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Educação Física Professor Rodolfo

 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um mínimo de 150 minutos semanais de atividade física moderada.

Sedentarismo acelera o envelhecimento (Foto: Omar Paixão)

Dos primeiros cabelos brancos às rugas na pele — passando por alterações em órgãos e vasos sanguíneos —, os sinais do envelhecimento podem aparecer antes ou depois do que a idade cronológica, por si só, sugeriria. Fatores como tabagismo, alcoolismo, alimentação e estresse também determinam a vida útil e a renovação das células do nosso organismo. E pode acrescentar o sedentarismo a essa lista, de acordo com os resultados de uma pesquisa da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos.

Nesse estudo, um time de especialistas recrutou 1 481 mulheres com idade média de 79 anos. Elas se submetaran a exames e preencheram um questionário relacionado a seus hábitos. De quebra, foram monitoradas com a ajuda de um acelerômetro — um equipamento que mede a movimentação ao longo das horas — por sete dias seguidos.

Leia mais: O preço do sedentarismo

O objetivo era medir o impacto da falta de exercício no comprimento dos telômeros de células de defesa. Hein? Estamos falando de componentes que ajudam a proteger as células da deterioração e a evitar mutações nocivas. Com o passar dos anos, eles naturalmente ficam menores, aumentando a probabilidade de câncer, doenças cardiovasculares, diabete e por aí vai.

Não deu outra: as voluntárias que costumavam se exercitar menos de 40 minutos por dia e passavam mais de dez horas sentadas apresentavam telômeros menores e uma idade celular até oito anos superior à cronológica! "Isso mostra que a discussão sobre a prática de exercícios físicos precisa começar na juventude e que o esporte deveria fazer parte da nossa rotina até o fim da vida", opina Aladdin Shadyab, um dos condutores do estudo, em comunicado à imprensa.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um mínimo de 150 minutos semanais de atividade física moderada.

Por Vand Vieira- Revista Saúde
 

Pode parecer apenas mais uma forma de entretenimento, mas andar de bicicleta desenvolve um importante papel no crescimento do seu filho. Desde o ganho de força até a capacidade de tomada de decisão, a atividade não só ajuda os pequenos a crescerem fisicamente, mas também os permite crescer mentalmente e emocionalmente. E a única coisa que os pais precisam fazer é criar um ambiente seguro para eles poderem explorar a vontade.

Crianças ao ar livre

Permita que seus filhos saiam para andar de bicicleta e desfrutem de tempo longe de casa. Ficar ao ar livre é maravilhoso para as crianças. Além de receberem luz natural, o que lhes dá a vitamina D, também recebem uma grande quantidade de ar fresco, o que lhes permitem dormir melhor a noite e quanto melhor for o sono, mais saudáveis ??elas se tornam capacitando seus corpos a crescerem.

Usando a memória

Andar de bicicleta também permite que as crianças aprendam a reconhecer o que há em seus arredores. Isto é especialmente praticado quando você ensina o percurso mais rápido para elas voltarem para casa e elas precisam usar a memória. No começo é difícil, mas é importante deixá-las sair por conta própria ao longo do tempo. Apenas certifique-se que eles respeitem o horário de voltar para casa.

Benefícios emocionais

O aumento da autoconfiança é outra maneira que prova que andar de bicicleta é benéfico para a saúde das crianças. Ela permite que a criança se torne mais consciente do seu corpo e se sinta menos intimidada por seus entornos e colegas passando pouco a pouco a confiar mais em si mesma. Quanto mais passeios elas fizerem, mais confortável eles se sentirão pelas ruas, bairros e casas e consequentemente ficarão mais aptas a interagir com diversos tipos de pessoas. Além disso a atividade proporciona o impulso de confiança, ao permitir que a criança escolha os seus próprios caminhos, acabando com a insegurança sobre quais as opções a tomar, uma vez que eles começam a construir, aos poucos, a segurança em suas escolhas.

Saúde do corpo

Andar de bicicleta também permite a criança obter ou manter-se, em forma. Quanto mais entusiasmada a criança ficar com a atividade menos tempo ela terá para o tédio. E o corpo ficando em constante atividade permite que a criança use o excesso de calorias e desenvolva os músculos, além de ser um ótimo treino para o coração.

Atenção à segurança

Os pais só precisam ter atenção à segurança dos pequenos. As crianças devem ter equipamentos de proteção para garantir que elas fiquem seguras, não importa onde. Roupas de ciclismo são diferentes para as crianças e adultos, e como as crianças caem com mais frequência, há muitos mais recursos de segurança colocados na roupa que usam: os joelhos das calças são mais reforçados, assim como os pulsos e os cotovelos de seus trajes. Isso permite que o equipamento dê proteção e mantenha as lesões menores caso haja uma queda ou algum deslize. A última coisa que queremos é que o seu filho caia e não seja capaz de chegar em casa com segurança, por isso certifique-se de vesti-los com a roupa de ciclismo adequada, além de obriga-los a usarem o capacete, por ser um equipamento que evita os ferimentos na cabeça e muitas vezes protege em caso de quedas maiores.


A experiência tem mostrado que os alunos que participam das "aulas" de Psicomotricidade Relacional ampliam seus relacionamentos e melhoram seu desempenho escolar, isto porque, o educando encontra espaço para expor a sua própria expressão, permitindo transformações que resultam em uma maior flexibilidade na relação consigo mesmo e com os demais colegas. Essa melhoria de atitude estende-se a outros amigos, aos familiares e com os diversos grupos com os quais ele se relaciona.
Atualmente convivemos com uma intensa estimulação de consumo por parte da sociedade, transferindo nossas reais necessidades de SER (afeto, limites adequados, carinho) pela ilusão de que o TER é mais importante. O psicomotricista relacional é um profissional que cuida do processo de afetividade, pensamento, motricidade, intra-relações e inter-relações.  Em geral, os educandos reproduzem tudo o que passam em casa com a família, na escola ou com os amigos. O psicomotricista relacional está disponível para viver o papel designado pelo educando. A resposta do Psicomotricista Relacional à solicitação dos alunos, é essencialmente corporal, sendo desnecessária a fala porque é o corpo que comunica. E através das intervenções adequadas, é possível ajudá-los a superar seus conflitos, seus bloqueios e suas dificuldades sejam elas relacionais, sociais ou afetivas. Não há limites para o imaginário e qualquer coisa pode ser representada e servir de suporte simbólico ao imaginário. 

O mesmo objeto pode representar pessoas ou situações diversas e uma mesma pessoa ou situação pode ser representada por diversos objetos. Cada objeto tem uma simbologia específica e esses materiais irão dar suporte ao Psicomotricista Relacional para a leitura, decodificação e intervenção adequadas às necessidades de cada educando do grupo.  

Os grupos são formados por faixa etária nos diferentes níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental.





O Jump Fit, aula feita sobre um minitrampolim, chegou a alguns anos e conquistou as academias.

Além de ser uma aula divertida, ela enrijece as pernas e bumbum, combate o estresse, queima muitas calorias (cerca de 500 calorias em 1 hora de atividade) e melhora o condicionamento cardio respiratório.


O Jump Fit pode ser realizado por pessoas de vários níveis de condicionamento (de iniciantes a avançados), basta mudar a intensidade dos exercícios. Você pode levá-lo na sua viagem, no clube, no parque etc...Pois ele não é grande, tem 1 m de diâmetro e 18 cm de altura.

Os alunos permanecem em cima do trampolim por 45 minutos, onde executam uma coreografia com muitos saltos diferentes, movimentos de corrida e outros, numa seqüência muito dinâmica. A aula é segura e o impacto nas articulações e coluna é mínimo (este equipamento amortece cerca de 87% do impacto), o que dificilmente causa lesões.

O sucesso desta aula foi tamanho que, a partir dela, foram criadas novas aulas como o Jump Fit Circuit, onde são incluídos exercícios localizados, alternados aos exercícios de resistência cardio vascular, criando novos estímulos e resultados. São acoplados elásticos aos trampolins, permitindo o trabalho de membros superiores e tronco.

Cuidados a serem tomados:



  • O equipamento deve ser usado por uma pessoa por vez.




  • Use tênis ou sapatilhas.




  • Não pise nas bordas.




  • Coloque o aparelho a 2m de distância de objetos e paredes.




  • Verifique se os pés estão firmes e bem rosqueados.




  • Controle a freqüência cardíaca, que deve estar entre 60% e 80% da F.C. máxima (220 - a sua idade).




  • Faça alongamentos antes e depois dos exercícios.


  • O Jump Fit é contra indicado a mulheres grávidas, instabilidade articular e labirintite não medicada.
    Por:



    http://www.academiaepersonal.com.br/wp-content/uploads/2013/07/avaliacao_epersonal.jpg

    A ergometria e a ergoespirometria, como método de avaliação da capacidade física, contribuem para definir a intensidade do exercício mais adequada à capacidade física do indivíduo e embasar a progressão do exercício ao longo do treinamento.

    A diferença básica da aplicação desses métodos diagnósticos na prescrição de exercício físico está no fornecimento de uma avaliação mais precisa. A ergoespirometria, além de possibilitar a medida direta do consumo de oxigênio de pico, permite a determinação do limiar aeróbio e do ponto de descompensação respiratória, que são extremamente importantes na prescrição do treinamento físico para o corredor.

    No caso da ergometria, o consumo de oxigênio de pico é calculado e não medido, enquanto o limiar aeróbio e o ponto de descompensação respiratória não podem ser determinados. Portanto, a falta de uma avaliação ergoespirométrica não é impeditiva, mas, sem dúvida, restritiva na programação de treinamento físico para os corredores.

    Em geral o exercício físico que comprovadamente promove prevenção e melhora do condicionamento físico são os exercícios aeróbios que envolvem grandes massas musculares, movimentadas de forma cíclica, de baixa a moderada intensidade, realizada com frequência de três a cinco vezes por semana, por um período de tempo mais longo, entre 30-60 minutos.

    A avaliação funcional pela ergoespirometria deve ser o método de escolha. No entanto, isso não impede que a prescrição de treinamento para o corredor seja realizada com o teste de esforço convencional, utilizando-se a medida direta de frequência cardíaca, registrada pelo eletrocardiograma no repouso e no pico do exercício, a partir de cálculos indiretos ou de fórmulas.

    Muitos são os métodos diagnósticos para investigação e estratificação de risco de eventos, sendo a história, o exame físico e o eletrocardiograma responsáveis por praticamente 50% das hipóteses diagnósticas corretas. Todo corredor com mais de 35 anos de idade ou que tenha apresentado algum evento durante o treinamento físico deve ser submetido a investigação de isquemia e problemas cardíacos. O teste ergométrico, a cintilografia miocárdica e, nos casos necessários, a cinecoronariografia devem ser indicados.

    A prevenção é o único tratamento dos eventos durante os treinos. Em muitos casos há sintomas premonitórios como a síncope, palpitações e dor torácica. A história familiar de eventos em jovens corredores e anormalidades clínicas e eltrocardiográficas impõe investigação rigorosa. Com isso, podemos concluir a importância destes exames prévios nos corredores, com o intuito de acidentes nos treinos e competições.


    Professor Newton Nunes - www.areadetreino.com.br
    Professor pelo Instituto do Coração de SP desde 1994. Especialista em Reabilitação Cardiovascular pelo InCor. Mestrado e Doutorado em Educação Física na USP.
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