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Educação Física Professor Rodolfo



O joelho é a maior e uma das mais importantes articulações do corpo. Nela convergem ossos, cartilagens, meniscos, ligamentos, músculos, tendões e cápsulas articulares. A integração desses vários elementos faz desta articulação uma estrutura muito complexa e de grande mobilidade. Por tudo isso, além de suportar o peso quase total do corpo e estar exposta a todo tipo de traumatismos, acidentes e doenças, o joelho sofre lesões com muita frequência. É muito difícil encontrar-se alguém de idade avançada que em algum momento da vida não tenha tido problemas com os joelhos.
Devido ao uso frequente, desgaste e risco de quedas ou acidentes associados com as atividades esportivas, os atletas são muitas vezes suscetíveis a lesões ortopédicas (como fraturas, lesões musculares, tendinosas e ligamentares) e precisam se recuperar logo para retornar à sua prática.

Atividades distintas colocam áreas diferentes do corpo em maior risco de danos ou lesões, por isso é importante tomar as precauções necessárias para se proteger durante a prática de esportes. O tratamento para estas condições pode envolver cirurgia, imobilizações, fisioterapia e repouso. Dentre as cirurgias, a artroscopia pode entrar como método de diagnóstico ou de tratamento.
A artroscopia do joelho possibilita um diagnóstico mais preciso do que está ocorrendo no interior da articulação e permite certas intervenções terapêuticas.
Porém, antes de sugerir uma artroscopia o médico terá feito uma história clínica e exame físico detido e pedido radiografias ou ressonância magnética para avaliar os ossos e demais estruturas do joelho. Com a artroscopia ele pode realizar alguns procedimentos terapêuticos como remoção, reconstrução ou reparo de meniscos ou ligamentos, remoção de fragmentos ósseos ou de cartilagem soltos no interior de uma articulação ou de tecido sinovial inflamado, etc.
A artroscopia do joelho é um procedimento cirúrgico minimamente invasivo, utilizado para diagnosticar e/ou tratar doenças dessa articulação. Ela permite ao médico ver o interior da articulação e os seus vários elementos.

Para evitar que lesões esportivas ocorram, é importante que os atletas cuidem de si mesmos antes, durante e depois da atividade física. Isso ajuda a garantir a saúde atlética a longo prazo.

É importante ter cuidado na prevenção de lesões nos joelhos e cuidados adequados ao primeiro sinal de uma lesão esportiva, porque o uso continuado e atividade pode levar a ainda mais danos. Mesmo que o aluno queira retornar à atividade física o mais rápido possível e se tenha uma ampla gama de opções de tratamento para curar a lesão e protegê-lo de futuras, é preciso prestar atenção na prevenção e no cuidado imediato.
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A panturrilha (ou tríceps sural) é um dos principais músculos propulsores e amortecedores do corpo durante a corrida. Por conta disso, é o tempo todo solicitada. O grupo muscular referido como panturrilha inclui diversos músculos, embora a maioria foque em apenas dois: o gastrocnêmio e o sóleo. A função principal destes músculos é atuar como flexores plantares, embora o gastrocnêmio também possua uma pequena atividade como flexor de joelhos.

O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que poderia levar a um dano permanente.

Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da panturrilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para que isto aconteça. Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.

• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada.

• Possuir total força da perna lesionada em comparação a não lesionada.

• Correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar.

• Correr em linha reta, a toda velocidade sem mancar.

• Fazer viradas bruscas a 45º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 18 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Fazer viradas bruscas a 90º, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente a toda velocidade.

• Correr, desenhando no chão um 8 de 9 metros, inicialmente a meia velocidade e, posteriormente, a toda velocidade.

• Pular com ambas as pernas e somente com o lado lesionado sem sentir dor.

Está no meio do treino e sentiu sua panturrilha pesar? Ou então acabou de dar aquela corrida e parece que sua panturrilha está dura como uma pedra ou dolorida? Não insista. Dê um repouso a essa região do corpo porque uma lesão vai te deixar fora da prática da corrida,

Até a próxima!



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O step conquistou milhões de praticantes nos cinco continentes, fascinados pela simplicidade e eficiência que caracterizam a modalidade, e hoje, dez anos depois, é sem dúvidas a atividade coletiva mais praticada no planeta, e seus benefícios quanto ao condicionamento cardiovascular são mais do que comprovados.

Com a evolução das coreografias, foram incluídos na prática muitos giros, pivots, nas coreografias, e infelizmente algumas vezes, sem nenhum critério prévio.

Além desses movimentos exigirem uma técnica apurada de execução, os mesmos ainda induzem os joelhos à rotação. Não poderemos esquecer, que esta articulação foi naturalmente dimensionada para os movimentos de flexão e extensão, além da pequena rotação interna e externa somente quando em 90 graus.

Outro fator importante de segurança no step, relaciona-se ao uso de plataformas muito altas. Quando o ângulo formado entre perna e coxa ultrapassa os 90 graus, observa-se como consequência o que tecnicamente denominamos de "gaveta", e que sem dúvidas representa o principal mecanismo de lesões do ligamento cruzado anterior.

Quando o Step é praticado corretamente poderá trazer uma série de benefícios ao praticante, inclusive aumentando a força dos músculos dos membros inferiores, e também a estabilidade das articulações deste mesmo segmento. O que ocorre, é que a médio / longo prazo, o emprego de técnicas inadequadas de stepping ( subida e descida ), poderão sim, proporcionar sérios danos aos que praticam a modalidade com maior regularidade.

O mais importante, é que ninguém deixe de frequentar as aulas de step, mas que todos saibam escolher bons professores.

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Quem nunca torceu o pé praticando a corria que atire a primeira pedra. Lesão "corriqueira" para praticantes de corrida, é preciso tomar cuidado com as entroses principalmente se elas se repetem.  Há de se tomar cuidado com lesões de tendões (estiramento e rupturas) e cartilagem (estrutura que recobre a face articular dos ossos).

O tipo de lesão mais comum (em torno de 85%) é a inversão do pé, ocorrendo um deslocamento brusco entre os ossos que compõem a articulação. E há vários graus; A grau 1 ou leve, quando ocorre o estiramento ligamentar; grau 2 ou moderada, lesão ligamentar parcial e a grau 3 ou grave, lesão ligamentar total", detalha.

É importante lembrar que o tipo da pisada é importante, pois pode determinar seus riscos. Pessoas com pisadas hipersupinadas e retropé varo (aquele calcanhar torto, com sobrecargas na borda de fora) favorecem o entorse e inversão, que é o tipo mais comum de entorse.

Uma vez sofrida a lesão, é indicado o repouso por três dias para quem sofrer a lesão. Aplicação de gelo e uso de antiinflamatórios promovem a diminuição da dor e do edema. Se a suspeita for de fratura, radiografias devem ser feitas.

A primeira medida a ser tomada é elevar o pé e colocar gelo na região durante vinte minutos. Este procedimento diminuirá a dor e controlará o inchaço. Um médico deve ser consultado para o diagnóstico preciso da lesão e orientação do tratamento. Em alguns casos, há ruptura dos ligamentos laterais do tornozelo, mas, na maior parte das vezes, o tratamento não é cirúrgico.

O fortalecimento da musculatura do tornozelo é muito importante após o período de repouso necessário para a recuperação das lesões. Sem essa medida, o tornozelo fica instável, o que aumenta o risco de novas entorses e de tendinite nos músculos.

Exercícios para a melhora do equilíbrio também são importantes, pois a propriocepção - percepção do próprio corpo, incluindo a consciência do movimento dos membros e das mudanças no equilíbrio - do tornozelo fica comprometida após esse tipo de lesão. O retorno à prática de atividades físicas deve ser progressivo, mas, com os cuidados adequados, o tornozelo estará seguro e preparado para a volta aos treinos.
Normalmente, o CrossFit é praticado indoor, mas, às vezes, pode ser feito do lado de fora também

A prática do CrossFit é uma verdadeira febre atualmente. O esporte intenso que mistura muitas modalidades, no entanto, pode causar lesões naqueles alunos mais indisciplinados que não se atentam às orientações do educador físico ou que resolvem praticar a modalidade sem a supervisão de um profissional. Um estudo americano, publicado na revista científica "The Orthopaedic Journal of Sports Medicine', aponta que cerca de 20% das pessoas que praticam o CrossFit acabam lesionadas.

O acompanhamento de um especialista em educação física é essencial para a prática do esporte. O profissional passa por treinamentos, cursos e seminários para se habilitar na prática, cobrados pela matriz, que é nos Estados Unidos.

As principais lesões acontecem no ombro, na coluna e nos joelhos.

A prática exige que se alavanque os pesos para cima, em movimentos chamados de lifting. Esse esforço no ombro acarreta um estresse nas articulações e um impacto maior do que a musculação. Se feito de maneira incorreta, pode causar uma lesão. E esse tipo de lesão gera dor: tendinites, lesões articulares e musculares, principalmente.

Na coluna, os movimentos de pegar peso e torção são os que mais geram problemas. Pode acontecer dores musculares na região da coluna, hérnias de disco e outros problemas. Em uma minoria, é necessário fazer cirurgia.

Claro que isso não é motivo para desaconselhar a prática do CrossFit, apenas recomenda que seja feita com acompanhamento de um profissional qualificado.

O  CrossFit, por ser uma atividade em grupo, motiva os participantes, mas ela pode causar mais lesões por causa da rapidez e da falta de atenção na postura.

Para tratar as lesões, é necessário repouso, interrupção do esforço ou movimento repetitivo e da carga excessiva. O tratamento varia de acordo com cada lesionado. Além disso, o médico pode indicar gelo, fisioterapia que usará tratamento com calor, analgésicos simples ou tópicos.

Recuperada a lesão, a pessoa pode voltar a praticar o esporte, mas sempre com atenção e cuidado.

Entenda a modalidade

Popular nos Estados Unidos e pipocando pelo Brasil afora, o CrossFit é uma modalidade que envolve várias práticas esportivas. O treino dura uma hora e, dependendo da intensidade, pode queimar até 1500 calorias. No nível intermediário, no entanto, a quantidade calórica despendida gira em torno de 800 calorias.

Não há dúvida que é um exercício que mexe com quase todos os músculos do corpo humano, então a quantidade de calorias exigidas para isso é muito alta", diz.

O CrossFit privilegia o condicionamento físico em geral. Trabalha a resistência muscular, hipertrofia, equilíbrio, coordenação motora, resistência aeróbica, anaeróbica, força e flexibilidade. Quanto mais experiente fica o praticante, maior a intensidade.

No entanto,  há alguns pré-requisitos dentro da modalidade. Enquanto o aluno não apresentar uma consistência técnica, não vou autorizá-lo a colocar peso em uma barra ou equipamento.

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