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Educação Física Professor Rodolfo

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Hoje é o dia do profissional de Educação Física. Quando ele foi criado, eu estava na faculdade. De lá para cá, são 18 anos. A educação física sempre esteve presente na minha vida. Ela me deu a turma do corredor, me deu um afilhado de casamento, me deu amigos para a vida toda, me deu histórias vividas, me deu conhecimento .

A educação física me deu o Educação Fisicaa, o Educação Fisica Escolar, o Esportes EF, o Esporte com Saúde e outros. Uns projetos cresceram muito. Outros, nem tanto.

Celebro todo o ano. E que essa celebração se faça com uma profissão cada vez mais valorizada!

Parabéns, profissionais!



Uma das modalidades que tem tido uma grande adesão por parte do público feminino é o pilates. Então vamos deslindar mitos e desvendar verdades sobre a prática desta atividade.

VERDADES:

1 – É importante a prática de pilates por parte de mulheres grávidas. Ajuda a trabalhar a postura, alivia e previne as dores e prepara o corpo para o parto com o fortalecimento do períneo.

2- O pilates pode ser praticada por idosos pois traz benefícios para as pessoas desta faixa etária que a pratiquem. Tais como: o aumento da força e da flexibilidade muscular, o aumento da mobilidade articular e a melhoria do equilíbrio e da postura.

3 – É bom para o humor. Para além de melhorar a autoestima de quem pratica a modalidade, o pilates liberta endorfinas que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar, diminuindo assim o stress e trazendo o bom humor.

4 – Ajuda a melhorar a postura. Ao trabalhar a flexibilidade e a resistência muscular o pilates corrige qualquer desequilíbrio existente no nosso corpo.

5 – Melhora o funcionamento dos órgãos internos. Ao estimular os músculos que sustentam a coluna, os órgãos internos e a postura, é formado um cilindro que traz estabilidade corporal, que protege a coluna durante as atividades corporais e melhora significativamente o funcionamento dos órgãos internos.

MITOS:

1 – O pilates não deixa as pessoas mais altas. Existe sim uma melhoria no alinhamento e na postura corporal graças à junção de fatores como o aumento da flexibilidade muscular e da mobilidade articular.

2 - O pilates não é parecido com o ioga. A diferença reside na adaptação de exercícios de ballet e circenses para a prática do desporto para além das ligações existentes com o controlo com o corpo e a mente oriundas do desporto oriental.

3 – Fazer pilates não diminui a barriga. O desporto consegue definir os músculos. Para perder a barriga tem-se de juntar à prática do desporto, atividades aeróbicas e uma alimentação saudável.

4 – Dos mais importantes: a prática de pilates não emagrece. Realizado de forma isolada, o desporto não vai contribuir para a perda de gordura, pois não é uma atividade com alto gasto de calorias.

5 – Pilates não é musculação. Ambas as atividades tem a função de tonificar e criar músculo e são, maioritariamente, atividades complementares.
 
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Brincar tem um viés que vai muito além da simples fantasia. Enquanto um adulto vê apenas uma criança empilhando bloquinhos, para o pequeno aquilo significa experimentar as possibilidades de construir e conhecer novas cores, formatos e texturas. Para a criança, brincar é um processo permanente de descoberta. É um investimento. A criança que brinca vai ser mais esperta, mais interessada e terá mais facilidade de aprender - tudo isso de forma natural   

A literatura e as pesquisas demonstram que brincar tem três grandes objetivos para as crianças: o prazer, a expressão dos sentimentos e a aprendizagem. Brincando, a criança passa o tempo, mostra aos pais e professores sua personalidade e descobre informações.sozinhas. Para elas, o ideal são brincadeiras que estimulem os sentidos. Através deles, elas exploram e descobrem cores, texturas, sons, cheiros e gostos.

Por volta dos 3 anos elas desenvolvem outro tipo de brincadeira: o faz de conta. Imitar situações cotidianas - como brincar de casinha ou fingir que é o motorista de um ônibus - permite que as crianças se relacionem com problemas e soluções que passam do fazer imaginário para o aprender real.

A partir dos 5 anos, os pequenos estão aptos para incluir o outro nas brincadeiras. É a fase em que elas deixam de brincar ao lado de outras crianças e passam a brincar com outras crianças.

Vale lembrar que o desenvolvimento infantil é individual. Algumas crianças começam a brincar com outras mais cedo, outras mais tarde - não há motivo para preocupação.

Estabelecer um horário diário ou semanal para brincar com seu filho é o primeiro passo para garantir que ele faça esta atividade com frequência. Muitos pais lotam a agenda dos filhos com afazeres extracurriculares, o que extingue o momento da brincadeira. Toda agenda de criança deve ter um espaço diário para não fazer nada - é aí que surge o espaço para brincar.

Participar da brincadeira dos filhos também dá uma vantagem aos pais: conhecê-los melhor. Como a criança se expressa brincando, os pais observadores descobriram as vulnerabilidades e os pontos fortes de seus filhos. Brincar juntos aumenta o grau de confiança e o vínculo entre pais e filhos.

Dar brinquedos de diferentes materiais e tipos também é recomendável. Por isso, nada de entupir a menina só com bonecas e chegar com um carrinho debaixo do braço a todos os aniversários do menino. As crianças precisam experimentar de tudo. Cada brinquedo traz uma mensagem e vai despertar o interesse e a curiosidade de alguma forma.

O importante é o brincar, e não o brinquedo. É possível improvisar brinquedos com uma fruta, uma caixa de papelão vazia ou o que quer que esteja à mão. E não se preocupe se não puder dar a seu filho aquele carrinho movido a pilhas de última geração. Só na visão do adulto um brinquedo eletrônico é divertido. Para a criança, brinquedo que brinca sozinho é enfadonho.

Reunimos algumas recomendações de especialistas sobre as brincadeiras mais adequadas para cada faixa etária. O desenvolvimento infantil é individual, mas as crianças passam, cada uma a seu tempo, pelas fases abaixo. Todas as atividades devem ser desenvolvidas sob supervisão de um adulto e nos ambientes adequados.

Até os 2 anos
Nesta fase, a brincadeira tem que estimular os sentidos. Correr, puxar carrinhos, escalar objetos, jogar com bolinhas de pelúcia são atividades recomendadas.

3 a 4 anos
Começam as brincadeiras de faz de conta. As crianças respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de escolinha e de outras atividades cotidianas.

5 a 6 anos
Os jogos motores (de movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e se aprimoram. Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa: jogos de tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda.

7 anos acima
A criança está apta a participar e se divertir com todos os tipos de jogos aprendidos, mas com graus de dificuldade maiores.


A chama olímpica tem vida breve nos corações e mentes da maioria das bilhões de pessoas que acompanham com paixão os Jogos. Uma análise global da atividade física durante o chamado ciclo olímpico — período de quatro anos entre os Jogos — revelou que o mundo permanece arraigado ao sedentarismo, de Londres em 2012 ao Rio de 2016.

Tanta imobilidade custa US$ 67,5 bilhões por ano apenas no combate de cinco doenças, numa estimativa otimista. No Brasil, o custo é de R$ 3 bilhões. Os pesquisadores analisaram relatórios feitos pelos governos de 146 países sobre a relação entre as respectivas populações e atividades físicas. Constataram que não houve progresso. E só dois países, Finlândia e Canadá, têm programas de atividade física com resultados concretos.

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Dinheiro, dor e sofrimento poderiam ser poupados se as pessoas andassem ou pedalassem mais para o trabalho, destacam os autores da análise. Sedentário no estudo não é quem não faz esportes. Mas as pessoas que não têm pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada, o que inclui caminhadas e pedaladas em distâncias triviais, como ir até uma estação de trem ou ao ponto de ônibus.

EMPOLGAÇÃO FUGAZ

As cinco doenças — diabetes tipo 2, doença coronariana, acidente vascular cerebral e cânceres de mama e cólon — são os principais males associados à vida sedentária. Mas não os únicos. O sedentarismo virou ele próprio doença e é tratado como epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os dados fazem parte de uma série especial sobre atividade física global publicada pela revista médica britânica "The Lancet", uma das mais respeitadas do mundo. À frente da série, o professor de saúde pública da Universidade Federal de Pelotas (RS), Pedro Hallal.

— Empolgação olímpica dura pouco, se extingue em dias. Não aumenta a atividade nem nas cidades sede dos Jogos se não houver ações concretas de estímulo para alimentá-la — afirma ele.

— Nos últimos quatro anos, a maioria dos países começou a monitorar os progressos obtidos na atividade física, mas as evidências de melhora são escassas. Se a população global fosse mais ativa, poderíamos ter 300 mil casos anuais a menos de demência, por exemplo — lamenta um dos autores do trabalho, Jim Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Noventa por cento dos países têm planos formais. E 70% declararam ter oferecido financiamento e colocado ideias em prática.

— No Brasil, o Ministério da Saúde deveria ser chamado de Ministério da Doença. Não se investe em prevenção, apenas em tratamento. Os programas criados são pontuais e não tiveram continuidade — destaca Hallal.

A Finlândia investiu em infraestrutura. O Canadá na promoção da educação física nas escolas de ensino fundamental e médio. Hallal frisa que as duas coisas são necessárias.

— Atividade física é muito mais do que esporte. Quem mais sofre com inatividade é a população mais pobre, em especial as mulheres e os mais velhos, mas nem os jovens estão a salvo. No Brasil e no resto do mundo, assustadores 80% dos adolescentes não têm o mínimo de atividade física semanal — ressalta Hallal.

Essenciais, segundo ele, é oferecer calçadas e ciclovias; estabelecer medidas que estimulem a atividade e restrinjam o uso de carros; ter em todos os bairros as chamadas academias populares.

— O Rio e alguns outros municípios têm essas academias, mas precisamos de muito mais. As empresas também têm a parte delas a fazer: deveriam oferecer vestiários com chuveiros e bicicletários para que os funcionários possam ir a pé ou de bicicleta para o trabalho — diz o cientista.

MEDIDAS EM PROL DO EXERCÍCIO

Para estimular a população a manter um nível mínimo de atividade física, os pesquisadores propõem as seguintes medidas:

- Valorização das calçadas. A falta ou má conservação desses espaços é um dos maiores obstáculos para a caminhada e a corrida.

- Construção de ciclovias e bicicletários.

- Oferta de vestiários com chuveiros nos locais de trabalho.

- Academias populares em todos os bairros e comunidades.

- Mudar o currículo de educação física no ensino fundamental e médio, com aumento da frequência e da qualidade.

- Fechamento de ruas nos fins de semana para a prática de lazer. Inclusive as do Centro da cidade, como acontece em Bogotá.

- Redução e estreitamento das faixas para carros e aumento daquelas destinadas a pedestres e ciclistas.

- Estabelecimento de pedágios caros no Centro da cidade, como em Londres.

- Aumento da distância entre as estações de BRTs para estimular a caminhada, como foi realizado com sucesso em Curitiba.

- Oferecer segurança para que a população possa se apropriar das ruas.

Fonte
http://www.esportealternativo.com.br/images/stories/ea/olimpiadas/240915_1.jpg

Durante as últimas duas semanas, os brasileiros aprenderam mais sobre esportes até então pouco conhecidos, sofreram com alguns resultados frustrantes, vibraram com vitórias surpreendentes e conheceram mais de perto a trajetória dos protagonistas dessa festa do esporte: os atletas.

Mas será que atletas olímpicos têm algo para ensinar para a maioria da população brasileira que se divide entre sedentários e praticantes de atividade física recreacional? Antes de tudo, é preciso compreender que atletas de nível olímpico não são fruto apenas de horas de treinamento e dedicação. Performances esportivas extraordinárias são produzidas a partir de uma combinação de fatores que mantém estreita relação entre si. Atletas realmente competitivos surgem quando há uma integração ideal entre hereditariedade, habilidades motoras, biotipo físico, aspectos motivacionais, ambiente, traços da personalidade, treinamento e afinidade com o esporte.

As pesquisas sobre o assunto, publicadas até agora, levam a crer que o fator genético é predominante no processo de seleção de talentos esportivos, porém para que os atletas alcancem os melhores resultados nas competições, o tal fator genético precisa encontrar condições externas favoráveis que permitam a sua expressão máxima. Em contrapartida, mesmo que as condições externas sejam as mais favoráveis possíveis, se os atletas não estiverem "equipados de fábrica" com o conteúdo genético adequado o desenvolvimento esportivo será limitado.

Compreendam que qualquer pessoa poderá aperfeiçoar sua aptidão física e desenvolver suas habilidades esportivas com treinamento adequado, mas infelizmente poucos, pouquíssimos terão condições de chegar ao nível competitivo de um atleta olímpico. Os atletas egressos de projetos sociais e com comoventes histórias de superação realmente são inspiradores, mas o sucesso de um atleta não depende apenas do quanto ele deseja ou de quão difícil foi sua trajetória. Se através de projetos sociais esportivos é possível ampliar o número de crianças expostas ao esporte desde cedo, logicamente aumenta a possibilidade de detectar talentos precoces e, a partir daí, investir na formação de um provável atleta de alto rendimento. Entretanto, considero muito mais significativo do que encontrar potenciais atletas olímpicos o conjunto de benefícios para a maioria das crianças envolvidas nesses projetos: inclusão social, mudanças positivas de comportamento, menor exposição ao risco, melhor rendimento escolar, aprendizagem das modalidades esportivas e aperfeiçoamento do desempenho motor.

Então, mesmo sabendo que atletas olímpicos representam a exceção e não a regra entre os praticantes de esportes e demais atividades físicas, penso que há muitas semelhanças que podem ser inspiradoras. A busca pelas medalhas, por exemplo. Isso mesmo, você não leu errado, a diferença é que as nossas medalhas são outras: perder 3 quilos, aumentar 2 centímetros no perímetro do braço, caber dentro de uma calça perdida, completar uma prova de corrida, reduzir o colesterol... Enfim, se o que leva os atletas olímpicos a acordar cedo, dedicar-se ao treinamento e abdicar de prazeres contraproducentes é a vontade de conseguir uma medalha na competição, não vejo problema algum em fazer a comparação. Afinal, muitos de vocês leitores também fazem o mesmo por motivos diferentes.

Sua medalha é sua meta em relação aos exercícios físicos, qualquer que seja. O importante é defini-la, traçar um plano de ação (preferencialmente com o auxílio de um profissional de Educação Física qualificado) e AGIR. Garanto que ao conseguir cumprir essa meta a sensação é muito prazerosa e, pelo menos por alguns instantes, você poderá mandar a genética às favas.

Bons treinos!

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