhadas? Esse critério deve ser discutido em relação à necessidade do aluno ou ao contexto local?
Em se tratando de temas transversais, como a "pluridade cultural", o trabalho com modalidades diferentes possibilita conhecer e fazer uma reflexão comparativa e crítica entre o nosso país e os outros povos e nações, pois as lutas são também uma forma de difusão das culturas dos seus povos de origem.
Também é preciso afastar preconceitos na hora de escolher. Algumas pessoas podem ver o Boxe, a Capoeira e o Vale-Tudo como uma prática marginal e perigosa, inadequada como conteúdo escolar. Primeiramente, não se trata de realizar as lutas entre os alunos. Trabalhar esses conteúdos, ou essas lutas, também significa proporcionar oportunizar uma discussão e o entendimento sobre as lutas. É possível também propor pesquisas sobre as artes marciais ditas menos adequadas ao contexto escolar, e outras formas que permitam a eles conhecer essa parte do mundo esportivo.
Há, entretanto, alguns autores que defendem uma modalidade de luta, integrada ao currículo escolar. Segundo o presidente do Conselho Superior de Mestres de Capoeira e Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Capoeira (CBC), a Capoeira é uma das práticas mais adequadas para a educação e formação de nossas crianças:
A Capoeira, que é uma atividade genuinamente brasileira e natural, não exige muito espaço, vestimentas ou sofisticações para sua prática. Ela promove o lazer e desperta outros interesses centrados na música, na dança, no folclore e no ritmo. Acém disto, a Capoeira é um instrumento de grande poder de socialização e ajuda na melhoria da auto-estima de nossos jovens e crianças, sobretudo aqueles considerados excluídos, como negros, pobres, crianças de rua e deficientes físicos.
O que sugere já é feito com outras artes marciais em seus países de origem. O Taekwondo, na Coréia do Sul, é considerado esporte nacional e tem seu ensino obrigatório nas faculdades, escolas e Forças Armadas.
Além do desenvolvimento da Capoeira nas escolas, importante também, é considerar as lutas como um todo, um conjunto de manifestações culturais históricas, que deve ser aprendido. Além da vivência nas modalidades mais comuns, também é importante para o educando conhecer a dimensão desse universo, complexo e diverso.
Já foi apontado no item "Concepção", no capítulo "LUTAS E A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR", deste estudo, que as lutas podem ser encontradas nas escolas inseridas no planejamento do professor de educação física ou de forma extracurricular. O trabalho extracurricular sugere que o ensino ocorre dicotomizado de um planejamento maior do currículo escolar. Mas, por outro lado, imagina-se que esteja adequado à proposta do projeto político-pedagógico da escola. Então a questão seria verificar se a proposta político pedagógica partiu de uma interpretação adequada dos Parâmetros Curriculares Nacionais e se realmente atende as necessidades pedagógicas do educando.
Para a forma curricular o professor possui muitas possibilidades. É possível escolher trabalhar com quantas lutas diferentes o tempo disponível permitir, e de maneiras diferentes. As regras podem ser adaptadas às necessidades do contexto escolar. A escolha da luta vai depender do conhecimento do professor e das condições da estrutura física da escola. Por outro lado existem muitas formas de contornar problemas de falta de material. A falta (de tatames, equipamentos de proteção, etc) pode se tornar em uma alternativa de aula. Trabalhar com os alunos a construção desses materiais, pode oportunizar o envolvimento com os mesmos conteúdos que seriam desenvolvidos em uma aula dita normal. Além de construir os materiais, os alunos iriam aprender para que servem e como usá-los. Isto também é conteúdo de lutas na Educação Física Escolar, e amplia os conhecimentos dos alunos relativos as lutas.
Quanto à falta de habilidade técnica, é possível recorrer a especialistas da comunidade, quando houver. Solicitar a um professor de academia que dê uma demonstração, ou realize uma apresentação junto com praticantes da arte marcial também pode ser uma alternativa para estimular os alunos antes do professor ministrar suas aulas.
Na Educação Física nas escolas, pouco se trabalha a psicomotricidade. Professores aderem mais aos esportes
Trabalhar aspectos relacionais na Educação Física é muito importante. Com isso, tratar temas como agressividade, limites, afetividade, corporeidade, comunicação e expressão deve estar dentro das aulas. Muitas vezes isso não é abordado na escola, não se trabalha as relações entre as crianças, e isso merece mais atenção dos pais e dos educadores.
Abaixo, cinco atividades psicomotoras para trabalhar esse aspecto relacional dentro do colégio. Não há faixa etária específicas para cada uma, e a ideia é que cada profissional possa adaptá-la à sua turma.
- Banco Ordenado: Essa brincadeira precisa de um banco sueco, daqueles compridos e baixos. O professor deve pedir que as crianças subam no banco como quiserem, como se organizarem melhor. Aí se pede que, sem descer, elas se enfileirem pela ordem da chamada. Os alunos vão ter que se virar para deixar os outros passarem, para que o primeiro fique na frente e o último atrás. Eles vão ser obrigados a dar lugar para o colega, o que é uma boa maneira de trabalhar a agressividade.
- Caminhada a Três: O jogo trabalha a comunicação e a afetividade entre os colegas. Três alunos amarram a perna na do colega, um do lado do outro, formando trios. Eles devem caminhar pelo pátio, e isso só será possível coordenando os movimentos. A ideia é estabelecer o respeito pelo ritmo de cada um.
- Casa-Hóspede-Construção-Terremoto: O nome é longo, mas a atividade é bem simples e é ótima para trabalhar a corporeidade. As crianças devem formar trios, sendo que duas se dão as duas mãos e uma fica no meio (como se estivesse com um bambolê, mas com braços). É como se a dupla fosse uma casa e quem está dentro é o hóspede, sendo que um aluno do grupo inteiro deve estar sem trio. O professor então conta uma história. Se ele diz 'hóspede', essas pessoas devem procurar outra 'casa'. Se diz 'casa', a dupla tem que buscar um novo hóspede. Quando o educador falar 'construção', as pessoas quem formam a 'casa' separam-se e formam novas 'casas'. Já o 'terremoto' serve para que todos se misturem e formem novos trios.
- Espião: Para focar na atenção que um colega tem com o outro, vale a pena brincar de espião. Os estudantes devem fazer duas filas paralelas. Os colegas então devem se virar para os da fila oposta e observar o aluno que está à sua frente de cima a baixo. Aí todos ficam de costas e fazem uma pequena mudança (desamarra um sapato, tira um brinco, bota a camiseta para dentro etc). Quando se virarem de novo, a criança da frente deve procurar o 'erro'.
- Esculturas Vivas: Também para tratar de corporeidade, todos formam uma grande roda, e um dos alunos fica no centro do círculo. Todos se vendam, menos esse do meio, que deve fazer uma pose (por exemplo, de super herói). O educador deve descrever para os outros essa pose com dicas amplas (como dizer que um braço está levantado, mas não dizer qual deles), e as crianças, que apenas ouvem, devem tentar recriá-la. É uma maneira que vai muito além do movimento, é para que a criança consiga se expressar da maneira que ela quiser.
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É participando, interagindo, ajudando, planejando e interferindo que conhecemos diferentes manifestações culturais, esportivas e sociais, que a Educação Física está ampliando seu papel nas escolas. Mais do que o movimento pelo movimento, o que importa atualmente é conhecer e desenvolver as manifestações corporais. Além do jogo (com suas estratégias práticas) e das atividades de relaxamento e alongamento dos músculos, é preciso ensinar a importância da afetividade, do trabalho em equipe e da convivência com diferentes pessoas e grupos.
E na Educação Física  é essencial trabalhar a alfabetização corporal. Existe um vocabulário motor, uma 'fala' do corpo, e é possível fazer a turma avançar apresentando novas experiências e propostas de ação. Assim, uma ampla gama de atividades deve ser proposta para os alunos ampliarem seu repertório de vivências. Se os meninos não gostam de dançar e as meninas têm menos força física, essas características precisam ser respeitadas, mas cabe ao professor criar atividades que valorizem todas as características, já que o propósito atual do ensino de Educação Física não é mais revelar atletas, como já foi comum no passado.

Por exemplo, o futebol precisa ser trabalhado com a adaptação de regras de acordo com o grupo. Não pode ser a reprodução do esporte profissional que acompanhamos pela televisão. Esse trabalho fica mais fácil quando o professor constrói junto com a garotada as práticas corporais a estudar, aproximando a escola daquilo que é feito na comunidade. Se o funk, o hip hop e o rap são muito presentes nela, é uma ótima pedida levá-los para as aulas. Isso faz com que todos participem com mais interesse.

Como o foco não é mais só correr e pôr a turma para jogar bola, a maneira de transmitir os conhecimentos precisa ser diversificada. Por isso, a Educação Física não tem lugar apenas na quadra, mas na sala de aula, na de vídeo, no pátio, em palestras de profissionais e visitas a academias de ginástica e escolas de esportes. O caderno passa a ser o espaço para registrar descobertas e ref lexões, criar brincadeiras e regras, pesquisar e observar experiências. Não há 100% de garantia de que o uso de materiais variados resulte em boas aulas. Mas, se forem bem usados, eles tornarão as aulas mais ricas.
E aí, professor? Preparado para esse desafio?
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Não lembro qual foi a primeira vez que ouvi falar em psicomotricidade na faculdade de educação física mas sei bem, até hoje, a importância dela nas aulas com alunos, diariamente.

É importante ter em mente que o desenvolvimento psicomotor é importante na prevenção de problemas de aprendizagem. Então, a psicomotricidade nas aulas de Educação Física pode auxiliar na aprendizagem escolar, contribuindo para um fenômeno cultural que consiste de ações psicomotoras exercidas sobre o ser humano de maneira a favorecer comportamentos e transformações.

A psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal, o que facilitará a orientação espacial. A educação física e sua relação com a psicomotricidade estão baseadas nas necessidades das crianças. Com a educação psicomotora, a educação física passa a ter como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança.

O trabalho da educação psicomotora é indispensável no desenvolvimento motor, afetivo e psicológico do indivíduo para sua formação integral, e é explorado por meio de jogos e atividades lúdicas que oportunize a conscientização do próprio corpo e ser.

A Educação Física, pelas suas possibilidades de desenvolver a dimensão psicomotora das pessoas, com os domínios cognitivos e sociais, é de grande importância no desenvolvimento da aprendizagem escolar.



O handebol na escola é um condutor importante entre o aluno e o saber. Portanto tenhamos em mente a formação do cidadão em jogo e não do atleta em jogo. Por ser um jogo com movimentos naturais, pode ajudar o aluno de 6º ano a se adaptar a tantas disciplinas e tantos professores. O que precisamos desenvolver em nossa aula de handebol é o espírito de cooperação.
Exercícios do Handebol

· Quicar a bola com força na frente do corpo, lançando-a no solo com a mão direita e recebendo com as duas. Repetir com a mão esquerda.
· Lançar a bola à cima da cabeça. Girar o corpo e pega-la antes de tocar o solo.
· Quicar fortemente a bola no solo, saltar verticalmente, buscando recupera-la com as duas mãos o mais alto possível.
· Afastado de um colega cerca de 5m, posicionar-se de costas, lançar a bola por cima da cabeça para que o colega a receba sem dificuldade. O colega que recebe a bola deverá estar de frente. Após receber a bola o colega passa a posição de costas e repete o exercício.
· Correr 3 passadas largas saltar sobre um elástico e no ar passar a bola a um colega a 6m de distancia.
· Em coluna, o primeiro aluno deverá correr pra frente com uma bola, e girando no alto, fazer o passe ao próximo aluno da coluna. O aluno que concluiu o passe irá ao fundo da coluna e o colega que recebeu deverá fazer o exercício.
· Formar colunas atrás de 6 cones distantes 8 m um do outro,formando uma figura geométrica. O primeiro aluno de uma das colunas estará de posse de uma bola. Deverá lança-la para o primeiro aluno de uma da outras colunas e correr em direção a ela, entrando no seu final. A bola não poderá ser devolvida à mesma coluna de quem recebem a bola.
· Realizar passes em duplas com duas bolas. Deverão ser capazes de passar e receber a bola com ambas as mãos, tanto parado quanto em deslocamento.

Atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola entre si enquanto dois serão os "bobinhos", ao tocar na bola , troca o aluno que errou o passe (Passes parabólicos por cima dos defensores não serão válidos).

Dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.
Exercício 1: Empunhadura Individual

Os alunos livres pela quadra, com bola na mão. Oriente para que segure a bola de forma correta, onde a superfície de contato é realizada pela superfície dos dedos e pela face palmar média da mão. Em seguida, passar a bola de uma mão para a outra, sem que esta bola escape. Para anexar ludicidade, em seguida brinque de batata quente com a empunhadura correta da bola de handebol.


Exercício 2: Empunhadura em Duplas
Em duplas, os jogadores posicionados um frente para o outro, com os braços estendidos a frente do ombro, a uma distância de no máximo 1 metro. Os dois jogadores segurando a mesma bola, utilizando o exercício da empunhadura, onde cada jogador deve utilizar a força na realização da empunhadura para conseguir puxar a bola. Repita o exercício mais algumas vezes trocando de colega de dupla.


Exercício 3: Passe acima do ombro
Cada aluno com uma bola, realiza o passe de ombro e recebe a bola. Treinando assim passe e empunhadura. O cotovelo deve ficar acima da linha do ombro. Varie com a outra mão, com o passe picado.


Exercício 4: Precisão do passe
Demarque sobre a parede círculos para serem arremessados com todos os tipos de passes.
Varie os círculos em categorias de fácil, médio e difícil.


Exercício 5: Passe acima do ombro em duplas
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes de ombro, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços.


Exercício 6: Passe quicado
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes quicado, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços e com variação de distancias.


Exercício 7: Arremesso Parado
Disponha os alunos parados e espalhados atrás da linha de seis metros
Todos os jogadores parados e espalhados atrás da linha de seis metros, de frente para o gol, sem goleiro. Um aluno de cada vez deve arremessar a bola para o gol. Pode-se variar, e determinar o local para a realização do arremesso (exemplo: ângulo inferior esquerdo).
cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve

Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.

Exercício 8: Arremesso em deslocamento
Uma coluna de jogadores nas posições do armador central, cada jogador com uma bola. Realizar o arremesso, de forma livre, sem cobrar o ritmo trifásico. O arremesso pode ser realizado entre os nove e seis metros. Neste momento o professor pode corrigir a posição do cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve
Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.

Exercício 9: Arremesso em suspensão
Organize filas nas posições de armador central, armador esquerdo e armador direito, onde cada aluno deve realizar o arremesso em suspensão. Aproveite para realizar as correções no pé de apoio que irá impulsionar o jogador para o arremesso em suspensão. Pode também utilizar um colchonete para que o aluno ultrapasse no momento do arremesso.

Exercício 10: Drible Individual
Em três filas, cada aluno deve driblar sua própria fila sem bola.


Exercício 11: Drible em dupla
Organize duas filas onde um aluno de cada vês deverá executar o exercício em parceria com o colega da outra fila. Com bola os alunos devem chegar ao fim da fila, realizando passes e driblando os colegas, sem dar mais de três passos com a posse de bola.

Exercício 12: Drible utilizando cones
Uma coluna no final da quadra de frente para uma coluna de cones colocados a diferentes distâncias um do outro.
Tarefa: O jogador deve driblar inicialmente andando e depois correndo, assim como com uma mão e depois com a outra, realizando o deslocamento em zigue-zague entre os cones.
Variações:
Diminuir o espaço entre os cones.
Fazer o retorno nestes mesmos cones, de costas.
Utilizar o contorno (giro em volta do cone) para alguns cones.


Exercício 13: Ritmo trifásico
Disponha os arcos no solo entre as linhas de tiro livre e a linha da área do gol. O Aluno deve realizar os três passos e arremessar. Importante que o aluno já saiba seu braço de arremesso e qual sua perna de apoio. Pode-se variar distribuindo os alunos em 3 colunas, nas posições dos armadores para a aula ficar mais dinâmica.

Exercício 14: aumentar a habilidade motora na prática do Handebol.
Driblar cones: Os alunos deverão ser capazes de correr em zigue zague por entre os cones que estarão dispostos em linha longitudinalmente. Para tal deverão trocar o domínio da bola alternando a mão que promove o quique, sempre com o corpo entre a bola e cone a ser driblado. Objetiva-se com esse exercício desenvolver e aprimorar a coordenação lateral e contra lateral do indivíduo com domínio da bola.
Troca de passes 2 a 2 com duas bolas: Os alunos, em duplas, deverão ser capazes de passar a bola com ambas as mão e outrossim recebe-la com ambas. Enquanto um aluno arremessa o outro, que já tem uma bola na mão, deve recepcionar o passe com a mão livre. Alternando constantemente os braços, tanto no arremesso quanto na recepção. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.
Recepção e arremesso: Os alunos deverão ser capazes de recepcionar um passe, seja em salto ou o solo, arremessando posterior mente a bola ao gol. O exercício deve ser treinado alternado tanto as mão na recepção quanto no arremesso. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.


Exercício 15: Handebol Lúdico
Distribua os alunos em duplas e monte as equipes de duplas. De mãos dadas as duplas devem driblar e arremessar sem soltar a mão.Sem dar mais de 3 passos com a bola. Importante parar o jogo sempre que necessário para que haja respeito mútuo e criação de estratégias.
Exercício 16: Handebol Lúdico 2

Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – com um cone no fim da quadra e com cada equipe espalhada em seu campo, o desafio será assar a bola a todos os integrantes da equipe sem sair do lugar e acertar o cone no fim da quadra. Caso a bola caia ou não acerte a posse de bola passa a ser da outra equipe.


Exercício 17: Handebol Lúdico 3
Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – Cada equipe deverá escolher dois integrante e com a ajuda de um arco ( bambolê) serão goleiros que estarão andando sobre as linhas do campo de handebol segurando o arco um de cada lado onde o gol deverá ser feito.As equipes devem trocar passes e tentar chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe deve impedir sem contato corporal que a bola chegue aos goleiros. Para animar pode-se acrescentar mais bolas no jogo.


Exercício 18: Handebol Lúdico 4
O jogo (a duração de cada jogo se definirá com a quantidade de equipes formadas). Cada equipe será formada por 6 alunos. A equipe terá que trocar no mínimo 5 e no máximo 10 passes, podendo cada aluno permanecer 3 segundos com a bola. Após o 10º passe o aluno será obrigado a arremessar a bola da onde estiver, será gol toda a vez que a bola passar por dentro do bambolê. O bambolê poderá ser pendurado em qualquer parte do gol. É recomendado que cada equipe conte em voz alta, para o professor poder acompanhar e verificar a equipe que ultrapassar os 10 passes.




Handebol de baliza
Dois grupos na área de jogo, localizando os bancos sobre as metas (gols), colocar, sobre cada banco, um cone ou uma lata. O jogo tem início com a troca de passes e arremessos com as mãos entre os grupos, sendo o ponto marcado, a cada cone derrubado com o arremesso. Vence a equipe que conseguir derrubar todos os cones. O ponto só será validado com a queda total do cone. A defesa obedecerá a marcação da área de handebol.

Handfut
Dois grupos na área de jogo, definindo um participante para o gol. Os alunos trocam passes com as mãos entre sua equipe, mas só podendo realizar o gol com os pés ou com a cabeça, concluindo o lançamento.

Cesta numerada
Os participantes deverão ser divididos em duas equipes. Cada equipe deverá estar disposta em fila um do lado do outro no final da quadra de basquete. O professor fala um número (não repetido na mesma equipe). Um aluno ficará no meio da quadra com duas bolas de basquete, quando este falar o número de um participante, ele deverá correr até o meio da quadra, pegar uma bola e correr em direção a cesta de basquete afim de fazê-la. Quando um dos participantes de uma das equipes fizer a cesta, os dois deverão recolocar a bola no centro da quadra e o monitor deverá falar outro número. Vence a equipe que fizer mais números de cestas.

Jogo dos sete passes
Após a divisão dos participantes em dois grupos, solicitar que os mesmos se espalhem pela área de jogo. O jogo terá início com a bola ao alto. A equipe de posse de bola deverá tentar efetuar sete passes, sem que haja interrupção da equipe adversária. A cada sete passes efetuados com êxito, a equipe marcará um ponto, reiniciando assim a contagem. A contagem dos passes deverá ser efetuada em voz alta e clara. A cada bola interceptada pela equipe adversária a contagem reinicia do zero.

Manter a área livre
Organização: Solicitar ao grupo que se posicionem, cada um em uma área de jogo, separados pela rede. Cada participante de posse de um balão deverá enchê-lo. esenvolvimento: Com o início da música, todos os participantes deverão passar o balão para o campo adversário, devolvendo os que passarem para o seu campo. A cada interrupção da música o monitor efetuará a contagem. No momento da interrupção o grupo que tiver menos balões em seu campo marca ponto. O monitor deverá ir construindo as regras junto com os alunos, no momento em que forem ocorrendo as infrações.

Bamboball
Os participantes deverão ser divididos em duas equipes dispostas em fila. Cada aluno estará posicionado dentro de um bambolê. O primeiro aluno de cada equipe, fará um passe de peito (basquete) ao segundo e assim sucessivamente até o último, que deverá pegar a bola e sa ir batendo-a, até se posicionar no bambolê do primeiro aluno, os alunos de vem sempre alterar suas posições. Vence a equipe que terminar primeiro.

Mina
Os grupos ocuparão a área de jogo, sendo cada lado dividido em quatro partes, numerando-as da seguinte forma: zona de ataque números três e quatro, e zona de defesa, números um e dois. O jogo seguirá a dinâmica do voleibol, sendo a pontuação realizada a partir da queda da bola nas zonas numeradas. Exemplo: a bola tocando o solo na zona de ataque três vale três pontos. O grupo deverá definir um número de pontos para a partida ser vencida, possibilitando as equipes a opção de ataques em determinadas zonas e dificultando o fechamento da partida pela necessidade de se atingir um número exato a partir dos pontos.
O grupo poderá, junto com o monitor, acrescentar regras como: a equipe que ultrapassar o número preestabelecido perderá dez pontos.
A equipe poderá ir somando os pontos de acordo com o recebimento da bola. Exemplo: o participante recebe a bola na zona de número quatro, passa a bola para o participante da zona de número três, nisso todos deverão gritar a soma desses números, no caso, sete. E assim sucessivamente. Ganha o ponto que conseguir fazer mais “pontos”.

Basquetevôlei
O jogo terá início com a bola ao alto. A equipe de posse de bola, trocará passes, usando somente os fundamentos do voleibol (toque, manchete, levantamentos, saques, cortadas), tentando como objetivo fazer cestas.
Vôlei guiado
Os grupos formarão quartetos, sendo que dois participantes terão os olhos vendados. Cada quarteto com um pedaço de tecido. Os participantes de olhos vendados deverão estar em pontas opostas do tecido. O jogo seguirá a dinâmica do voleibol, sendo a bola lançada com o tecido. A bola poderá dar um toque no chão. Juntos, Professores e alunos poderão incluir critérios para a dinâmica em dupla com os olhos vendados de um participante, para outras modalidades.

Voleibol com rede móvel
Solicitar dois participantes, para, de posse do elástico, dinamizarem a rede móvel, os grupos deverão sempre ocupar lados opostos do elástico, independente do espaço de campo de jogo. Usar a dinâmica do jogo de voleibol, com os participantes trocando passes para o envio da bola para o campo adversário. A rede irá mover-se nas diversas direções da área de jogo, variando de tamanho e possibilitando grandes e minúsculas áreas de jogo para as equipes. Os participantes deverão ocupar sempre a extensão da área de jogo e o prolongamento do campo. O monitor deverá possibilitar a inclusão e retirada de regras por parte dos participantes.

Voleibol de apoio
Dois grupos em cada área de jogo, sendo um dentro e o outro ocupando as laterais e fundo da área. Após o saque, a equipe que recepciona, tenta devolver a bola para o campo adversário. O grupo que se encontra fora da área de jogo (laterais e fundo da quadra) participa do jogo, devolvendo as bolas que forem para fora, para o seu campo, oportunizando, ao grupo, nova tentativa de passar a bola para o campo adversário. Caso a equipe que saca marque ponto, os participantes de fora da equipe se sofreu o ponto invertem os papéis com o grupo de dentro, ou seja, quem estava jogando dentro da quadra passará a jogar fora da quadra e vice-versa.

Voleibol - Passou, dançou
Dispor os dois grupos, cada um em uma área de jogo da quadra de voleibol. Música no ar começa o jogo com um saque. A equipe que recebe tenta passar a bola. A cada passagem de bola, toda a equipe executa movimentos de dança no ritmo da música, perdendo a posse da bola ou recebendo ponto, a equipe em que qualquer participante não dançar. O monitor poderá sugerir variações aos alunos.
Sugestão: Dançar em dupla, sair e entrar na área de jogo, deitar, de costas para rede, etc.


Os Dez Passes
A turma é dividida em dois grupos. Inicia-se a partida como no basquetebol, com uma disputa de bola ao alto entre dois oponentes. O objetivo do jogo é executar dez passes consecutivos sem que algum oponente intercepte a bola. Cada vez que uma equipe executar os dez passes, ela marcará um ponto. Pode haver algumas regras, como: não se pode correr com a bola, pode-se dar no máximo três passos com a bola, o jogador que está com a bola não pode ser tocado. Vence a equipe que somar mais pontos.
Futebol em Círculo
Dispõem-se os alunos em círculos. Eles devem ficar de pernas abertas de maneira que os pés toquem nos pés dos companheiros ao seu lado. Em seguida, devem se agachar para tentar cobrir com as mãos a abertura formada pelas pernas. É jogada uma bola no círculo e todos os alunos devem tentar passar a bola por entre as pernas dos companheiros. Os jogadores não podem segurar a bola, mas apenas empurrá-la. Quem deixar passar a bola por entre as pernas, terá que virar e jogar de costas para o círculo. Vence aquele que ficar por último.

Voleibol-tênis
Divide-se a turma em dois grandes grupos, dispostos na quadra de voleibol. Inicia-se jogando a bola para cima. Para passar a bola para o outro lado, deve-se deixar quicar a bola uma vez no chão e, em seguida, jogá-la para o outro lado. Pode-se variar o número de vezes que a bola pode quicar e o número de toques antes de enviar a bola para o outro lado.

Rede Humana
Divide-se a turma em quatro grupos: Grupo 1: é a rede humana (um aluno ao lado do outro sobre a linha central da quadra) Grupos 2 e 3: equipes que estão jogando Grupo 4: equipe de espera As equipes que estão na quadra devem passar a bola para o outro lado sem que a "rede humana" encoste na bola. Acontecendo o toque pela rede humana, é feito o rodízio das equipes: a equipe que está na espera entra como rede humana; quem está na rede entra no lugar da equipe que errou e quem errou vai para a espera. Pode-se variar a maneira de passar a bola: Toque; Manchete; Recepção com manchete e passada com toque, etc.

Cabeçobol
Divide-se a turma em duas equipes, que devem se espalhar pela quadra. As trocas de bola devem ser feitas através de passes. Quem receber a bola deve segurá-la e imediatamente passá-la para o companheiro mais próximo ao gol adversário, que deve tentar marcar de cabeça. A equipe adversária deve tentar interceptar a bola, agarrando-a sem que haja contato com o adversário. Quem estiver com a bola não pode andar com ela, deve primeiro passar a bola para depois se deslocar. O gol só pode ser feito dentro da área e de cabeça.

Passar a Bola para dentro do Círculo
Divide-se a turma em duas equipes (ou em mais grupos, com duas equipes em cada grupo). Em algum círculo da quadra (pode-se usar a marca da cabeça do garrafão da quadra de basquetebol), uma equipe tenta passar a bola para um companheiro que está no centro do círculo, enquanto a outra tenta impedir que isso aconteça, sem entrar no círculo. A bola não pode ser passada por cima dos defensores, apenas entre eles. Vários grupos podem jogar simultaneamente. Ganha a equipe que fizer o maior número de passes no tempo marcado pelo professor.

20 passes.
Duas equipes espalhadas pelo espaço tendo o objetivo de realizar 20 passes entre seus integrantes sem que ocorra a interceptação da equipe adversária. A cada toque dado à equipe que tem a posse da bola deve contar em voz alta o número de toques efetuados. Se a bola é roubada pela outra equipe, zera-se a contagem. aterial: bola.

Vôlei-Pega
Regras e divisões do desporto voleibol (com exceção do número de participantes de cada equipe, sendo que quanto mais jogadores melhor). Utiliza-se uma bola maior e mais leve, para o jogo ficar um pouco mais lento e divertido. O diferencial, que por sua vez dá nome ao jogo é que: o time q marca ponto, deverá pegar o time adversário, e esse deverá fugir até o final de sua quadra. (sempre utilizando apenas a quadra de voleibol). Atenção: caso o time "A" erre um saque, é ponto do time "B", portanto, "B" tem que pegar "A”. marcação dos pontos se da seguinte maneira:O time "A" errou. Ponto para o time "B", que conseguiu pegar 2 (duas) pessoas do time "A".TOTAL de pontos: 3 (três) para o time "B" X 0 (zero) para o time "A". Soma-se aos pontos do jogo, o número de pessoas que foram pegas. Material: Bola(s).

Pesque a bola
Divide-se a turma em dois grupos. Cada um deles deverá sentar-se numa das linhas laterais da quadra. Em seguida, dá-se um número para os alunos de um grupo e repetem-se esses números no outro grupo. O professor coloca uma bola no centro da quadra e fala bem alto um desses números. Os dois alunos (um de cada equipe) que tiverem esse número sairão correndo para tentar pegar a bola. Quem conseguir alcançá-la antes marca um ponto para sua equipe.

Futebol em circulo
Dispõem-se os alunos em círculos. Eles devem ficar de pernas abertas de maneira que os pés toquem nos pés dos companheiros ao seu lado. Em seguida, devem se agachar para tentar cobrir com as mãos a abertura formada pelas pernas. É jogada uma bola no círculo e todos os alunos devem tentar passar a bola por entre as pernas dos companheiros. Os jogadores não podem segurar a bola, mas apenas empurrá-la. Quem deixar passar a bola por entre as pernas, terá que virar e jogar de costas para o círculo. Vence aquele que ficar por último.

Voleibol tenis
Divide-se a turma em dois grandes grupos, dispostos na quadra de voleibol.
Inicia-se jogando a bola para cima. Para passar a bola para o outro lado, deve-se deixar quicar a bola uma vez no chão e, em seguida, jogá-la para o outro lado.
Pode-se variar o número de vezes que a bola pode quicar e o número de toques antes de enviar a bola para o outro lado.
Rede humana
Divide-se a turma em quatro grupos:
Grupo 1: é a rede humana (um aluno ao lado do outro sobre a linha central da quadra)
Grupos 2 e 3: equipes que estão jogando
Grupo 4: equipe de espera
As equipes que estão na quadra devem passar a bola para o outro lado sem que a "rede humana" encoste na bola. Acontecendo o toque pela rede humana, é feito o rodízio das equipes: a equipe que está na espera entra como rede humana; quem está na rede entra no lugar da equipe que errou e quem errou vai para a espera.
Pode-se variar a maneira de passar a bola:
- Toque;
- Manchete;
- Recepção com manchete e passada com toque, etc.

Cabeçobol
Divide-se a turma em duas equipes, que devem se espalhar pela quadra. As trocas de bola devem ser feitas através de passes. Quem receber a bola deve segurá-la e imediatamente passá-la para o companheiro mais próximo ao gol adversário, que deve tentar marcar de cabeça. A equipe adversária deve tentar interceptar a bola, agarrando-a sem que haja contato com o adversário. Quem estiver com a bola não pode andar com ela, deve primeiro passar a bola para depois se deslocar. O gol só pode ser feito dentro da área e de cabeça.

Passar a Bola para dentro do círculo
Divide-se a turma em duas equipes (ou em mais grupos, com duas equipes em cada grupo). Em algum círculo da quadra (pode-se usar a marca da cabeça do garrafão da quadra de basquetebol), uma equipe tenta passar a bola para um companheiro que está no centro do círculo, enquanto a outra tenta impedir que isso aconteça, sem entrar no círculo. A bola não pode ser passada por cima dos defensores, apenas entre eles. Vários grupos podem jogar simultaneamente. Ganha a equipe que fizer o maior número de passes no tempo marcado pelo professor.
http://www2.pucgoias.edu.br/flash/Flash2008/Dezembro08/081217wfestatlet05.jpg

O atletismo é, ou deveria ser um conteúdo clássico dentro da Educação Física escolar, entretanto este é muitas vezes esquecido por parte dos professores, que alegam vários empecilhos para a realização desta modalidade esportiva dentro do ambiente escolar, dentre estes empecilhos estão a falta de espaço físico, a falta de materiais adequados além do desconhecimento e consequentemente desinteresse dos alunos por este esporte.

O desenvolvimento motor é um processo continuo e demorado, que se apresenta no comportamento motor do individuo. Este processo de desenvolvimento e alterações motoras ocorre durante todo o ciclo da vida do ser humano, e é mais acentuado nos primeiros anos de vida do individuo.

A criança tem períodos considerados ótimos para adquirir conhecimentos e habilidades especificas, desta forma não podendo ser desperdiçados, pois passado estes períodos o aprendizado de tais conhecimentos e habilidades se torna cada vez mais difícil, sendo assim as numerosas experiências e a qualidade destas experiências, são fundamentais para o desenvolvimento da criança.

É na fase pré-escolar que a criança, adquire e aperfeiçoa sua habilidades motoras, com isso a criança nesta fase da vida tem a oportunidade de conhecer diversas formas e combinações de movimentos, que possibilitarão a ela conhecer e dominar o seu corpo. A base para aquisição das habilidades é estabelecida neste período, sendo que as crianças irão aumentar seu repertório motor consideravelmente, adquirindo coordenação de movimentos, que auxiliarão para a aquisição de performances mais habilidosas.

O atletismo na escola deve ser caracterizado inicialmente como um pré-atletismo, onde através de atividades que contemplem os gestos motores básicos do ser humano, como correr, saltar, lançar e arremessar possa caracterizar esta fase inicial de inclusão do atletismo no ambiente escolar.

A prática do atletismo dentro do ambiente escolar, não é difícil de ser realizada, desta forma não deve ser negligenciada pelos professores e escolas, como vem ocorrendo. Entretanto, através desta pesquisa observamos que o atletismo tem um papel de suma importância no processo de desenvolvimento e aprendizagem de habilidades motoras e capacidades físicas, além de contribuir significativamente no auxilio as necessidades biológicas e sociais.

A utilização de atividades lúdicas deve estar presente em todas as atividades propostas pelos professores dentro da modalidade de atletismo, pois a ludicidade aliada à prática do atletismo tem grande importância e assume um papel fundamental para o desenvolvimento da criança, com isso o professor não deve deixar de proporcionar sua prática dentro do ambiente escolar.


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