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Educação Física Professor Rodolfo

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Treinadores, além de se preocuparem com o que vão ensinar, devem também se preocupar com o que os atletas irão aprender. Mais que a elaboração de treinos mirabolantes baseados em exercícios educativos modernos, devemos nos esmerar para fornecer aos aprendizes atividades que facilitem a aprendizagem. A justificativa para a redação deste texto é que a área da Aprendizagem Motora (AM) existe há mais de um século e, portanto, nada mais recomendável que se faça uma apropriação desse conhecimento secular, aplicando-o ao Basquetebol (B). Os conhecimentos acerca dos mecanismos de execução do movimento e sobre o processo pelo qual esse movimento é aperfeiçoado, resultando na aquisição de Habilidade Motora (HM), são informações específicas importantes para quem é responsável pelo processo de ensino-aprendizagem (treinador), bem como para quem é o foco desse processo (atleta).
HM pode ter dois significados, gesto técnico e grau de proficiência. Nos últimos campeonatos internacionais – Mundial de Basquetebol Masculino da Turquia (2010) e Jogos Olímpicos de Londres (2012) – vários jogadores excepcionais destacaram-se, mas certamente um dos que causa maior é o argentino Luis Scola (jogador da NBA), por seus arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos e marcação eficiente. De fato, ele desempenhou os fundamentos do Basquetebol (HM com significado de gesto técnico) com ações complexas e intencionais que envolveram mecanismos sensoriais, decisórios e efetores que, mediante o processo de aprendizagem, tornaram-se organizadas e coordenadas de tal forma a alcançar objetivos motores predeterminados com máxima certeza e mínimo gasto de energia (HM com significado de grau de proficiência). Quando nos referimos ao gesto técnico executado, estamos usando a expressão HM com sentido de padrão de movimento utilizado, ou seja, estamos nomeando os fundamentos; no nosso exemplo, arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos, marcação eficiente. Entretanto, quando nos referimos ao nível de execução, estamos usando a expressão HM com sentido de o quão bem a meta é alcançada; no nosso exemplo, arremessos precisos, rebotes seguros, passes perfeitos, marcação eficiente.
Tomando a expressão HM como gesto técnico, um critério de classificação merece ser destacado: a instabilidade do ambiente. No jogo de Basquetebol, as ações do jogo são executadas em um ambiente instável, dinâmico, que muda constantemente. Por isso, é preciso que jogadores de Basquetebol tenham boa capacidade de adaptação nas HMs específicas para ter sucesso. Por exemplo, é difícil prever o momento e o local de um arremesso ou quando e onde a bola irá depois de bater no aro. Além disso, há variação do número de marcadores de acordo com a situação do jogo, assim como existe a pressão de tempo para efetuar a última ação de ataque. Todavia, a única exceção a essa instabilidade ambiental no jogo é o arremesso de lance livre, em que o ambiente pode ser considerado estável, pois não há marcação e o local de execução do arremesso é sempre o mesmo. Esse princípio de instabilidade ambiental pode servir de base para a organização da prática dos fundamentos do Basquetebol.
Há uma vasta quantidade de pesquisas que estabelecem diretrizes para facilitar a aprendizagem de HMs. Com fundamentação nessas pesquisas, a seguir são apresentadas 18 diretrizes que podem ser aplicadas às sessões de treino/aula de Basquetebol.
O primeiro grupo de fatores que será abordado é a informação que o aprendiz recebe durante o processo, podendo ser prescritiva (antes ou durante a execução) e/ou descritiva (durante ou após a execução). O segundo grupo é relativo à organização da prática.
Em relação à informação prescritiva, as pesquisas em AM sugerem:
1) Estabelecer metas de desempenho ao longo do processo. Exemplo: definir o número de arremessos convertidos em uma série de execuções é uma estratégia motivadora de ensino-aprendizagem.
2) Trabalhar com metas atingíveis, realistas, desafiadoras e específicas. Exemplo: considerando a fase de AM do aprendiz, definir com dificuldade progressiva o número de arremessos que devem ser convertidos em uma série, de modo a motivá-lo para uma prática cada vez mais eficaz.
3) Propor metas específicas de curto prazo associadas a metas de longo prazo. Exemplo: definir o número de arremessos a serem convertidos na série de execuções atual e nas séries subseqüentes (semana e mês seguinte).
4) Espaçar as instruções verbais durante as primeiras tentativas de prática. Exemplo: nos primeiros treinos, ora fornecer, ora não fornecer instrução verbal sobre como um lance livre deve ser executado.
5) Respeitar a fase de AM do aprendiz para decidir sobre qual ponto da HM será fornecida a instrução verbal. Exemplo: em virtude da capacidade limitada de processamento de informação do ser humano, é preferível fornecer informação elementar sobre apenas um aspecto da HM para iniciantes no B. Exemplo: no drible, enfatizar o fato de se driblar sem olhar para a bola.
6) Fornecer instrução verbal em forma de dicas com linguagem objetiva, simples, clara e direta. Exemplo: no drible, fornecer dicas do tipo "não olhar a bola", "proteger a bola com a perna oposta à mão do drible" são mais fáceis de captar porque a instrução é limitada a um ou dois pontos importantes da HM.
7) Utilizar demonstração preferencialmente nas tentativas iniciais. Exemplo: para obtenção de uma imagem mental do fundamento, nos primeiros treinos, pessoalmente o professor ou técnico deve executar com freqüência os fundamentos mais complexos do B (jump ou bandeja). A demonstração não deve ser feita por um dos aprendizes para não expô-lo a possíveis erros perante o grupo. O uso de modelos reais, através de vídeos também pode ser uma estratégia interessante.
8) Demonstrar fazendo o aprendiz prestar atenção no ponto crucial da execução. Exemplo: assim como na instrução verbal, enfatizar ao aprendiz para que preste atenção em um ponto específico da demonstração (a posição dos pés em uma parada brusca que antecede um arremesso).
9) Conjugar simultaneamente demonstração à instrução verbal para aprendizes em fases intermediárias e avançadas de desenvolvimento e AM. Exemplo: demonstrar a bandeja fornecendo instrução verbal simultânea para adolescentes e adultos e para aprendizes que não estejam em fases iniciais de aprendizagem. Crianças e iniciantes podem ser sobrecarregadas com informação simultânea.
10) Manter o foco de atenção do aprendiz para fontes externas ao corpo. Quando o foco de atenção é dirigido para o corpo do aprendiz, há interferência prejudicial nos processos de controle motor. Exemplo: na execução da bandeja, pedir para o aprendiz prestar a atenção na cesta ou na bola, e não no próprio punho ou dedos.
No que tange à informação descritiva, as pesquisas em AM sugerem:
11) Fornecer feedback externo várias vezes, mas sem massacrar o aprendiz com informação a todo momento. Isso evitará que o aprendiz fique dependente do feedback do treinador. Exemplo: numa série de passes diversificados, depois de alguns passes mal executados fique calado para que o aprendiz tenha chance de desenvolver autonomia.
12) Estimular o aprendiz a detectar o erro por si próprio e a corrigir-se a si próprio. Exemplo: Depois de um passe executado sem sucesso, perguntar ao aprendiz o que ele fez de errado e qual seria a melhor forma de corrigir o erro; isso favorecerá o uso efetivo do feedback interno.
13) Oferecer feedback externo após as boas tentativas. Exemplo: depois de bandejas bem sucedidos, reforçar positivamente o que ocorreu, contribuindo para a motivação do aprendiz.
Quanto à organização da prática, as pesquisas em AM sugerem:
14) Preferir mais treinos curtos a menos treinos longos. A consolidação na memória das informações motoras adquiridas é favorecida com o espaçamento das sessões de prática. Exemplo: os treinos de B devem ser distribuídos em várias sessões semanais; concentrar um número reduzido de treinos longos em poucos dias prejudica a AM dos fundamentos.
15) Evitar a prática de um fundamento novo em estado de fadiga extrema. Exemplo: ao final de um treino técnico-tático exaustivo ou depois de uma série desgastante de repetições, os sistemas nervoso central e muscular estão estafados (o que dificulta a conexão entre eles), aumentando significativamente a chance de lesões com prática adicional. Uma exceção pode ser o treino de lances-livres, pois em situação de jogo, esse tipo de arremesso acontece muitas vezes nessas situações de grande stress físico e mental. Além disso, por suas características técnicas, o arremesso utilizado no lance-livre oferece pouca situação de risco aos praticantes.
16) Associar prática mental à prática física. Exemplo: a prática mental (ensaios mentais sem contração muscular observada) tem se mostrado uma aliada importante da prática física na AM, sendo recomendada no B por ocasião de uma lesão, à espera de uma execução em uma fila ou em um período de pausa de um exercício educativo.
17) Estruturar a prática com variações apenas em fases intermediárias e avançadas de AM. Os aprendizes necessitam formar estruturas sólidas de movimento, primeiro, para depois começar a variar a prática. Exemplo: manipular aspectos do ambiente (marcação individual, quadra coberta e descoberta, pouca e muita iluminação, barulho presente e ausente), do padrão de movimento (bandeja, com uma das mãos) ou de parâmetros do movimento (diferentes distâncias, direções e forças aplicadas nos arremessos e passes).
18) Fracionar a habilidade apenas quando a integração entre as partes não é forte. Exemplo: evitar a prática fracionada (em partes) da bandeja, pois há uma forte relação de dependência entre o drible, as passadas, o salto e o arremesso. O mesmo ocorre com os outros fundamentos do B. Prefira então a prática do todo.
Fonte
http://i0.wp.com/espiritooutdoor.com/wp-content/uploads/2012/01/espiritooutdoor.com_swimming-olympic-team-trials-day-8-0eim5do-egvl.jpg?resize=594%2C355

A pesquisa que existe para que haja uma melhora técnica no nado de crawl não é recente. Há anos estuda-se uma forma de diminuir a resistência   e aumentar a velocidade do homem dentro d´água.

Ao longo desse tempo, o nado foi evoluindo. No início a respiração do nado crawl era frontal, sendo de extrema dificuldade na sua execução, na tentativa de evitar o rolamento de tronco. O primeiro nadador a demonstrar a eficácia da respiração lateral foi o Johnny Weismüller, sendo a expiração na água inicialmente feita pelo nariz, depois pela boca e pelo nariz e finalmente pela boca, apenas deixando que o ar escape pelo nariz, sem a preocupação de expeli-lo.

Para melhorar a performance alguns fatores são levados em consideração. Esses fatores são: posição do corpo, a ação dos braços, ação das pernas, a respiração e a coordenação geral.

Posição do corpo
A posição do corpo na água deve ser a mais paralela possível da linha da superfície, não esquecendo que a ação das pernas é realizada abaixo desse mesmo nível.

Um corpo bem posicionado pode reduzir consideravelmente a resistência frontal.

Ação dos braços

O trabalho dos braços no nado crawl pode ser dividido em 2 partes: a fase aérea e a fase aquática.

Fase aérea
É o momento de recuperação do nado, onde há o mínimo de gasto energético, com o cotovelo para cima, os dedos das mãos deslizam na água posicionando o braço na direção da entrada. A entrada da mão na água é realizada com a mesma estendida no prolongamento do braço, onde o polegar e o indicador cortam a água.

Fase aquática

Ocorre todo o trabalho de propulsão efetiva na água, com um maior dispêndio de energia. Depois da entrada na água, a mão desloca-se para baixo em um trajeto curvilíneo, mantendo o cotovelo alto. A puxada na água ocorre com uma alavanca potente, onde à medida que o braço caminha com a mão em direção ao eixo do corpo e para trás, o cotovelo procura manter-se alto, como um ponto fixo, indo este movimento até o máximo da flexão do cotovelo.

A partir daí, começa a empurrada que é a parte final da fase aquática, que ocorre com uma completa extensão do braço, com a palma da mão para cima.

Ação das pernas
O batimento de pernas origina-se no quadril, com movimentos alternados, onde há a flexão da perna na batida para baixo e extensão da outra perna na batida para cima. Fazendo uma comparação bem global, o batimento de pernas do crawl na posição horizontal assemelha-se com o andar de um adulto na posição vertical.

O batimento de pernas no crawl é responsável em até 20% pela propulsão do seu praticante, porém é ele que dá a estabilidade ao nado, em uma margem de 80 a 85%.
As pernas não devem sair da água, a flexão dos joelhos não deve ser exagerada e a força deve sempre ocorrer durante a extensão dos mesmos.

Respiração e a coordenação geral

A inspiração e a expiração devem ser relaxadas, girando a cabeça para o lado, como se o queixo encostasse no ombro.

Deve-se inspirar tão logo o braço começa a fase de recuperação, ou seja, a fase aérea e termina com a expiração durante a fase aquática.
 

Começar ou mudar um treinamento é sempre uma decisão difícil porque é uma coisa que pode interferir com a rotina diária, com o humor e com o bem-estar no geral. Contudo, antes de decidir pela mudança e começar um novo plano de treinamento, há que ter em mente algumas regras para evitar que o novo plano de treinos seja um martírio e apenas mais um motivo para fugir a sete pés do exercício físico.

Vamos falar sobre 4 cuidados para evitar que essa mudança seja ruim:

1 – Começar devagar. Quando se está algum tempo sem treinar ou se adquire uma nova rotina de exercícios, começar devagar é o melhor conselho que se pode ter em conta. Além de ajudar a prevenir lesões, seguir o plano de treino pausadamente e sem exageros ajuda a ainda a evitar uma condição chamada dor muscular tardia, aquela sensação de tensão e dor que acontece dois dias depois de treinar. O risco de inflamação é ainda menor quando se começa devagar, ou seja, quando se treina apenas duas ou três vezes por semana no primeiro mês do novo plano de treino e respeitando sempre as indicações primeiramente dadas pelo instrutor.

2 – Não tentar compensar o tempo perdido. Embora seja tentação para muita gente tentar compensar a falta de um treino dobrando outro,  não é o ideal a se fazer. Cuidado com as lesões que podem aparecer e atarapalhar o andamento no novo treinamento.

3 – Não fazer exames e análises antes de começar a treinar. Quem parou os treinos apenas para ir de férias, não tem que se preocupar com o coração (a não ser que tenha um histórico de complicações), mas as pessoas que começam agora a apostar na atividade física não podem, de todo, ignorar o estado deste órgão. Fazer alguns exames de rotina antes de iniciar o plano de treinos é uma forma de prevenir males maiores.

4 – Zelar pelo sistema imunitário. Enquanto o treino moderado é aliado do sistema imunitário, deixando-o forte e capaz de lutar contra agressões externas, o treino em excesso ou que exija um grande esforço físico pode ter um efeito contrário, reduzindo o número de células brancas, o que deixa o sangue enfraquecido.

Os cuidados devem ser observados para o inicio de um novo treinamento não seja um pesadelo.

Até a próxima!

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Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas de conseguir resolver esses problemas.

Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos clientes.

Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma geral:

1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios

Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade ''abdominal Estrelinha (exemplo)''. Mas em certo dia este aluno teve de ir treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver o aluno realizando determinado exercício questiona: ''Mas quem te passou isso? Está errado! Não é assim''. Péssimo! Este erro soa como completa desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, cordialidade e respeito.

2 – Uso de celular em sala de aula

É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em regimento interno da academia.

3 – Tendência de atendimento

Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ''bonitinhos (as)''. Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de resolver tais problemas.

4 – Reclamar da academia

Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!

5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes para os alunos

Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!

6 – Não escutar DE VERDADE o cliente

Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma genuína em prol da manutenção em atividade física.

7 – Não ensinar seus alunos

O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-vindas: cliente informado é cliente satisfeito!

8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal

Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da academia ou em descrição de cargo e processos internos.

9 – Atrasos

Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de antecedência ao trabalho.

10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento

Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça desse cliente já vem: ''Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!''. Nós, profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.

Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente como um aluno aderido a atividade física.

Chega do mesmo. Chega de se preocupar apenas com qual exercício é melhor ou mais importante. Qual trabalha melhor tal feixe de fibra muscular. Se o cliente não gosta, não se motiva, não adianta insistir! Devemos nos preocupar em COMO manter esse aluno em movimento, para sempre. E isso apenas acontece se a atividade for prazerosa e divertida para o cliente.


Retirado daqui

http://msalx.mundoestranho.abril.com.br/2015/11/12/1726/Ecos0/thinkstockphotos-490302176.jpeg?1447356390
O uso de anabolizantes vem se tornando, a cada dia, um hábito comum, principalmente pelas pessoas que praticam esportes, para aumentar a competitividade, ajudar na cura de lesões ou simplesmente por questões estéticas. Porém, o consumo excessivo desse tipo de produto é muito perigoso e pode causar danos irreparáveis ao corpo humano.

1.    Os esteróides androgênicos anabólicos, mas conhecidos como anabolizantes, é um produto derivado principalmente da testosterona, hormônio responsável por muitas características que diferem homem e mulher. Eles atuam no crescimento celular e em tecidos do corpo, como o ósseo e o muscular.

2.    O uso de anabolizantes gera efeitos colaterais, tanto em homens e mulheres, como:  aumento de acnes, queda do cabelo, distúrbios da função do fígado, tumores no fígado, explosões de ira ou comportamento agressivo, paranóia, alucinações, psicoses, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e risco de adquirir doenças transmissíveis (AIDS, Hepatite).

3.    No caso das mulheres, o uso de anabolizantes pode gerar características masculinas no corpo, como engrossamento da voz e surgimento de pêlos além do normal. Além disso, aumento do tamanho do clitóris, irregularidade ou interrupção das menstruações, diminuição dos seios e aumento de apetite.

4.    Nos homens, o excesso de anabolizantes pode causar aparecimento de mamas, redução dos testículos, diminuição da contagem dos espermatozóides e calvície.

5.    Em adolescentes, as consequências podem ser piores, como comprometimento do crescimento, maturação óssea acelerada, aumento da frequência e duração das ereções, desenvolvimento sexual precoce, hipervirilização, crescimento do falo (hipogonadismo ou megalofalia), aumentos dos pelos púbicos e do corpo, além do ligeiro crescimento de barba.

6.    Esses hormônios podem ser usados clinicamente e, ocasionalmente, serem prescritos sob orientação médica para repor o hormônio deficiente em alguns homens e para ajudar pacientes aidéticos a recuperar peso. Nos casos de necessidade clínica, os pacientes são indicados a tomarem apenas doses mínimas para apenas regularizar sua disfunção.

7.    O uso das injeções de anabolizantes esteróides pode levar ao risco de infecção pelo HIV e vírus da hepatite, se as agulhas forem compartilhadas. Esteróides Anabólicos obtidos sem uma prescrição não são confiáveis, pois podem conter outras substâncias, os frascos podem não ser estéreis e, além disso, é possível que nem esteróides contenham.

8.    Usar anabolizantes, sem orientação médica, é proibido, além de ser de grande risco para a saúde. Entretanto, por aumentarem a massa muscular, estas drogas têm sido cada vez mais procuradas e utilizadas por alguns atletas para melhorar a performance física e por outras pessoas para obter uma melhor aparência muscular.

9.    Um estudo de 2007 traçou o perfil do usuário de anabolizantes no mundo. De acordo com os dados, o usuário típico não é o adolescente ou o atleta, mas o homem de cerca de 30 anos, bem educado e com renda alta, segundo um estudo publicado hoje. Foram pesquisados 2.663 homens e mulheres de 81 países, indicando que o motivo principal para o uso desses compostos é o aumento da musculatura.

10.    Muitos atletas consomem anabolizantes a fim de conseguirem uma melhora na performance dentro do esporte. Os anabolizantes, quando entram em contato com as células do tecido muscular, aumentam o tamanho dos músculos do corpo humano. Porém, isso é caracterizado Doping, e o esportista pode ser punido por isso, como já ocorreu em inúmeros casos.  Dependendo da situação, o atleta pode ser banido do esporte.
Fonte




Acha correr muito chato? Vista o tênis, coloque o relógio e aperte o play no iPod: confira aqui 10 dicas para deixar o tédio bem longe do seu treino de corrida. Run, baby, run!

1. Corra para chegar a algum lugar.
Ao invés de correr ao redor de um parque, por que não correr na rua para atingir algum destino, seja ele a academia, o supermercado ou a casa das suas amigas? Além de ser divertido, evita que você enjoe da paisagem.

2. Invista nos treinos intervalados.
Converse com seu treinador e planeje treinos intervalados, que oscilem entre ritmos fáceis, médios e difíceis, repetindo as sequências apropriadas para seu preparo físico. Além de deixar a corrida mais dinâmica, você não vai ver o tempo passar!

3. Corra até um ponto de referência.
Depois do aquecimento, corra em um ritmo forte até um ponto de referência – uma árvore, um poste, um banco – e volte em ritmo de trote, repetindo a sequência.

4. Explore lugares novos!
Corre sempre no mesmo parque, na mesma esteira? Aproveite a corrida para conhecer novos lugares, novas ruas. bairros e parques. Divirta-se!

5. Experimente uma corrida de aventura.
O nível de concentração exigido para uma corrida de aventura – que envolve desviar de obstáculos como pedras, raízes, água etc – acaba tirando seu foco do tempo e da distância, além de proporcionar belas paisagens.

6. Experimente treinos de velocidade.
Encontre a pista de atletismo mais próxima e aproveite para elevar seu pace em treinos de velocidade, variando distâncias e intensidade a cada ciclo.

7. Corra com companhia.
Tem um treino longo para fazer, mas está com preguiça? Convide amigas, colegas, namorado, familiares e até o cachorro para acompanhar você. Nada melhor que uma boa companhia para animar o treino de corrida!

8. A esteira pode ser divertida!
Se você precisa correr na esteira, deixe a novela da TV da academia de lado e faça um treino pré-programado de subida ou um intervalado, variando o pace e a intensidade.

9. Inscreva-se para uma prova.
Nada mais motivador para seguir firme na rotina de corridas quanto uma prova. Seja ela de 5km, 10km, 21km ou 42km, o fato de você ter uma competição para se desafiar (e se superar) tira qualquer vestígio de chatice dos treinos.

10. Invista em uma boa playlist
Esqueça da função shuffle do iPod, que é capaz de mesclar forró, música clássica e metal de uma só vez. Pare, pense e planeje com antecedência uma playlist recheada com as músicas que te deixam animada.
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