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Educação Física Professor Rodolfo

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Quando se fala em alongamento, geralmente a primeira imagem que vem à cabeça é de algo relativamente sofrido – especialmente para os homens, que costumam ser menos flexíveis do que as mulheres. E a imagem que vem à mente é aquela que envolve segurar uma parte do corpo por cerca de 30 segundos, ou, no caso dos mais durões, se esticar o máximo que conseguir. Mas, há outras maneiras de alongar. Por isso, o alongamento dinâmico vem ganhando cada vez mais espaço entre os corredores.
Ele usa movimentos específicos para preparar o corpo para as passadas. O objetivo deste aquecimento ativo é aquecer, e não ganhar flexibilidade. Como o alongamento estático tem limites, a flexibilidade forçada diminui a rigidez do músculo, e quanto menos elástico o músculo está, mais energia é necessária para realizar os movimentos, fazendo com que o rendimento caia. Já o alongamento dinâmico traz melhores resultados quando associado a movimentos específicos do esporte, pois dessa forma são utilizados mais grupos musculares, o que potencializa o resultado do alongamento.
Os exercícios
Os cinco exercícios a seguir são boas pedidas para quem corre. O recomendado é fazer três séries de 10 repetições, com somente 10 segundos de descanso entre elas.
1. Pêndulo
Jogue uma das pernas para um lado e para o outro enquanto se equilibra em uma perna só. Se estiver sem equilíbrio, apoie-se com as mãos na parede ou em um cabo de vassoura que deve estar a sua frente.
2. Sentar em pé
Levante uma das pernas e flexione o joelho. Faça o movimento como se fosse sentar em uma cadeira.
3. V invertido
Fique na posição de V invertido com o pé direito atrás do tornozelo esquerdo. Com as pernas esticadas, leve o calcanhar da perna de apoio para baixo e para cima, alongando os músculos da perna.
4. Soldadinho
Mantendo sempre as costas eretas e o joelho esticado, caminhe levantando as pernas retas em direção a sua mão.
5. Avanço
Dê um passo à frente com uma das pernas, flexionando o joelho até que ele forme um ângulo de 90º com relação ao solo. Volte à posição inicial e repita o movimento com a outra perna, alternando-as até completar as 10 repetições.

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O Spinning é uma modalidade de ginástica em grupo que simula um treinamento de ciclismo, com o uso de bicicletas estacionárias, música e frequência cardíaca como ferramentas.

Dentre os benefícios do Spinning, a alta perda calórica é um deles. É possível queimar de 400 a 800 calorias, dependendo das características do praticante (sexo, idade, peso e condição física) e da intensidade da aula. Como é uma atividade intensa, promove a melhora a capacidade cardiovascular, melhoram o tônus das pernas e glúteos e traz diversão, especialmente devido à escolha das músicas.

Embora não seja comum em academias, algumas pessoas utilizam a periodização nos exercícios de Spinning.

Periodização é a programação das aulas. A periodização se divide em Macrociclo que é a visão do treinamento anual. Mesociclo relacionando a mês ou meses e Microciclo que são os treinos de alguns dias ou semana. Por exemplo, há sessões de "montanha", em que os alunos devem fazer bastante força para trabalhar os músculos das pernas; outras que priorizam a perda de gordura; e treinos intervalados, que são feitos para os alunos ganharem fôlego e melhorarem o condicionamento físico.

Veja 5 dicas para uma boa periodização no Spinning:

1. Aumento gradativo do tempo total de atividade em intensidade moderada sem ultrapassar a zona alvo, medida pelos batimentos cardíacos.

2. Treinos Intervalados podem ser usados com aumento gradativo da capacidade aeróbia e numa segunda fase a força.

3. É bom utilizar outras atividades (ginástica localizada ou musculação) dos grupos musculares mais utilizados e os não trabalhados tais como os do tronco e membros superiores.

4. Nas atividades extras, é legal prestar atenção nos grupos musculares que apresentem desequilíbrio de força em relação à lateralidade e os antagonistas. Problemas de joelho, por exemplo, podem ter origem em desequilíbrio de força nos músculos da coxa, vastos medial e lateral. Os posteriores de coxa se estiverem muito encurtados podem não permitir um bom desempenho na pedalada. Os adeptos do pedal ainda podem não se sentirem à vontade se algum dos grupos musculares que protegem a coluna lombar também estiverem fracos.

5. As aulas de alongamento são sempre muito bem vindas principalmente no período básico melhorando a flexibilidade e a capacidade de suportar as possíveis dores musculares tardia.

Se há alunos constantes nessa modalidade, vale a pena investir numa periodização. O ganho de condicionamento é constante e o spinning é uma ótima ferramenta para esse objetivo.

Boa sorte!
 

Começar ou mudar um treinamento é sempre uma decisão difícil porque é uma coisa que pode interferir com a rotina diária, com o humor e com o bem-estar no geral. Contudo, antes de decidir pela mudança e começar um novo plano de treinamento, há que ter em mente algumas regras para evitar que o novo plano de treinos seja um martírio e apenas mais um motivo para fugir a sete pés do exercício físico.

Vamos falar sobre 4 cuidados para evitar que essa mudança seja ruim:

1 – Começar devagar. Quando se está algum tempo sem treinar ou se adquire uma nova rotina de exercícios, começar devagar é o melhor conselho que se pode ter em conta. Além de ajudar a prevenir lesões, seguir o plano de treino pausadamente e sem exageros ajuda a ainda a evitar uma condição chamada dor muscular tardia, aquela sensação de tensão e dor que acontece dois dias depois de treinar. O risco de inflamação é ainda menor quando se começa devagar, ou seja, quando se treina apenas duas ou três vezes por semana no primeiro mês do novo plano de treino e respeitando sempre as indicações primeiramente dadas pelo instrutor.

2 – Não tentar compensar o tempo perdido. Embora seja tentação para muita gente tentar compensar a falta de um treino dobrando outro,  não é o ideal a se fazer. Cuidado com as lesões que podem aparecer e atarapalhar o andamento no novo treinamento.

3 – Não fazer exames e análises antes de começar a treinar. Quem parou os treinos apenas para ir de férias, não tem que se preocupar com o coração (a não ser que tenha um histórico de complicações), mas as pessoas que começam agora a apostar na atividade física não podem, de todo, ignorar o estado deste órgão. Fazer alguns exames de rotina antes de iniciar o plano de treinos é uma forma de prevenir males maiores.

4 – Zelar pelo sistema imunitário. Enquanto o treino moderado é aliado do sistema imunitário, deixando-o forte e capaz de lutar contra agressões externas, o treino em excesso ou que exija um grande esforço físico pode ter um efeito contrário, reduzindo o número de células brancas, o que deixa o sangue enfraquecido.

Os cuidados devem ser observados para o inicio de um novo treinamento não seja um pesadelo.

Até a próxima!

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Esportistas, corredores e fanáticos por academias são capazes de treinar de cinco a seis vezes por semana. Todos correm o risco de sofrer de fadiga esportiva, também conhecida como overtraining, um mal que compromete o desempenho e reduz a capacidade de recuperação do organismo após o treino.

Qualquer pessoa que treina em excesso corre o risco de desenvolver essa síndrome, que provoca alterações fisiológicas como: dores musculares, cansaço constante, fraqueza, alterações no ritmo cardiorrespiratório, falta de coordenação e o desejo de abandonar o exercício. Quando a síndrome se torna crônica, também podem ocorrer sintomas psicológicos como irritabilidade, alterações no sono, perda de peso, queda súbita de rendimento, falta de concentração e atenção.

Como detectar a fadiga esportiva?

Os sintomas da fadiga esportiva variam de pessoa para pessoa. O excesso de exercícios, aliado à falta de descanso e à má alimentação, geram uma série de carências e alterações que podem se manifestar das seguintes formas:

– Cansaço excessivo, falta de interesse nas tarefas cotidianas e falta de pique para treinar.

– Redução do rendimento esportivo e recuperação lenta depois do treino.

– Lesões, dores musculares e articulares.

– Aumento da frequência cardíaca em estado de repouso e do nível de lactato.

– Dificuldade para dormir, relaxar e se concentrar. Instabilidade emocional.

– Náuseas, mal-estar estomacal, perda de apetite e de peso.

– Predisposição a infecções, sobretudo respiratórias.

Dicas para evitar o overtraining

A fadiga esportiva não surge do dia para a noite, mas é um processo que pode levar semanas e até meses para se desenvolver. Confira algumas dicas para evitá-la.

– Ter um sono repousante é fundamental: dormir menos de oito horas por dia pode comprometer o desempenho. O descanso adequado garante melhores resultados para o atleta. O ideal é treinar dois dias seguidos e interromper o treinamento no terceiro dia para que o organismo se recupere. Da mesma forma, a cada três meses de treinamento, é aconselhável parar uma semana inteira para descansar.

– Fique atento à alimentação e à hidratação: Uma alimentação deficiente reduz o rendimento quase de imediato. Uma dieta equilibrada deve conter fibras, proteínas, carboidratos e gorduras. Já uma alimentação rígida demais, com pouca ingestão de carboidratos, afeta diretamente o desempenho durante os treinos. A hidratação constante também é essencial para manter o corpo saudável e ativo. Beba bastante água durante o treino e também ao longo do dia.

– Controle a frequência do treinamento: Ajustar a frequência com suas possibilidades físicas e se submeter a um treinamento específico para o esporte que você pratica são as melhores estratégias para aumentar a resistência e não sofrer de fadiga esportiva.

Outros aliados são os métodos de relaxamento e respiração, os exercícios de aquecimento e alongamento, e técnicas como hidroterapia, termoterapia e massagens.

A matéria foi originalmente publicada em Discovery Brasil.
http://beneficiosnaturais.com.br/wp-content/uploads/2015/01/shakes-caseiros-para-quem-quer-emagrecer.jpg

Os Shakes têm vários benefícios para quem procura aumentar a massa muscular:

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 - Podem ser usados por esportistas e/ou atletas de qualquer idade, sexo, peso ou tipo de treinamento;

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http://www.monografias.com/trabajos89/efectividad-ataque-remate-juego-voleibol/image018.jpg

O voleibol é composto de movimentos combinados, com máxima intensidade seguidos de intervalos de repouso. É um esporte coletivo jogado por duas equipes num terreno dividido ao meio por uma rede. O objetivo principal do jogo consiste em enviar regularmente a bola por cima da rede, de forma a tocar o campo contrário e impedir, por outro lado, que ela toque o chão do seu próprio campo. A jogada desenvolve-se até que a bola toque o chão, seja enviada para fora ou uma das equipes não consiga devolver corretamente e, em cada jogada é ganho um ponto sagrando-se vencedora a equipe que obtiver o maior número de pontos.

No voleibol, o bloqueio, o salto vertical, o passe e a cortada são movimentos imprescindíveis, que podem determinar a vitória ou a derrota da equipe, dependendo do seu nível de treinamento e performance.  Atendendo as características dinâmicas e explosivas da grande maioria das ações técnicas do jogador de voleibol,  a otimização da força muscular e potência dos membros inferiores permite ao atleta o aumento da sua capacidade de realização do salto vertical. E, um dos métodos mais amplamente utilizados para o desenvolvimento do salto é o treinamento de pliometría.

O treinamento pliométrico é fundamental para a performance no salto vertical e está baseado no Ciclo de Alongamento e Encurtamento (CAE), o qual é um mecanismo fisiológico que tem como função aumentar a eficiência mecânica do movimento.

O ciclo de alongamento-encurtamento está baseado no acúmulo de energia potencial elásticas durante as ações musculares excêntricas, a qual é liberada na fase concêntrica subsequente sob forma de energia cinética, ele diz que quando há passagem da fase excêntrica para a concêntrica de forma rápida os músculos podem utilizar a energia elástica armazenada na fase excêntrica para geração de força com um menor custo metabólico.  O propósito dos exercícios de ciclo alongar-encurtar ou de contra movimento é melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular e armazenar energia elástica durante o pré-alongamento, para que esta seja utilizada durante a fase concêntrica do movimento.

A pliometria é baseada na combinação dos reflexos de estiramento muscular e nas propriedades mecânicas e, principalmente, elásticas do sistema músculo-tendíneo.

Fisiologicamente, quando o alongamento excessivo e violento torna-se possível, os receptores de alongamento criam impulsos nervosos proprioceptivos para serem enviados à medula espinhal e, por meio de uma ação reflexa, eles são recebidos novamente nos receptores.

A pliometria vem sendo muito difundida no meio esportivo. Para isto são utilizados saltos partindo de uma plataforma elevada para o chão, seguidos por saltos para uma próxima plataforma, com o objetivo de fazer com que a velocidade do centro de gravidade corporal no momento do contato com o solo aumente, pela ação da força da gravidade na quantidade de energia cinética do corpo durante a queda. Isso faz com que a fase excêntrica seja maior e gerada rapidamente para amortecer o impacto e consequentemente produzir uma facilitação neural para que a fase concêntrica também seja gerada da mesma forma, assim como aumentando a eficiência por retorno da energia pela utilização do ciclo de alongamento-encurtamento.

Por ser um método de treinamento composto por exercícios de natureza simples, uma vez que muitos destes podem ser considerados como uma evolução dos movimentos mais comuns que preenchem o cotidiano da maioria das pessoas podendo, inclusive, serem praticados em qualquer ambiente.

De igual maneira, agregam-se os métodos e técnicas de avaliação do salto vertical, considerando os que foram expostos neste trabalho, tendo em vista não ser necessários, para tais fins, recursos que fogem a capacidade de acesso de qualquer avaliador.

É importante ressaltar que os exercícios pliométricos são contra-indicados para pessoas que se encontram nos períodos pós-operatórios imediatos, presença de inflamação aguda, dor, edema ou derrame articular

É uma excelente opção para treinadores que querem desenvolver o salto vertical no Voleibol.

Com ajuda daqui
http://fme.timbo.sc.gov.br/noticias/1660.jpg

A periodização do treinamento pode ser entendida como uma forma de organizar o tempo disponível para atingir um determinado objetivo. A partir dessa organização os objetivos traçados deverão ser alcançados, caso o planejamento tenha sido feito de maneira correta. Para isso os treinos são divididos em fases ou períodos, para que se possa ter um maior controle dos treinamentos.

    Desta forma, mostraremos a seguir, nosso sujeito, quais seus objetivos e como faremos para atingi-los.

Sujeitos

    Dez jogadores de basquete amador com idades entre 20 e 30 anos que jogam na categoria adulto. Irão participar de um campeonato amador de basquete que terá início em abril, perdurando até agosto. O campeonato terá jogos todas as semanas, somente no domingo.

    Os atletas amadores em questão se mantiveram treinando durante o período de férias nas seguintes atividades: duas corridas semanais de 45 minutos, treinos de musculação duas vezes por semana e jogavam basquete uma vez por semana aos domingos.

Treinamento

    Podemos entender o treinamento como o aprimoramento em uma determinada área. Nesse caso o treinamento esportivo seria o aperfeiçoamento do preparo físico, técnico tático, intelectual, psíquico e moral do atleta através de exercícios físicos (WEINECK, 2003).

    Segundo Platonov (2008, p. 507), para a preparação física de desportistas é importante destacar alguns elementos estruturais, como:

a preparação plurianual, como conjunto de etapas relativamente independentes e, ao mesmo tempo, inter-relacionadas;
  • os ciclos médios (mesociclos);
  • os ciclos pequenos (microciclos)
  • as sessões do treinamento.
    No treinamento a parte mais abrangente é denominada macrociclo, composta por meses, que consiste em uma etapa completa de treinamento. Dentro do macrociclo aparecem os mesociclos que são uma etapa relativamente completa do processo de treinamento. Através deles se tem um melhor controle do programa de treinamento, pois a sua utilização "permite sistematizar a preparação de acordo com a tarefa principal do período" (PLATONOV, 2008, p. 592). Os mesociclos mais conhecidos são os de quatro semanas. Por sua vez, os microciclos tem a duração de alguns dias, geralmente uma semana, e são neles que são realizadas atividades específicas de cada fase de treinamento. Já a sessão de treino nada mais é do que um dia de treinamento.

    Tendo ciência da nomenclatura utilizada na definição da periodização do treinamento, ressaltamos que nossa equipe irá iniciar a preparação conosco um mês antes do início do campeonato (março). Nessa fase inicial iremos avaliar os indivíduos, para que possamos ver em que nível de treinamento eles se encontram e o que deve ser dado maior ênfase nos treinamentos.

    Para Weineck (2003), os ciclos de treinamento devem ser divididos em: preparatório, período de competições e período de transição. Haddad e Daniel (2005) ressaltam que na fase de preparação deve ser priorizado o desenvolvimento atlético, partindo do simples para o complexo e aumentando o volume e intensidade gradativamente. Boa parte desse tempo deve ser destinada para a preparação muscular, inicialmente com exercícios básicos e de grandes grupos musculares. A relação entre volume e intensidade se inverte na fase final de preparação, quando a intensidade ganha predominância, nessa fase é levada em consideração trabalhos mais complexos e específicos da modalidade, como o desenvolvimento de gestos. Na fase final, há a predominância do trabalho técnico sobre o físico. Já na fase de competição, o treinamento é prioritariamente para a manutenção dos ganhos previamente adquiridos, no qual o trabalho tático prevalece sobre o físico e técnico.

Leia mais aqui
http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2015/7/541570/size_810_16_9_jogador-de-futebol-dribla-adversarios.jpg

O futebol é uma das modalidades esportivas que apresenta a maior dificuldade para a sua caracterização com relação ao esforço físico requerido. Em provas como 100 metros rasos do atletismo ou a maratona é fácil definir, são esportes com predominância anaeróbica e aeróbica, respectivamente. Mas o futebol apresenta características particulares em cada movimento.

Para o jogador de futebol, a força explosiva de membros inferiores bastante desenvolvida lhe confere grandes vantagens, desde o fato de saltar mais alto que seu oponente até executar deslocamentos com grande aceleração, parar e recomeçar a corrida rapidamente e executar mudanças de direção instantâneas. Além disso, a força explosiva é importante nos movimentos específicos do desporto, como os sprints, saltos, chutes e cabeceios.

A força explosiva dos membros inferiores é associada significativamente aos saltos verticais e ao desempenho nos tiros em velocidade. Diversas ações do jogo de futebol exigem bastante força explosiva, como nos tiros de curta duração, além dos momentos de aceleração e desaceleração de forma brusca, quando são requeridos elevados níveis desta valência física para modificar a inércia da massa corporal do jogador.

Então estar bem treinado nessa valência física é muito importante para um bom desempenho físico do jogador de futebol.
Enquanto os tenistas jogam dia sim dia também e são exaltados como fortalezas físicas, os jogadores de futebol carregam a pecha de serem preguiçosos. Tudo porque não podem jogar nem a cada 48 horas. Mas existe uma explicação. Especialistas justificam que o esporte necessita de um período de recuperação maior que a maioria das modalidades.

O desgaste físico obedece a relação intensidade, duração dos jogos e esforço muscular. Confira abaixo as peculiaridades de que diferenciam outras modalidades do futebol. A tabela média de recuperação em cada esporte.

Futebol (72 horas) 

 
O futebol se diferencia dos demais por exigir deslocamentos contínuos que somam até 12 quilômetros por partida, num campo de grandes dimensões (cerca de 100 metros de comprimento) e com apenas uma pausa (intervalo de 15 minutos). As corridas em alta velocidade (chamadas de tiros) também contribuem por serem desgastantes.

Nestas condições o corpo usa 80% de açúcar, que resulta em muito mais ácido lático, e 20% de gordura. Em repouso os percentuais se invertem. Por este motivo a hidratação e reposição de nutrientes é importante, mas impossível em tempo corridos de 45 minutos. Sem contar que o esporte é praticado a céu aberto e não num ginásio. Chuva, calor ou frio extremo prejudicam ainda mais os esportistas. Por isso, a Fifa determina 72 duas horas de intervalo entre as partidas.

Tênis (24 horas)  

 
Em torneios comuns os tenistas jogam até cinco partidas em dias seguidos. Parece uma tarefa hercúlea. Mas os especialistas lembram que há muitas interrupções e tempo total de atividade é muito inferior a duração do jogo. Os pontos podem até ser intensos, mas duram segundos e os deslocamentos são pequenos. Numa partida de três sets um atleta corre menos de dois quilômetros. Claro que quando Rafael Nadal e Novak Djokovic duelaram por quase seis horas no Aberto da Austrália de 2012 ambos saíram destruídos de quadra, mas no tênis estes dias são exceções, não regra.

Handebol/futsal (24h a 36h)

 
 As duas modalidades são parecidas por ocorrerem muitas substituições, o que alivia o desgaste. Além disso, os técnicos têm direito a pedidos de tempo. Nas duas situações a hidratação e reposição de nutrientes são possíveis. As dimensões da quadra também colaboram para preservação física dos jogadores. O regulamento de ambos os esportes determinada 40 metros de comprimento por 20 metros de largura, o que evita os desgastantes tiros de velocidade.

Vôlei (24h a 36h) _ 
 
 
O vôlei é uma modalidade que exige bastante dos praticantes por uma especificidade: os saltos. Qualquer movimento para tirar o corpo do contato com o solo exige explosão e absorção do impacto na aterrissagem. Cabe ressalta que os atletas de vôlei tem muita impulsão. Mas no geral o esporte não é tão desgastante quanto o futebol por não ter deslocamentos, ter bastante tempo de recuperação entre os pontos e permitir substituições constantes. Repor os estoques de água e sais minerais não é problema. Cada set tem dois tempos técnicos, fora as pausas pedidas pelos treinadores.

Basquete (24h a 36h) 
 
 
A modalidade tem elementos semelhantes aos três esportes de quadra citados acima. Como o vôlei, há o desgaste provocado por saltos e aterrissagens. Mas as substituições são ainda mais comuns do que no handebol e futsal, os deslocamentos mais curtos e interrupções comuns. A quadra é ainda menor: 26mx14m. Esta combinação faz o jogador de basquete precisar de no máximo um dia e meio para recuperar-se.

Corridas longas (24h até 10 dias) 
 
 
As provas de velocidade não são problema, tanto que a semifinal e final olímpica são realizadas no mesmo dia. A relação esforço, intensidade e duração faz o desgaste aumentar conforme a distância passa de 1,5 mil metros. O ápice do desgaste é a maratona, uma devastação para o corpo, de acordo com o fisiologista Paulo Zogaib. Se não houve hidratação e reposição de nutriente de forma adequada o atleta fica até 10 dias em recuperação.

Natação (24h até 10 dias)
 
 
No quesito físico dos atletas é como se a modalidade fosse uma corrida praticada na água. As características são semelhantes e é comum um nadador competir em mais de uma prova. Tanto que Michael Phelps conquistou oito medalhas de ouro nas Olimpíadas de Pequim, recorde no esporte. Outro aspecto que lembra as corridas é um evento similar a maratona em esforço: as travessias como do Canal da Mancha podem deixar um atleta até 10 dias no estaleiro.

Com ajuda daqui

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Não há um treinador físico que não utilize a pliometria com seus alunos para melhorar valências físicas como força explosiva.

O termo treinamento pliométrico busca descrever exercícios que têm como objetivos utilizar e valorizar o ciclo alongamento-encurtamento (CAE), visando maximizar a produção de força ou melhorar a performance esportiva. Este método de treinamento físico é utilizado especialmente para o desenvolvimento da força explosiva em diversas modalidades esportivas que envolvem os membros inferiores.

No treinamento pliométrico, exercitam-se saltos de todos os tipos e em diversas combinações possíveis, podendo ser realizado saltos sobre caixa ou com obstáculos, sobre uma perna ou sobre duas pernas, em alturas e em distância, saltos em corridas, para frente, para traz, laterais, e outros. Os exercícios podem ser executados com diversos ângulos de flexão do joelho, 30°, 90°, 150°, etc., tendo sua eficácia diminuída ou aumentada, uma vez que músculos diferentes são usados em diferentes ângulos. A variação de cargas empregadas nos exercícios é uma valiosa ajuda para o aumento da força explosiva

Dentre as vantagens do treinamento pliométrico, podemos citar:

- Melhoria da coordenação intramuscular

- Ganho rápido de força em função da alta intensidade de carga (sem aumento da massa muscular ou peso);

- Considerável aumento de força em atletas já treinados em força rápida, sendo possível adequar o treinamento a qualquer nível ou idade através do aumento gradual dos estímulos.

Embora seja um método muito bom, também há suas desvatagens, como:

- Alta carga psicofísica;

- Risco de lesões, pela má execução dos exercícios.

Em atletas com um nível de força intramuscular elevado, o aumento de força é menor, e a execução errada dos exercícios pode prejudicar a eficácia do treinamento. Assim, a pliometria não é recomendada para crianças e iniciantes
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