• Home
Educação Física Professor Rodolfo

 

Começar ou mudar um treinamento é sempre uma decisão difícil porque é uma coisa que pode interferir com a rotina diária, com o humor e com o bem-estar no geral. Contudo, antes de decidir pela mudança e começar um novo plano de treinamento, há que ter em mente algumas regras para evitar que o novo plano de treinos seja um martírio e apenas mais um motivo para fugir a sete pés do exercício físico.

Vamos falar sobre 4 cuidados para evitar que essa mudança seja ruim:

1 – Começar devagar. Quando se está algum tempo sem treinar ou se adquire uma nova rotina de exercícios, começar devagar é o melhor conselho que se pode ter em conta. Além de ajudar a prevenir lesões, seguir o plano de treino pausadamente e sem exageros ajuda a ainda a evitar uma condição chamada dor muscular tardia, aquela sensação de tensão e dor que acontece dois dias depois de treinar. O risco de inflamação é ainda menor quando se começa devagar, ou seja, quando se treina apenas duas ou três vezes por semana no primeiro mês do novo plano de treino e respeitando sempre as indicações primeiramente dadas pelo instrutor.

2 – Não tentar compensar o tempo perdido. Embora seja tentação para muita gente tentar compensar a falta de um treino dobrando outro,  não é o ideal a se fazer. Cuidado com as lesões que podem aparecer e atarapalhar o andamento no novo treinamento.

3 – Não fazer exames e análises antes de começar a treinar. Quem parou os treinos apenas para ir de férias, não tem que se preocupar com o coração (a não ser que tenha um histórico de complicações), mas as pessoas que começam agora a apostar na atividade física não podem, de todo, ignorar o estado deste órgão. Fazer alguns exames de rotina antes de iniciar o plano de treinos é uma forma de prevenir males maiores.

4 – Zelar pelo sistema imunitário. Enquanto o treino moderado é aliado do sistema imunitário, deixando-o forte e capaz de lutar contra agressões externas, o treino em excesso ou que exija um grande esforço físico pode ter um efeito contrário, reduzindo o número de células brancas, o que deixa o sangue enfraquecido.

Os cuidados devem ser observados para o inicio de um novo treinamento não seja um pesadelo.

Até a próxima!



A prática de exercício físico durante a gravidez é especialmente comum entre as mulheres que já seguiam uma rotina de treino antes do período de gestação.

A atividade física é benéfica não só para ajudar a controlar o peso, como também para melhorar a resistência e saúde da mulher e do bebê, como dois recentes estudo comprovam – um em que garantem que o exercício previne o excesso de peso no bebê e outro que indica que o risco de diabetes diminui nas grávidas que se mantêm ativas. Contudo, é preciso saber estabelecer limites.

Tal como indica a Organização Mundial da Saúde (OMS), durante o período de gestação e no pós parto, o recomendado é que as mulheres pratiquem 150 minutos de atividade física por semana, embora a intensidade e o tempo de treino dependa de caso para caso e, por isso, deva ser recomendado por um médico especialista.

Também o tipo de atividade depende de mulher para mulher, porém, mesmo com um 'barrigão ' é possível fazer atividade aeróbica.  Caminhada, natação, ciclismo estático, yoga e pilates são atividades mais recomendadas.

Quanto ao batimento cardíaco, este pode ser mais acelerado nas grávidas com gestações saudáveis, livres de contra-indicações e que sejam já adeptas dos exercícios. Porém, é recomendável que as grávidas diminuam a atividade física sempre que sentirem falta de ar, tontura ou exaustão.

http://recreio.uol.com.br/orinoco/media//images/large/2015/08/05/olimpiadas.png


Estão tendo Olimpíadas no Brasil, eu estou aproveitando mas já uma  coisa que vem me incomodando: o coitadismo e vitimismo que impera na nossa Cultura foi para o esporte.  De alto nível. Está imperando num lugar onde psicólogos e treinadores deveriam agir.  Pessoal, não se faz campeões com o vitimismo imperando.

Vou dar três exemplos olímpicos. Vem comigo!

O futebol masculino anda mal das pernas e não é só nas Olimpíadas.  O técnico do Brasil saiu em defesa do principal jogador. Eu também sairia, o defenderia, é o meu craque.  Mas o argumento usado pelo técnico foi para revelar todo o coitadismo, vitimismo e sei lá mais o que impera na nossa cultura. Que coisa mais surreal usar a idade da Marta pra defender o Neymar, falar que um cara de 24 anos não vai aguentar pressão e que ele não vai mais querer jogar pela seleção para as críticas serem aliviadas. Isso passa longe de um perfil vencedor que o esporte de alto nível tem que ter.  A tentativa da preservação do craque com argumentos tão falhos escancara o que a gente tem de pior: vamos ter pena do cara, é só um cara de 24 anos que precisa de tranquilidade. Ele precisa mesmo de tranquilidade mas não é pra ter pena porque ele tem 24 anos ou medo porque ele não vai mais jogar pela seleção.  Vamos melhorar os argumentos ou ter um desempenho melhor para não ser criticado.

O segundo caso que me chamou muito a atenção para essa coisa de vitimismo foi a entrevista de "despedida" da nadadora Joanna Maranhão. Ela conseguiu colocar numa frase e generalizar todo o país com adjetivos incluindo o racismo, machismo e xenofobia. Aí, você vai procurar na rede social dela e pasmem:  é um escarcéu de xenofobia, machismo... Mas ela, pra sair com uma declaração polêmica, como muitos posts que ela fez, prefere se colocar numa posição de "xingada, humilhada" do que falar da vida dela na Natação. Joanna tem uma técnica de nado linda, fez final olímpica e isso é coisa pra caramba!  Lamentei inclusive em rede social essa postura de vítima que ela adotou, sabe-se lá o porquê!

Para terminar esse texto, que já está longo demais, vou falar do terceiro exemplo olímpico. Você conhece a historia do Vanderlei Cordeiro de Lima? Resumindo, ele estava pra ganhar a medalha de Ouro na maratona, foi agarrado por um louco, continuou na prova e ganhou o bronze. Muitos acham que o Vanderlei teve sorte de ser agarrado porque ele não teria a projeção que teve. Outros lamentam até hoje aquele fato. O Vanderlei encarou a medalha de bronze como uma vitória única, como foi. Você já o viu se lamentando dizendo que aquilo aconteceu porque era brasileiro, pobre, falando de idade, comparando com outro atleta ou sei lá mais o que?  Eu não o vi se colocar na posição de prejudicado. A imprensa tentou mas a postura dele nunca foi de vítima.  Afinal de contas, ele tem uma medalha olímpica, uma conquista no esporte que pratica, assim como o Neymar e a Joanna também têm.

O esporte brasileiro precisa evoluir.  E pode colocar na lista a erradicação do mimimi, coitadismo e vitimismo.

Afinal de contas, você conhece algum campeão, seja nas olimpíadas, seja no esporte, seja na vida, que usa e vitimismo e se faz de pobre coitado?

Até a próxima!

http://marechalonline.net/imagem/resize/750x750/noticia/imagem/5770/1466107061.jpg/

Muitos profissionais sonham com a estabilidade de um trabalho público para poder organizar sua vida de uma forma melhor. Geralmente, esse trabalho público vem através de um concurso público, que é um processo difícil de se enfrentar. Não conheço uma pessoa sequer que tenha passado num concurso publico que não tenha falando "me dediquei demais". Eles se dedicam e acabam aprendendo o caminho para realizar o sonho de passar num concurso público. Ser aprovado num concurso para professor de Educação Física não é fácil.

Para escrever esse texto, mandei 3 perguntas para 4 amigos que já passaram em concurso público para entender se tem alguma dica matadora, aquela dica que é o "pulo do gato".  Não sei se tem o pulo do gato mas tenho algumas considerações a fazer.  

Apoio da Família

A importância da família foi fundamental para o sucesso do projeto "concurso público". O entendimento de quem está perto de que todas aquelas horas de estudo são necessárias para o sucesso, além do apoio no cansaço e na organização do cotidiano para um melhor desempenho nos estudos são importantes no sucesso do "concurseiro".

Tenha Paciência

A paciência torna-se um aliado importante. É preciso ter paciência para estudar cada assunto, para superar os assuntos com menos identificação, para lidar com relacionamentos e, principalmente, paciência para aprender. 

Agora é a hora

O estudo para o concurso público começa antes do lançamento do edital. Para quem tem a aprovação do concurso público como um projeto de vida, sabe que um projeto de vida construído com base sólida dificilmente não será forte. Então, não espere um edital ser lançado. Se eu fosse você, investia no acesso Ouro do Portal Educação Física Concursos. Mais abaixo, explico o porquê. Invista no conhecimento e comece a estudar agora.

Materiais Específicos

A última observação que julguei interessante e talvez seja a mais importante é o material utilizado para estudo. Para os concursos na Educação Física, a gente precisa de material de quem tem experiência no assunto.  Em materiais específicos, a gente encontra meio para facilitar um caminho que não é fácil. Pesquisei e darei algumas dicas de materiais que valem a pena o investimento. É só clicar no link para maiores informações:
  • Apostila Educação Física Concursos
  • 3 em 1: Apostila Língua Portuguesa + Conhecimentos Pedagógicos + EFConcursos

Lá em cima, falei para você investir na versão Ouro do Portal da Educação Física Concursos. Foi o melhor produto que encontrei para facilitar o seu caminho. Através desta poderosa ferramenta digital, você terá acesso aos conteúdos, temas, arquivos digitais (eBooks), áudios e vídeos direcionados ao candidato que se prepara para os novos desafios e perceberá que todos os conteúdos foram estrategicamente separados, tendo apenas um único objetivo: diminuir a distância entre a sua preparação e seu ingresso no serviço público. Clique aqui e saiba mais!

Poderia ter mais dicas mas esses quatro pontos me chamaram atenção e foram comuns no sucesso de quem já foi aprovado.

Até a próxima!


http://dicasdemusculacao.org/wp-content/uploads/personal-trainers-musculacao.jpg

Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas de conseguir resolver esses problemas.

Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos clientes.

Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma geral:

1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios

Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade ''abdominal Estrelinha (exemplo)''. Mas em certo dia este aluno teve de ir treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver o aluno realizando determinado exercício questiona: ''Mas quem te passou isso? Está errado! Não é assim''. Péssimo! Este erro soa como completa desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, cordialidade e respeito.

2 – Uso de celular em sala de aula

É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em regimento interno da academia.

3 – Tendência de atendimento

Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ''bonitinhos (as)''. Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de resolver tais problemas.

4 – Reclamar da academia

Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!

5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes para os alunos

Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!

6 – Não escutar DE VERDADE o cliente

Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma genuína em prol da manutenção em atividade física.

7 – Não ensinar seus alunos

O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-vindas: cliente informado é cliente satisfeito!

8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal

Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da academia ou em descrição de cargo e processos internos.

9 – Atrasos

Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de antecedência ao trabalho.

10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento

Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça desse cliente já vem: ''Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!''. Nós, profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.

Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente como um aluno aderido a atividade física.

Chega do mesmo. Chega de se preocupar apenas com qual exercício é melhor ou mais importante. Qual trabalha melhor tal feixe de fibra muscular. Se o cliente não gosta, não se motiva, não adianta insistir! Devemos nos preocupar em COMO manter esse aluno em movimento, para sempre. E isso apenas acontece se a atividade for prazerosa e divertida para o cliente.


Retirado daqui

Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial

Categories

  • Academia
  • Alongamento
  • Aquecimento
  • Artigo
  • Atividade Física
  • Atletismo
  • Avaliação Física
  • Basquete
  • Benefícios
  • Biomecânica
  • Coluna
  • Conselhos
  • Coordenação Motora
  • Corrida
  • CREFs
  • Cursos
  • Danças
  • Dicas
  • Educação Física
  • Educação Física Especial
  • Escola
  • Esportes
  • Estudo
  • Exercícios
  • Fisiologia
  • Fitness
  • Futebol
  • Gestantes
  • Ginástica Laboral
  • Handebol
  • Hidroginástica
  • Idosos
  • Infantil
  • Judô
  • Lesão
  • Lutas
  • Musculação
  • Natação
  • Nutrição
  • Olimpiadas
  • Pilates
  • Pliometria
  • Profissional
  • Psicomotricidade
  • Publicidade
  • Recreação
  • Saiba Mais
  • Saúde
  • Sedentarismo
  • Treinamento Desportivo
  • Treinamento Funcional
  • Video
  • Voleibol

Recent Posts

Arquivo do blog

  • ▼  2017 (12)
    • ▼  janeiro (12)
      • O sedentarismo deixa seu corpo 8 anos mais velho
      • Andar de bicicleta ajuda no desenvolvimento e na s...
      • Psicomotricidade Relacional na Escola
      • Vem se divertir com o Jump Fit!
      • Avaliação física no programa de condicionamento fí...
      • Ciência na prática em 2 módulos: Hipertrofia e Ema...
      • 10 Motivos para usar o Whey Protein
      • Férias de verão são incentivo para criançada brinc...
      • Será? Cientistas anunciam para breve criação da pí...
      • 10 tendências que vão fazer sucesso no fitness em ...
      • Desistência do aluno na academia
      • Atividade física como meio e não como fim na Educa...
  • ►  2016 (135)
    • ►  dezembro (6)
    • ►  novembro (12)
    • ►  outubro (11)
    • ►  setembro (21)
    • ►  agosto (9)
    • ►  julho (13)
    • ►  junho (20)
    • ►  maio (10)
    • ►  abril (27)
    • ►  março (6)
Tecnologia do Blogger.

Designed by OddThemes & Distributed by MyBloggerThemes