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Educação Física Professor Rodolfo




Geralmente, um circuito motor é realizado na quadra de esportes e com materiais especiais, possibilitando exercícios como subir, descer, correr, saltar, equilibrar, entre outros. A intenção de cada estação é trabalhar um objetivo com os alunos desenvolvendo suas habilidades. A Educação Física tem essa responsabilidade com o desenvolvimento do corpo. O circuito alcança bons resultados nas crianças, pois o que para elas é uma diversão, para nós é uma evolução.

Entre as habilidades desenvolvidas na atividade estão equilíbrio, lateralidade, força e resistência. Através do circuito, os professores notaram algumas dificuldades dos alunos nessas áreas e, assim, poderão trabalhar de maneira mais direcionada, possibilitando que os alunos fiquem cada vez mais saudáveis.

Há algumas etapas que podem ser utilizadas para que as crianças entendam a melhor forma de fazer esta atividade.

As representações espaciais (esquemas, desenhos, mapas) substituem a ação direta sobre o ambiente e a percepção imediata, comunicando informações espaciais. Do ponto de vista didático, o desenho e os problemas próprios da representação plana são um meio ideal para provocar, intencionalmente, o início da conceituação de alguns aspectos do ambiente físico. Eles também são uma possibilidade de iniciar os alunos nos primeiros conhecimentos geométricos.

Percorrer circuitos é sempre uma ótima ideia

Como primeiras atividades, organize no pátio da escola percursos ou labirintos, confeccionados com diferentes materiais: cordas, bancos, caixas, caixotes, pneus, bambolês, mesas, tábuas (você pode utilizá-las para fazer planos inclinados ou pontes), etc.

Convide as crianças percorrerem esse circuito, explorando o espaço de diferentes maneiras: subindo, descendo, agachando-se, arrastando-se, pulando, passando por cima, por baixo, rodeando, equilibrando-se, pulando, passando por pontes e corredores, entrando e saindo de caixas e túneis de diferentes tamanhos, etc.

Conforme as crianças se familiarizam com esse tipo de atividade, você pode propor que te ajudem a confeccionar os circuitos. Imaginar possíveis trajetos e diferentes maneiras para percorrê-los é uma forma de antecipar as ações que serão realizadas.

Organize as crianças em grupos de quatro. Entregue para cada grupo uma representação de um circuito que deverão montar. Os desenhos também são meios para a representação de idéias espaciais.

Em outro momento, proponha que, em grupos, as crianças desenhem um circuito que deverá ser percorrido por outro grupo. Oriente-os para que discutam e entrem em acordo sobre a produção final, analisando todos os pontos de vista, relembrando as informações listadas que precisarão aparecer nos desenhos




Os benefícios da corrida vão desde uma melhora na capacidade cardiopulmonar, mais disposição, até o alívio do estresse. Na corrida, uma grande quantidade de energia é consumida. Isso combinado à uma dieta balanceada leva também à perda de peso. Não é novidade que a corrida vem sendo praticada por um numero cada vez maior de pessoas.

Para começar a correr é importante fazer um ckeck-up do seu estado de saúde. Além do aval médico, você deve procurar também orientações de um especialista da área. Ele vai ajudar a evitar lesões, corrigir postura, vai cuidar da respiração na hora da corrida e oferece dicas importantes tanto para os treinos cotidianos quanto para as competições. A presença de um profissional de Educação Física é essencial nesta fase.

Nesta fase inicial, usamos muito a frase devagar e sempre! É preferível correr devagar e correr mais, do que correr rápido e por pouco tempo. Com o passar dos dias, é indicado diminuir a duração da caminhada, aumentar o da corrida e continuar evoluindo até correr continuamente. Não se importe em imprimir um ritmo forte na hora da corrida no inicio. O uso de roupas confortáveis, leves e um tênis especifico para corrida também é importante para essa adequação.

Para quem já corre e quer melhorar a performance, é preciso alterar a frequência e a intensidade do exercício. A primeira dica é aumentar o volume de treino, adicionando mais dias à rotina. Quando atingir 5 ou 6 dias de prática na semana, comece a aumentar alternadamente a distância percorrida em cada dia.

Depois de alcançar um bom volume de treino, você pode focar na velocidade da corrida. E atnção ao próprio corpo para não causar fadiga excessiva ou causar uma lesão!

Devagar e sempre, todos os objetivos são atingidos na corrida. Boa sorte!

Você vive com dores nos pés, nos tornozelos e nos joelhos e não sabe o que fazer para se livrar desse incômodo? Talvez, o vilão seja seu quadril enfraquecido.

O quadril é responsável por sustentar o corpo, além de ajudar também a articular o fêmur, osso da coxa, e o osso da bacia. O encaixe desses ossos com o quadril deve ser perfeito e macio e, por isso, há uma cartilagem nessa região para amortecer esse contato.
No entanto, podem existir algumas alterações anatômicas nesse encaixe que podem piorar ainda mais por erros de postura ou com movimentos muito amplos, como os de alguns exercícios feitos na academia, por exemplo – por isso, é importante realizar esses exercícios do jeito correto e ainda outros que ajudam a fortalecer essa região e evitar lesões mais graves

Veja três exercícios que vão ajudar a fortalecer essa região:

Elevação da pelve: deitado, de costas para o chão, com pés um pouco afastados, apoiados no chão com os calcanhares bem próximos dos glúteos. Os braços podem ficam estendidos ao longo do corpo, apoiados no chão. O objetivo é elevar o quadril partindo da contração dos glúteos e do abdômen. Pressionando toda a musculatura interna do quadril e da coxa, como se quisesse apertar uma bola de futebol entre seus joelhos. Segure a posição por cinco segundos (5”) e repita o movimento 10 vezes.

Elevação com apoio unilateral: partindo da posição anterior, estender uma das pernas para cima, apontando o pé para o teto e mantê-la durante todo o movimento. Elevar e descer o quadril com apoio somente no pé que está no solo, sem deixar o quadril bater no chão. Faça 10 repetições com cada perna segurando 2” quando o quadril estiver em cima.

Elevação e extensão com apoio unilateral: a partir do movimento citado acima, segurar o quadril elevado enquanto a perna que está para cima, desce e sobe sem bater no chão. O grande desafio aqui é manter o quadril elevado mesmo em movimento. Faça 10 repetições com cada perna, descendo em 2” e subindo em 2" enquanto o quadril fica sustentado pela perna de apoio.

Dicas importantes:

- Mantenha todos os músculos dessa região contraídos durante a execução. Imagine que está apertando uma bola entre as coxas.
- O pé de apoio deve fazer pressão no chão com o calcanhar, de maneira que não tenha apoio dos dedos.
- Mantenha a respiração calma e controlada sem relaxar a parte mais baixa do abdômen (região do umbigo para baixo).
- Repita os três exercícios acima contando assim uma série. Na primeira semana, faça duas séries. Na segunda e na terceira, três séries.

A partir daí, (um mês depois) aumente o numero de repetições para 15 a 20, mantendo as três séries.


A Educação Física é uma ferramenta educacional de interação e cooperação, deve ser trabalhado a fim de atender a todos os alunos; desenvolvendo atividades físicas, recreativas e psicomotoras que desenvolvam as habilidades, que socializem as potencialidades individuais.

O guia "Aulas de Educação Física para Alunos Especiais" foi elaborado para orientar e colaborar com professores e acadêmicos de Educação Física. No processo de inclusão dos alunos especiais nas Aulas do Ensino Regular e, também nas Instituições Especializadas, o Ebook contém além da história da inclusão, muitas atividades físicas e esportes para alunos especiais.

A Educação Física é fundamental, desenvolve o processo educativo como um todo, associando o corpo e a mente, aprimorando as habilidades físicas, morais e sociais do educando; se bem aplicada é uma excelente forma de inclusão.

Para o professor que trabalha com inclusão na escola, esse guia é imprescindível. Não perca! Por enquanto, R$ 50,00 ou até 5X no cartão.


A pliometria é um conjunto de exercícios o qual busca o alongamento seguido de um encurtamento, ou seja, uma contração concêntrica da musculatura esquelética, fazendo com que seja acumulada energia elástica na estrutura em questão. Muito usada para membros inferiores para vários esportes, ela também pode ser usada em membros superiores.

Vamos ao exemplo



Com as palmas das mãos e as pontas dos pés apoiadas no chão, as pernas e os braços estendidos e o tronco alinhado com o quadril.



Flexione os cotovelos, levando o peito na direção do solo. Atenção para não curvar a coluna.


Dê um impulso com os braços, jogando o corpo para cima, bata palma e apoie as mãos no chão novamente para repetir a flexão.

É importante saber que:

Iniciantes devem fazer 2 séries de 4 repetições
Intermediárias devem fazer 3 séries de 6 repetições
Avançadas devem fazer 4 séries de 8 repetições.
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